segunda-feira, 31 de março de 2008

E o primeiro filme desta noite é... Resident Evil, de P.W. Anderson (2002)

Baseado no famoso jogo de video da Capcom, Resident Evil é mais uma adaptação de jogo para cinema. Esta poderá ser a melhor dentro de tal categoria, embora não seja dizer muito. Enquanto que o jogo era uma obra sublime de terror psicológico e gore extraordinário (atrevam-se a jogar de luz apagada e com o ambientecerto criado, até se escondem atrás do sofá), a sua versão cinematográfica acaba por ser um filme de acção, com tentativa de terror mas sem o conseguir. O suspense não é muito bem conseguido e o argumento não é muito original (até temos direito aos diálogos cliché e maus), conseguindo fugir ao material original (um grupo de polícias numa casa, no meio dum bosque, que descobrem coisas estranhas, como zombies, tendo pelo caminho a verdadeira definição de medo), o filme é um conjunto de clichés e situações algo absurdas. Milla Jovovich é a protagonista, Alice (nem a sua personagem faz parte dos jogos), e uma verdadeira heroína de acção (esse estatuto ninguém lho pode tirar, apesar do filme ser bem mediano) e é a verdadeira pérola do filme, com uma boa interpretação e sempre enigmática, mostrando-nos o quanto durona ela é. De resto, safam-se algumas sequências de acção e alguns momentos bem conseguidos, que seriam melhores se tivessem a banda-sonora correcta a acompanhar e não o (já irritante e habitual) hard-rock e metal a fazer de banda-sonora, esta tendo sido composta por Marco Beltrami (cujo trabalho aprecio) e Marilyn Manson (?). Sendo fã do jogo e suas sequelas, fico desiludido com esta adaptação, que foge muito ao espiríto do material original. É o costume na filmografia de P.W. Anderson (realizador de Alien Vs. Predator). O filme foi um êxito de bilheteira, como se sabe, e já surgiram duas sequelas, a última em 2007. E pelo êxito que teve, um quarto filme deverá aparecer, sendo assim esta a adaptação de jogo para cinema mais bem sucedida de todas.

Trailer:

domingo, 30 de março de 2008

Bangkok Dangerous - de The Pang Brothers - Trailer

A estrear em Agosto nos Estados Unido, este Bangkok Dangerous é um remake do filme tailândes realizado por The Pang Brothers, os mesmo desta versão americana, com Nicolas Cage, que aqui faz o papel dum assassino contratado à beira da reforma. Pelo trailer, isto tem aspeco de ser um thriller de acção puro e duro. A ver vamos...

sexta-feira, 28 de março de 2008

The X-Files 2 - Poster

Foi agora lançado o primeiro teaser poster de The X-Files 2. Ainda sem um título certo, esta sequela da muitíssimo famosa série e do filme de 1998 estreia a 25 de Julho nos Estados Unidos e tem criado alguma expectativa. Chris Carter, Frank Spotniz e os protagonistas não revelam nada sobre o enredo, criando assim uma onda de mistério à volta do filme, algo tipíco em X-Files, onde até chegaram ao ponto de pregar partidas aos paparazzi que cercavam os locais de filmagens, preparando algo que os fosse enganar (e resultou) como, por exemplo, o beijo entre Mulder e Scully e Carter a ver um fato de lobisomem. Já anda um teaser trailer gravado por uma camara de video caseira a circular na net, gravado numa convenção em que Carter participou a semana passada e onde mostrou o teaser trailer e este poster. O trailer terá o seu lançamento oficial (e nessa altura, irei colocá-lo aqui) a 2 de Maio, colado com as cópias de Iron Man (isto nos Staes, atenção!). Cá vos deixo o poster.

Novo blog, amigos...

O novo blog dá pelo nome de DVDwagon (o endereço é www.DVDwagon.blogspot.com) e consiste na lista de DVDs que tenho cá por casa, dando uma brave descrição dos envolvidos em cada filme (quando tal é possível), com link à página do IMDB e com direito à capa de DVD (novamn«ente, quando tal é possível) e a trailer (quando estão disponíveis). Espero a vossa visita por lá.

quinta-feira, 27 de março de 2008

MovieWagon apresenta-vos...

... a primeira experiêmcia de Quentin Tarantino como realizador, com este My Best Friend's Birthday, um filme inacabado. E sabiam que Tarantino trabalhou como assistente de produção no video de ginástica e boa forma de Dolph Lundgren, em 1987?

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:

E o terceiro filme desta noite é... Night of the Living Dead (Remake), de Tom Savini (1990)

Tom Savini, reconhecido perito em maquilhagem de filmes de terror, é um fã assumido da obra-prima de George A. Romero e, quando este decidiu fazer um remake do seu filme de mortos-vivos, convidou Savini para fazer os seus mortos-vivos e realizar o filme, dando-lhe assim a sua estreia na realização. E que estreia! Savini consegue fazer algo que é muito raro ver: um remake excelente. Não sendo tão bom como o original (óbvio! Nem tal era pedido), Savini cria aqui um excelente filme de terror, produzido pelos criadores do original e escrito por Romero himself. Quem conhece o original, caminha aqui em território familiar, com personagens iguais ao anterior, havendo apenas algumas alterações nesse campo, sendo a maior a personagem de Barbara que, no original ficaria em estado catatónico e aqui (estavamos no auge das mulheres serem fortes e heroínas de acção, depois de Sigourney Weaver e a sua Pipley em Aliens, de James Cameron) decide ser mais realista e lutar para sobreviver, sendo assim a mais racional do grupo que se esconde na mitíca casa abandonada, cercada de mortos-vivos. O elenco é quase todo desconhecido, à excepção de Tony Todd que, uns anitos mais tarde seria Candyman, uma personagem bem conhecido do cinema de terror moderno.
Este Night of the Living Dead é uma óptima adição ao universo de Romero e um dos melhores remakes que por aí andam. Savini está de parabéns!

Trailer:

E o segundo filme desta noite é... Stir of Echoes, de David Koepp (1999)

David Koepp é o argumentista de The Lost World: Jurrassic Park; Spider-Man; Mission: Impossible e de Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull. E também deste Stir of Echoes, que marca a sua tentativa na realização. E que tentativa! Koepp cria um filme, baseado no livro de Richard Matteson, assustador, repleto de mistério e arrepios até ao fim. Cada minuto algo se passa, levando ao acontecimento seguinte da história (um bom argumento deverá fazer isso mesmo) e o ritmo do filme nunca abranda. E as personagens estão muito bem construídas, fazendo com que o espectador se consiga identificar com elas e as queira seguir. O filme reza o seguinte: após uma sessão de hipnótismo, um homem vulgar começa a ter visões de uma rapariga que está desaparecida à seis meses e de algo horrível que lhe poderá ter acontecido. Kevin Bacon é o protagonista e tem uma interpretação extraordinária, conseguindo sempre prender a atençaõ do espectador e Koepp consegue criar momentos de verdadeiro suspense. Um filme inquietante e recheado de mistério, na linha de The Sixth Sense. Se todos os thrillers sobrenaturais fossem assim, estavamos muito bem servidos.

P.S.: Não consegui encontrar o trailer no filme, por isso apenas vos deixo o poster.

quarta-feira, 26 de março de 2008

E o primeiro filme desta noite é... Hard Target, de John Woo (1993)

Desliguem os cérebros, deixem as questões racionais de lado... Jean Claude Van Damme está aqui, acompanhado de John Woo! Este Hard Target marca a estreia em Hollywood de Woo, aclamado o melhor realizador de acção do mundo, com filmes como Bullet in the Head e The Assassin. Van Damme é o seu colega de trabalho nesta sua estreia em terras americanas (tal como foi o caso, depois, de Tsui Hark e Ringo Lam), com este filme de acção simples de história mas soberbamente filmado por Woo, apresentando-nos algumas marcas registadas do realizador: a camara lenta nas espectaculares sequências de acção (fazendo tudo parecer-se um ballet, extremamente violento), os pombos brancos quetanto aparecem nos seus filmes, maus mesmo maus, um herói com estilo (sim, até Van Damme tem estilo com a camara de Woo) e um plano que Woo iria utilizar novamente em Face/Off (o seu melhor filme americano) com John Travolta e Nicolas Cage, aqui com Van Damme e Arnold 'The Mummy' Voslo, no confronto final entre os dois, um grandioso tiroteio, recheado de explosões. Lance Henriksen é o vilão (mau mesmo) de serviço, neste festim de tiros e explosões muitíssimo bem feito, como pouco se vê no cinema de acção. Mas se apreciar este filme na sua totalidade, tem se entrar na onda e esquecer qualquer racionalidade e apreciarmos a acção ininterrupta (sim, é mesmo do início ao fim). Este será o melhor filme de Van Damme e abriu caminho a Woo para realizador de seguida Broken Arrow, o excelente filme de acção com Travolta e Christian Slater. Um filme imperdível para os fãs de acção. Para os outros, desliguem o cérebro e apreciem.

Trailer:

Esta semana, nos cinemas portugueses...

... temos I'm Not There, de Todd Haynes, com um elenco de luxo a fazer várias imitações de Bob Dylan: Richard Gere, Christian Bale, Cate Blanchett (que dizem estar brilhante) e o falecido Heath Ledger (este foi o último filme do actor a estrear antes de falecer). Nomeado para o Óscar de Melhor Actriz Secundária, para Blanchett e aclamado como um dos melhores filmes do ano. A estreia da semana, sem dúvida.
Trailer:


Depois temos:
Death Sentence, de James Wan, com Kevin Bacon a proteger a sua família de forma brutal. O trailer foi aqui colocado no blog uns dias atrás.

The Mist, de Frank Darabont, com Tom Jane e Mrcia Gay Harden, um filme de suspense e terror baseado numa obra de Stephen King. Diz quem viu que se trata de um bom filme, com um final surpreendente. A terceira melhor estreia da semana...
Trailer:


Interview, de e com Steve Buscemi e Sienna Miller, a segunda melhor estreia da semana...
Trailer:


... e The Bucket List, de Rob Reiner, o êxito de bilheteira que reúne pela primeira vez dois gigantes do cinema: Jack Nicholson e Morgan Freeman, numa comédia dramática sobre dois homens, na casa dos 70, com uma doença terminal, que decidem fazer uma lista de tudo o que gostariam de fazer antes de morrer e cumpri-la. Este será, sem dúvida, o mais visto do fim-de-semana.
Trailer:

24 de Abril, nas salas de cinema portuguesas, estreia...

... Blade Runner, the final cut. Já lançado em DVD no Natal passado, esta nova e Última (será) versão deste marco do cinema estreou no final do ano passado nos cinemas americanos e tem estreado um pouco por toda a Europa desde Janeiro. Pois bem, a 24 de Abril chega a vez de Portugal ter a oportunidade de ver este filme numa sala de cinema novamente (para muito será a primeira vez como, por exemplo, para mim), o local perfeito para se ver este clássico de Ficção Científica, com uma história tão complicada como intrigante, que tantas gerações de reaçizadores e argumentistas influenciou e continua a influenciar. Para quem quiser descobrir (ou redescobrir) este marco numa sala de cinema, tem agora a sua oportunidade. Eu vou...

E o filme desta tarde foi... Horton Hears a Who (2008)

Dos produtores de Ice Age, chega-nos este filme de animação da Blue Sky Studios, baseado num conto de Dr. Seuss. A história reza o seguinte: um elefante, de nome Horton, encontra um pedacinho de pólen, onde mora a população dos Who. Mas apenas ele os ouve, fazendo com que o resto da sua comunidade pense que ele está louco. Então, para evitar a destruição da civilização minúscula, Horton decide levá-los para um local seguro.
Na versão original temos um desfile de estrelas: Jim Carrey (bem melhor que ouvir o João 'Big Show SIC' Baião), Steve Carrell (dois grandes da comédia americana), Caroll Burnett (grande regresso da comediante), Seth Rogen (este está em todas agora, também fez voz em Shreck, The Third e The Spiderwick Chronicles), Isla Fisher (Wedding Crashers; Definetly, Maybe), Jonah Hill (Superbad, Knocked Up, The 40 Year Old Virgin), Jayme Pressly (My Name is Earl) e Will Arnett (Arrested Development). O resultado é um excelente filme para todos (sim, não apenas para adultos), onde encontramos boas cenas de comédia slapstick, umas personagens bem conseguidas (e algumas das melhores são secundárias) e uma boa dose de divertimento. O melhor filme de animação do ano (até agora, atenção, pois ainda falta Wall-E e não estamos a falar de Persepolis, pois ainda não vi), bem melhor que Winx e O Patinho Feio, que estrearam recentemente. Aconselhável, sem dúvda. E no cinema que vi o filme, esomos presenteados com o primeiro teaser de Ice Age 3, que estreia em Julho de 2009.

E o segundo filme desta noite é... Jackie Brown, de Quentin tarantino (1997)

O terceiro filme de Tarantino é, de acordo com a opinião de muitos, o menos Tarantino de todos eles, sendo baseado na obra de Elmore Leonard. Mas, na verdade, é um filme baseado na obra de Leonard, com argumento escrito por Tarantino e, apesar de ser diferente de todos os outros filmes da sua filmografia, é um Tarantino de gema pura, com a sua forma de filmar fantástica, os seus diálogos de outro mundo, o seu argumento inteligente e a sua escolha de música para acompanhar o filme. Este Jackie Brown é um exploitation mas em sentido épico, com Samuel L. Jackson no papel de Ordett Robbie, Robert DeNiro como o seu capanga, Bridgett Fonda, Michael Keaton (num papel que voltaria a interpretanar na sua participaçãpbem pequena em Out Of Sight, de Steven Soderbergh) e os aqui recuperados Robert Forster e Pam Grier, dois ícones do cinema exploitation. E, como sempre, Tarantino brinda-nos com uma banda-sonora funk fantástica, provando uma vez mais que consegue encaixar músicas que nunca pensariamos encaixarem num filme. Tudo neste filme é perfeito, começando no inesquecível início (Jackie Brown na passadeira rolante) até ao grande final. Mais uma grande obra de Tarantino.

P.S.: Este é, até à data, o único filme de Tarantino que não é filmado em Scope.

Trailer: This Christmas, Santa's got a brand new bag.

terça-feira, 25 de março de 2008

E o primeiro filme desta noite é... Big Trouble in Little China - de John Carpenter (1986)

Este filme de aventuras é um misto de vários géneros: aventura (como foi dito), comédia, fantasia, crenças chinesas, magias chinesas, artes marciais, acção. Carpenter realiza um filme memorável, com um Kurt Russel hilariante, crinado uma má (mas excelente) imitação de John Wayne desenvolvendo, assim, um anti-herói que nada sabe fazer: não sabe matar, não sabe lutar, por vezes é cobarde (mas de uma forma subtil, sem o querer mostrar) mas sempre hilariante. A sua verdadeira é ser um fala-barato. O filme na sua altura de estreia foi um gigantesco fracasso, passando apenas três semanas em exibição nas salas americanas e criando um clima de tensão entre Carpenter e a Fox, fazendo com que o realizador se afastasse bastante de projectos para grandes estúdios (os seus filmes seguintes seriam The Prince pf Darkness e They Live, filmes para a Universal mas independentes e o seu próximo filme de estúdio seria Memoirs of an Invisible Man, para a Warner Bros., seis anos mais tarde). O filme foi postriormente descoberto em VHS e em exibições televisivas (tal como acontecera com The Thing, também de Carpenter e com Kurt Russel) e criou, assim, uma enorme legião de fãs, sendo hoje um filme bastante conhecido e apreciado. Um dos grandes filmes de culto do cinema e um filme algo invulgar mas de excelente entretenimento e qualidade. Mais um grande trabalho do Mestre Carpenter. E uma excelente personagem de Russel (as suas personagens mitícas, na minha humilde opinião, são Snake Pliskenn, Stuntman Mike e este Jack Burton). Um clássico!!



Cá vos deixo alguns petiscos: o poster fantástico, um dos trailers do filme e o videoclip dos The Coup de Villes, banda composta por Carpenter himself, Nick Castle (frequente colaborador de Carpenter no seu início de carreira) e Tommy Lee Wallace (outro colaborador do realizador que, por sua vez, realizou Halloween #: Season of the Witch, produzido por Carpenter). Cá estão...


Trailer:


Videoclip dos The Coup de Villes "Big Trouble in Little China", escrita por John Carpenter:

L.A. Confidential - de Curtis Hanson (1997)

L.A. Confidential é um film noir de gema, com a femme fatalle, o polícia que não segue as regras, com um passado desgraçado e pouco amado, um vilão mau como as cobras e uma história de corrupção implacavél. Baseado na obra de James Ellroy, o argumento de Brian Helgeland e Curtis Hanson é inteligente e perfeito, dando-nos ainda diálogos cativantes e interpretações 5 estrelas de todos os actores, especialmente Russel Crowe, Guy Pearce (as revelações do filme na altura), Kevin Spacey (o seu Jack Vincencce é brilhante), James Cromwell, Danny DeVitto e Kim Basinger (vencedora do Óscar de Melhor Actriz Secundária). O filme foi ainda galardoado com o Óscar de Melhor Argumento Adaptado e ajudou a lançar (ainda mais) a carreira de Curtis Hanson (esta é a sua obra-prima). Devido ao êxito deste filme, uma série de televisão começou a ser filmada, com Kiefer Sutherland no papel principal, mas não passou do episódio piloto. Um brilhante filme, cheio de suspense, cativante do início ao fim, mistério e algum humor pelo meio. Um perfeito de exemplo de film noir e um dos melhores filmes da década de 90. Imperdível!

E o primeiro filme desta tarde é... L.A. Confidential, de Curtis Hanson

Este L.A. Confidential colocou de imediato no mapa o realizador Curtis Hanson, os actores Russel Crowe e Guy Pearce (ambos australianos) e deu o Óscar de Melhor Actriz Secundária a Kim Basinger. Para além disso, temos Kevin Spacey, James Cromwell, Danny DeVitto e muitos mais. Um film noir e um já um clássico. Está na altura de o rever (não deveria dizer isto mas o filme está todo disponível no youtube). Cá vai o trailer...

The Dead Girl (2006)

Este filme independente conta-nos as histórias de várias pessoas cujas vidas sõ afectas por uma outra: uma rapariga morta descoberta por uma mulher desajustada, uma mortuária que pensa que a rapariga morta é sua irmã e a mãe da rapariga. Tudo isto contado em vários segmentos separados. Temos aqui um elenco de luxo: Josh Brolin, Marcia Gay Harden, Bruce Davidson, Mary Steenburgen, Kerry Washignton, Brittany Murphy, Tonni Collete, Giovanni Ribisi, James Franco e Rose Byrne, todos com excelentes participações. Um drama forte, bem conseguido, curto e bem realizado. Diziam ser um dos melhores filmes estreados o ano passado e realmente assim o é.

segunda-feira, 24 de março de 2008

E o filme desta noite é... The Dead Girl (2006)

Estreado em Portugal na época de Blockbusters (passando assim despercebido), este The Dead Girl é um filme americano, de produção independente. No elenco encontramos Toni Collette, Britanny Murphy, James Franco, Giovanni Ribissi, Kerry Washington, Josh Brolin, Marcia Gay Harden, entre outros. Muitos dizem que este é um dos melhores filmes estreados em 2007. Cá fica o trailer...

E o filme desta noite foi... Straightheads (2006)

Straightheads é um filme britânico produzido em 2006, com Gillian Anderson e Danny Dyer nos principais papéis. Após ser violada, Alice descobre um dos seus violadores e decide aplicar a velha ideia de vingança pelas suas próprias mãos, com a ajuda do seu namorado, que ficou algo desfigurado pelos violadores de Alice. Começa assim uma viagem de vingança e de violência.
Straightheads nãp apela muito pela originalidade do argumento (uma ideia que já foi utilizada inumeras vezes). As personagens não são totalmente captivantes (e a fundamental química entre Anderson e Dyer é quase inexistente) e os diálogos não são, também, o ponto forte do filme. O melhor do filme é mesmo Gillian Anderson, que nos apresenta uma representação acima da média, mostrando uma vez mais que é uma actriz que merecia receber mais valor. O filme tem a duração de 76 minutos, o que é outro ponto a favor do filme pois vai directo ao assunto. Um filme dispensável, que só tem mesmo a seu favor Gillian Anderson, que regressa este Verão como Dana Scully, no segundo filme de The X-Files, que estreia nos States a 25 de Julho (por cá ainda não se sabe).

Trailer:

Explorers - de Joe Dante (1985)

Explorers é a história de três rapazes que, após um deles ter um sonho, decidem construir uma nave espacial. Uma descoberta é feita pelo cientista do grupo e a nave que construiram levanta vôo, levando-os para uma aventura que os marcará para sempre.
Ethan Hawke e River Phoenix (aqui nas suas estreias em cinema) são duas das crianças da aventura, James Cromwell é o pai de Phoenix (com uma curtíssima participação) e Joe Dante é o realizador, criando aqui uma bela fabúla de ficção científica e aventura, com um tom de comédia. Ou seja, este é um daqueles filmes para miúdos e graúdos que já não se fazem actualmente (um autêntico produto dos anos oitenta) que leva a imaginação dos miúdos mais longe e faz os adultos sentirem-se crianças de novo (eu senti-me já que a última vez que tinha visto este filme era ainda miúdo). Dante consegue ainda criar uma boa homenagem ao cinema de série B, de ficção científica dos anos 50 (War of the Worlds, Forbidden Planet, etc.) utilizando várias referências desses génrros que tantas gerações entusiasmaram (e ainda entusiasmam). Ainda temos tempo para uma partitura da autoria de Jerry Goldsmith. Descubram este Explorers, se tiverem oportunidade. Um clássico para muita gente.

domingo, 23 de março de 2008

E o filme desta noite é... Explorers, de Joe Dante (1985)

Joe Dante, realizador de Gremlins, Innerspace e Small Soldiers, trouxe-nos em 1985 este Explorers, com um Ethan Hawke em criança e a estreia de River Phoneix no cinema. O filme tornou-se um clássico do género, tal como aconteceu com vários filmes de Dante. Cá fica o trailer (do lançamento do filme em VHS, pois não encontrei o trailer oficial do filme).

Stand By Me - de Rob Reiner (1986)

Rob Reiner (realizador de A Few Good Men; When Harry Met Sally, Misery e o recente The Bucket List) realizou em 1986 este Stand By Me, uma história de quatro rapazes que decidem ir à procura do corpo de uma criança desaparecida, da mesma idade deles. Essa viagem acaba por ser uma de descobrimento, de amadurecimento, coragem e fortes laços de amizade. Os quatro protagonistas são: Will Weathon, River Phoenix (o prematuramente falecido actor de The Mosquito Coast, onde era o filho de Harrison Ford, e o jovem Indiana em Indiana Jones and the Last Cruzade, e por acaso faz lembra um Harrison Ford mais jovem), Corey Feldman (actor produto dos anos 80 de filmes como Friday, The 13th - Part IV; Lost Boys; Goonies, e que hoje não tem praticamente carreira, sendo aquilo que chamam um has-been) e Jerry O'Connel (Scream 2 e que hoje anda em bastantes produções televisivas), temos ainda Kieffer Sutherland como o rufia, John Cusack como o irmão falecido de uma das personagens e Richard Dreyfuss como o narrador da história. E é de salientar que os quatro jovens brilham bastante. São fantásticos nas suas interpretações (pode-se dizer que, por exemplo, Jerry O'Connel tem aqui a melhor interpretação da sua carreira) e cativam-nos por completo. Rob Reiner tem uma realização muito bem conseguida e a banda-sonora é fantástica (o filme passa-se em 1959). Um filme imperdível, um clássico e um filme recordado por gerações.

Cá vos deixo o videoclip da música do mesmo título do filme, que conta com os quatro actores. Este video clip tornou-se também um clássico...

E o filme desta noite é... Stand By Me, de Rob Reiner (1986)

Rob Reiner (numa época áurea da sua carreira como realizador) dirige quatro crianças (River Phoenix, Will Weathon, Corey Feldman e Jerry O'Connel) neste drama sobre crescimento, amizade e coragem. Também encontramos Kiefer Sutherland, John Goodman e Richard Dreyfuss, como o narrador. Dizem ser já um clássico. E atenção à banda-sonora. Cá vai o trailer...

Death Sentence - de James Wan (2007) - Estreia a 27 de Março

Assim de repente, estando antes sem data de estreia prevista, estreia nesta Quinta-Feira Death Sentence, do realizador James Wan, o mesmo de Saw e Dead Silence. Kevin Bacon é o protagonista, protegendo de forma violenta a sua família de um grupo de criminosos. Dizem ser um filme bem violento. A critíca falou bem mal do filme mas o (pouco) público que o viu gostou bastante (pelo menos em fóruns tal foi verificado). Por aqui também anda John Goodman. Cá vos deixo o trailer.


sábado, 22 de março de 2008

Night Of The Living Dead - de George A. Romero (1968)

Em 1968, surgiu este filme de baixissimo orçamento (é aquilo a que chamaram de filme regional), com sequências chocantes (canibalismo) e com fortes critícas à sociedade da altura (comunismo, racismo, etc.)
Pela primeira vez, o protagonista do filme era negro e era imperfeiro (acabamos por descobrir que o seu plano não era o correcto), trazendo algo de novo ao cinema, na altura. Romero traz-nos uma realização sombria, assustadora, gótica e bastante eficiente para um filme de terror invulgar e excepcional. A fotografia (o glorioso preto e branco) faz o filme ainda mais assustador e é simplesmente fantástica.

Um filme de baixo orçamento que se tornou um grande clássico e um dos melhores e mais influentes filmes de terror de sempre. Indespensável! E confirma Romero como pai dos filmes de zombies (e em Abril estreia o seu novo filme, Diary of the Dead).

quinta-feira, 20 de março de 2008

E o filme desta noite é... Night of the Living Dead, de George A. Romero (1968)

Nos primeiros tempos deste blog, falei um pouco deste filme clássico e que tantas gerações de realizaodes influenciou. Pois bem, está na altura de rever tal clássico, realizado por George A. Romero, o pai dos filmes de zombies (devido a este filme). Trata-se de um filme independente, com vários problemas de direitos de copyright (encontra-se a explicação facilmente na net). O filme até pode ser encontrado na sua totalidade no youtube, muito facilmente. Aqui vos deixo o trailer deste filme intemporal (do qual foi feito um remake, também muito bom, realizado por Tom Savini).


Dead Silence - de James Wan (2006)

Antes de mais, um pequeno reparo: no post onde se inclui o trailer deste filme, há um pequeno erro: o filme é de 2006, não de 2007, como coloquei.
Agora, passando a este Dead Silence. Escrito pelos argumentistas de Saw e realizado por James Wan, o mesmo de Saw (o primeiro), este Dead Silence é um thriller sobrenatural sobre maldições, ventríloquos e seus bonecos e vingança. Não tendo ninguém extremamente conhecido no elenco (à excepção de Bob Gunton (The Shawshank Redemption), Amber Valleta (Hitch, Transporter 2) e Donnie Walhberg (irmão de Mark Walhberg e que entrou em The Sixth Sense e nos últimos três filmes de Saw), este filme é visualmente bem conseguido (com uma boa fotografia e bom uso das cores) e melhor do que muitos o pintam (apesar de não ser assim tão bom, atenção). Não sendo tão sádico como Saw (nem tão violento) o filme entra em territórios diferentes do filme anterior de Wan (o que é bom). O problema é que, apesar da boa fotografia, o argumento puderia ser melhor e a realização também. E o filme simplesmente não assusta, sendo prevísivel por vezes (até demais) e com um 'plot' que já se viu muitas outras vezes. Concluindo, é um filme que se vê bem, mas não poderá ser visto com grandes expectativas. Inédito nas salas portuguesas, tendo sido lançado directamente para DVD.

Halloween: Ressurection - de Rick Rosenthal (2002)

Rick Rosenthal regressa à saga Halloween, depois de ter realizado o segundo capítulo da saga. Continuando a história de Halloween H20, o filme abre com uma cena com Laurie Strode (Jamie Lee Curtis de regresso, aqui num curtissimo papel) que deverá ter chocado muitos fãs da saga. De resto, o filme segue um grupo de jovens que, fazendo parte dum tipo de Big Brother, vão para casa de Michael Myers tentar descobrir as suas origens, enquanto são vistos por milhares de pessoas na internet.
No elenco temos também Tyra Banks e Busta Rhymes e isto não ajuda ao filme. Busta Rhymes surge-nos com monólogos que fazem lembrar conversas de crianças de 5 anos e as suas atitudes entram nesse mesmo campo, tornando o filme algo... ridículo, por vezes (então o seu Kung Fu, não passa pela cabeça de ninguém) De resto, o filme vê-se bem, mas é um passo atrás, depois do muito bem conseguido Halloween H20.
Esta foi a última aparição de Michael Myers. Em 2007 (e estreado agora cá) surgiu o remake do filme, com um novo início. Mas disso já aqui se falou. Deixo-vos com o poster.

E o terceiro filme desta noite é... Dead Silence, de James Wan (2007)

Do realizador de Saw, chega-nos este filme de terror, inédito nos cinemas portugueses. Dizem ser uma barbaridade. Já vos digo se é ou não. Até lá, deixo-vos o trailer.

E o segundo filme desta noite é... Halloween: Resurrection, de Rick Rosenthal (2002)

O realizador de Halloween II regressa à saga com este oitavo filme. No elenco temos Busta Rhymes (!), Tyra Banks (!!) e Jamie Lee Curtis de regresso. Cá vos deixo o trailer.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Speed Racer - de The Wachowsky Brothers (2008) - Teaser Poster

Este é o Teaser Poster de Speed Racer, o novo filme dos criadores da trilogia The Matrix, baseado na série de animação de culto (da qual Quentin Tarantino é fã).
No elenco temos Emile Hirsch (Into The Wild), Christina Ricci (Sleepy Hollow), Matthew Fox (Lost), John Goodman (The Big Lebowsky) e Susan Sarandon (Dead Man Walking).

Wall-E (2008) Trailer

E aqui vos deixo o novo trailer de Wall-E, o novo filme da Disney/Pixar. E parece fabuloso. Estreia em Agosto por cá.

Stripes - de Ivan Reitman (1981)

Na onda de National Lampoon's Animal House (em que Ivan Reitman e Harold Ramis participaram no argumento, depois sendo realizado por Joh Landis) este Stripes é uma comédia que se desenrola no mundo militar. Bill Murray (aqui uns tempos depois de ter saído de SNL, numa época dourada da série e da comédia americana) é o protagonista, juntamente com Harold Ramis. O resultado é uma comédia muito bem conseguida (servindo também de paródia) e uma das melhores dentrp do género. John Candy e John Larroquete fazem parte do elenco, Elmer Bernstein compõe a (muito boa) banda-sonora e Murray é brilhante como sempre. Uma comédia imperdível. Depois disto, veio Ghostbusters.

O poster deste Stripes diz tudo.

E o primeiro filme desta noite é... Stripes, de Ivan Reitman (1981)

Esta comédia militar, estrada em 1981, é uma das melhores do género, com Bill Murray e Harold Ramis nos papéis principais. Ivan Reitman é o realizador. A seguinte colaboração de Murray. Ramis e Reitman foi Ghostbusters, uma das melhores comédias de sempre. John Candy também entra neste Stripes.
P.S.: Não consegui encontrar o trailer, por isso aqui vos deixo uma pequena cena.

Halloween H20 - de Steve Miner (1998)

No vigésimo aniversário de Halloween, estreou este Halloween H20, trazendo de volta Jamie lee Curtis à saga, no papel de Laurie Strodes. Steve Miner é o realizador do filme. Estreado após Screm 1 e 2 (filmes que trouxeram de volta os slasher movies e deram nova vida ao género do terror), este Halloween H20 tem algumas das formulas que resultaram na saga de Wes Craven: o produtor do filme é Kevin Williamson, criador da saga Scream, os conflitos de adolescentes estão presentes aqui e as interpretações estão bem conseguidas. Isto acaba por ser um "horror teen movie" mas, ao contrário de muitos outros (que hoje em dia surgem bastante no cinema) este é um "horror teen movie" bem conseguido: curto (75 minutos de filme), emocionante (o filme é sempre a andar, ganhando assim um bom ritmo, nunca chegando a ser aborrecido), a banda-sonora ajuda bastante (composta por John Ottman, um especialista neste género, com música adicional de Marco Beltrami, da saga Scream, com utilização do tema composto por John Carpenter, este último não querendo ter envolvimento no filme) e a realização é competente. O único senão é o melodrama a mais (por vezes). A violência até ajuda o filme, apesar de ser sempre mais do mesmo e prevísivel. Mas afinal, acaba-se por se apreciar o filme porque torna-se um boa sessão de entretenimento, sem querer ser mais que isso. E trazer de volta Jamie Lee Curtis ajuda bastante. Josh Artnett (na sua estreia cinematográfica) é o filho de Laurie Strodes e Michelle Williams é a sua namorada. Temos aqui uma pequeníssima participação de Janet Leigh, mãe de Jamie Lee Curtis e protagonista de Psycho (a famossa e histórica cena do chuveiro), onde numa cena, temos uma pequena homenagem ao filme de Hitchcock (com uma pequena composição musical de Ottman a partir da música clássica de Bernard Herrman).
Concluindo: este sétimo filme (que é uma sequela dos dois primeiros capítulos da saga, com Jamie Lee, esqucendo todos os outros filmes pelo meio) é o segundo melhor da saga Halloween, tornando-se uma boa surpresa e uma luvada de ar fresco numa saga que já (há muito) mostrava estar sem originalidade e força. Um bom filme de terror e um dos melhores "horror teen movies" depois de Scream. Aconselhável.

P.S.: Depois do êxito de bilheteira desta sétimo filme (o mais rentável até à altura da saga, com 58 milhões de dólares) surgiu o oitavo filme, em 2002. E desse já falaremos...

E o filme desta tarde é... halloween H20, de Steve Miner (1998)

Halloween H20 esreou no vigésimo aniversário da estreia do original. Jamie Lee Curtis regressa finalmente à saga como Laurie Strodes, acompanhada de Josh Hartnett (aqui a sua estreia no cinema), Michelle Williams (a ex-namorada de Heath Ledger), LL Cool J., Adam Arkin (o filho de Alan Arkin) e, claro está, de Michael Myers. Steve Miner, o realizador de Friday, The 13th - Part II é o realizador de serviço deste filme pós-Scream, que esquece a existência do terceiro, quarto, quinto e sexto filmes, sendo uma sequela dos dois primeiros. Se vale a pena? Já o direi. Cá vos deixo com o trailer...

Halloween: The Curse of Michael Myers - de Joe Chappelle (1995)

Com este sexto capítulo, novos elementos são introduzidos na mitologia de Michael Myers: a sua origem através de um culto secreto, homens de negro, a sua filha e o regresso de Tommy Doyle, o rapaz que Laurie Strodes cuidava no primeiro filme da saga. Donald Pleasence regressa como Dr. Samuel Loomis (este seria o seu último filme antes de falecer) e Paul Rudd (de The $0 Year Old Virgin, Knocked Up, The Cider House Rules) faz a sua estreia no cinema. As interpretações são más (como seria de esperar) mas o filme é melhor que o quinto capítulo e, ao menos introduz um novo elemento à saga (apesar de ser uma má ideia). O suspense, por seu lado, é nulo e o terror também, trazendo-nos assim mais uns momentos cómicos (e não é deliberadamente). E depois disto, parecia que a saga de Halloween morria no cinema (o filme não foi um êxito) mas em 1996, sairia um filme de terror que traria nova vida ao género (Scream) e à saga Halloween. Em 1998, saiu Halloween H20 e rejuvenesceu a saga de Myers. Desse filme, falaremos já de seguida...

Halloween 5: The Revenge of Michael Myers - de Dominic Othenin-Girard (1989)

Este quinto capítulo da saga de Michael Myers é facilmente o pior de todos os filmes: más interpretações (algo comum no género), mau argumento (também comum), péssimos diálogos, situações ridículas, má realização (de um realizador totalmente desconhecido). O filme não é assustador mas sim cómico pelas razões erradas, devido à sua realização e às situações totalmente patetas que as personagens criam, evitando assim o suspense e o ambiente assustador que aqui seria necessário. Este sequela foi feita à pressa (para que estreasse um ano0 depois do quarto filme) e sofreu bastante com isso. Donald Pleasence regressa como Dr. Samuel Loomis e é o único actor que se safa (e mesmo assim...) e Danielle Harris regressa também como Jamie lloyd, a sobrinha de Michael Myers, aqui numa representação má (começa muda e, de repente, fala novamente). A ver apenas para umas boas risadas (ou para ver se estiverem bebâdos, que será a única forma de se poder apreciar o filme). E aí vem o sexto...

E o terceiro filme desta noite é... Halloween: The Curse Of Michael Myers, de Joe Chappelle (1995)

Michael Myers regressa neste sexto capítulo, o primeiro a ser lançado por um estúdio maior (neste caso a Dimension, subsidiária de Miramax). Donald Pleasence regressa também (este seria o seu último filme antes de falecer) e está acompanhado por Paul Rudd (aqui creditado Paul Stephen Rudd, actor de The 40 Year Old Virgin e Knocked Up, entre outros). Cá fica o trailer...

E o segundo filme desta noite é... Halloween 5 - The Revenge of Michael Myers, de Dominique Othenin-Girard (1989)

E está na hora de continuar a saga de Halloween (uns tempinhos atrás, no horroricons.blogspot.com, foram colocados comentários a Halloween, Halloween II e Halloween 4). Donald Pleasence e Danielle Harris regressam nesta sequela e Michael Myers também. Cá fica o trailer...



E vejam-me só isto...


Por esta não esperava. Mas não fiquem contentes demais... este é mais um poster que foi lançado devido a Grindhouse e não para o filme de Machete... Esse ainda não está confirmado (mas esperemos impacientemente que seja). De qualquer forma, teremos de agradecer a Rodriguez, Tarantino e ao pessoal de Troublemaker Studios por esta pequena prenda.

Batman Begins - de Christopher Nolan (2005)

Christopher Nolan, realizador de Memento e Insomnia, apresenta-nos esta reinvenção do Cavaleiro das Trevas, Batman. Nolan gosta de explorar a obssessão e gosta de apresentar personagens atormentados (como se viu nos seus dois filmes anteriores) e aqui não excepção, criando um Batman obssecado pela vingança e atormentado por tal desejo, levando-nos a uma personagem mais próxima dos comics como não se tinha visto em nenhum outro filme de Batman (apenas na aventura animada Batman: Mask of the Phantam, um grandioso filme de animação). Nolan realiza um filme mais realista, contando-nos a criação de Batman duma forma nunca antes vista e mostrando-nos os seus medos e o porquê da sua busca de justiça. Christian Bale é um Batman perfeito e vem acompanhado de um elenco de luxo que inclui: Michael Caine, Morgan Freeman, Ken Watanabe, Liam Neeson, Cillian Murohy, Rutger Hauer e Katie Holmes (a única que destoa no filme, com uma representação ensonsa, sem alma). E a banda-sonora do filme junta dois monstros da música (composta para cinema): Hans Zimmer e James Newton Howard, misturando os seus dois géneros (distintos), criando assim uma banda-sonora poderosa,
emotiva e emocionante (foi a primeira vez que dois
compositores tão consagrados se juntaram para comporem uma banda-sonora juntos), substituindo assim o fantástico trabalho de Danny Elfman nos dois filmes de Tim Burton e de Elliot Goldentall nos filmes (desastrosos, embora o terceiro ainda se veja bem) de Joel Schumacher, o homem que, sozinho, conseguiu quase matar a carreira cinematográfica do Homem-Morcego com a sua versão circense, alegre (demais) e com a atitude "And remember, this is a comic book!" que, com tanto prazer, referiu num dos docementários no DVD de Batman & Robin (essa frase era o que ele dizia à equipa antes de gritar acção, nos bastidores), levando tudo na brinacadeira e esquecendo-se que a personagem de Batman é uma das mais sérias, atormentados, sombrias e perturbadas dos comics (o que puderia ser muito bom material para um filme). Assim, com esta nova origem (e saga, pois este novo filme não está ligado aos quatro anteriores), Nolan traz-nos o melhor filme de Batman desde os filmes de Tim Burton e a melhor apresentação da personagem, mais fiél às suas origens. Um grande exemplo de Blockbuster que, este Julho, terá a estreia da sua muitissimo aguardada sequela, onde a maior parte do elenco regressa e com ainda Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhall (substituindo Katie Holmes) e o falecido Heat Ledger, so seu penúltimo papel (penúltimo pois o filme em que trabalhava na altura da sua morte vai proseguir, com Johnnie Depp e Jude Law a representarem o seu papel).


Bem-vindo de volta, Batman.

E o primeiro filme desta noite é... Batman Begins, de Christopher Nolan

Christopher Nolan assina este novo início cinematográfico para o Cavaleiro das Trevas, com um Christian Bale interpretando um Batman perfeito, acompanhado por um elenco de luxo: Michael Caine, Gary Oldman, Morgan Freeman, Tom Wilkinson e Cillian Murphy. Katie Holmes é a única falha (e que foi substituída por Maggie Gylhenhall para a sequela muitíssimo aguardada a estrear em Julho). Cá fica o trailer.

terça-feira, 18 de março de 2008

The Forbidden Kingdom - de Rob Minkoff (2008) - Trailer e Teaser Poster

O filme que reúne pela primeira vez Jackie Chan e Jet Li, com realização de Rob Minkoff, o co-realizador de The Lion King (yap!), Stuart Little (yap!!) e Haunted Mansion (yap!!!, o mau filme da Disney com Eddie Murphy). Ou seja, aqui espero ver um belo conto recheado de crenças chinesas, tipo Crounchin Tiger, Hidden Dragon, mas com mais acção e comédia (claro está, já que se trata de um filme comercial de produção americana). E ainda por cima com dois Ícones das artes marciais juntas pela primeira vez, Chan e Li (que diz-se que querem colaborar uma vez mais, num argumento que têem elaborado nos últimos 15 anos), e com coreagrafia de Yen Woo Ping, o lendário coreógrafo de filme como Drunken Master (o clássico e único filme de Kung Fu, que lançou Jackie Chan para o estrelato), Crouching Tiger, Hidden Dragon (com outros dois Ícones do cinema asiático, Chow Yun Fat e Michelle You e realizaod por Ang Lee) e da trilogia Matrix.
O único senão nsito tudo é Rob Minkoff (e como o facto de ser uma produção americana pode afectar o resultado final). Estreia cá em Maio, na semana antes de Indiana Jones.

Halloween - de Rob Zombie (2007)

Após ser adiado duas vezes cá em Portugal (estava narcada para Novembro e depois foi adiado para Janeiro e só estreou agora em Março), podemos finalmente ver a versão de Rob Zombie de Halloween, o clássico de John Carpenter. Sem entrando em comparações com o original (já lá vamos), Zombie apresenta-nos um filme de terror (pela violência) bem melhor que muitos do género, que estreiam nas salas hoje em dia. Comparando com o original, Zombie apresenta-nos a sua visºao de Michael Myers e sente a necessidade de tentar dar uma explicação sobre o que leva Myers a matar tudo à sua frente. E é aqui que encontramos o grande defeito do filme (para além dos diálogos pobres, por vezes): Zombie apresenta-nos um Michael Myers com uma infância triste, tendo uma mãe stripper, uma irmã que o despreza e um padrasto nojento. Ou seja, enquanto que Carpenter apresenta-nos um Myers misterioso, nunca nos dando um motivo para matar a sua irmã (com um plano sequência fantástico, que começa com a camara a descer do céu, como se uma entidade maléfica tivesse caído em Michael Myers, dando assim um aspecto sobrenatural e mistíco à coisa), Zombie apresenta-nos um Myers assassino fruto da sociedade e da sua infância, onde apenas não mata a sua mãe e a sua irmã bebé e que, com o passar dos anos, acaba consumido pelo mal que reside dentro de si. E dando-nos uma justificação, desmistifica a personagem de Michael Myers, acabando por não o tornar assustador e único (algo que Carpenter conseguiu de forma genial, sem nos apresentar motivo algum e criando um ambiente assustador com a personagem e não só) e conta-nos um começo de história numa hora quando Carpenter demorou apenas 5 minutos para o fazer, sem consultas com psiquiátrico e sem maior desenvolvimento do passado de Myers. Zombie apela também à violência e nudez gratuita, caindo assim no habitual filme de terror, com litros de sangue à mistura, enquanto que Carpenter conseguiu provar que se consegue fazer um Slasher movie sem violência e sem nudez (tem apenas uma única cena de nudez e nada mostra), criando um ambiente assustador através dos ângulos de camara, música (também recriada na versão de Zombie, um ponto forte do filme) e do mistério de Michael Myers.
Mas conseguimos ver que Rob Zombie é um fã incondicional do
clássico de Carpenter. Apenas, como fã e como remake, esperava-se mais. Como filme de terror, não é assustador, é prevísivel mas é visionavél e melhor que muita desgraça que aí anda. Simplesmente retirou o mistério de Michael Myers, perdendo assim um grande trunfo. Mas se Zombie decidir fazer um remake de Halloween II, de certo que fará um trabalho melhor, pois conseguiria fazer um remake melhor que o original.



P.S.: Atenção ao elenco do filme, recheado de estrelas de filmes de série B (e Z), como Malcolm MacDonell, Danny Trevo (o Machete e primo de Robert Rodriguez), Brad Douriff (a voz de Chuckie, o boneco assassino), Danielle Harris (a miúda de Halloween 4 e 5, que fazia de sobrinha de Michael Myers), entre outros.


Cá estão dois posters, o americano (e lançado em todo
o mundo) e o alemão.

Anthony Minghella - R.I.P. - 2008

Com 54 anos, o realizador Anthony Minghella deixa-nos. Com filmes como The English Patient, The Talented Mr. Ripley, Cold Mountain, Minghella dica com um legado exemplar. Mais uma perda de grande valor em 2008, depois de Brad Renfro (injustamente esquecido na cerimónia dos Óscares) e Heath Ledger.

Tropic Thunder - de Ben Stiller - Trailer

E agora coloco-vos aqui o trailer novissímo de Tropic Thunder, o quarto filme realizado por Ben Stiller e com um elenco de luxo (e Robert Downey Jr. a fazer de afro-americano parece fabuloso). Isto parece ser um grande filme de comédia. A aguardar com impaciência.

Tropic Thunder - de Ben Stiller - Teaser Trailer

Deixo-voa aqui o teaser de um dos filmes mais aguardados do momento: Tropic Thunder, realizado por Bem Stiller com ele mesmo, Jack Black, Robert Downey Jr. e Nick Nolte e com um interessante número de cameos no filme, como Tom Cruise. Um filme que nos conta a história de um grupo de actores que vai para um treino militar para o seu próprio filme e acaba numa guerra real. Isto promete bastante.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Mad Max Beyond Thunderdome - de George Miller e George Ogilvie (1985)

Depois do êxito dos dois primeiros capítulos e da saga se ter tornado fenómeno de culto, Miller e Gibson juntaram-se de novo para um terceiro e último capítulo do guerreiro da estrada, mas desta feita com o apoio por completo de um grande estúdio de Hollywood (Warner Bros.), um orçamento maior, um filme mais ligeiro (com classificação PG-13), mais comercial e com uma super-estrela da música: Tina Turner, que aqui é a vilã de serviço. E mesmo assim, Miller conseguiu criar um grande filme de entretenimento, com boas doses de humor (este Mad Max não deverá ser levado a sério mas sim, por vezes, como uma paródia aos filmes anteriores), excelentes sequências de acção e consegue criar um filme envolvente e, por fim, um bom entretenimento. E com este terceiro filme, o guerreiro da estrada deixa-nos para sempre, solitário como sempre... Três filmes de acção marcantes, que ajudaram a revolucionar o género.




E aqui vos deixo um extra, para os interessados: o videoclip da música de Tina Turner, feita para o filme...


E o segundo filme desta noite é... Mad Max Beyond Thunderdome, de George Miller e George Ogilvie

Mel Gibson, George Miller e Mad Max regressam com este (mais ligeiro) terceiro capítulo do guerreiro da estrada que percorre um mundo apocalíptico. E desta vez Max tem a companhia de Tina Turner (!) como a vilã da fita. Bryan May (dos Queen) desta vez não assina a banda-sonora do filme, deixando isso para George Fenton. Estreado em 1985 e mais um êxito de bilheteira, esta seria a última aventura de Max (há muito que se espera o seu regresso mas Gibson já disse que não o faria.) Trailer on the way...

Mad Max - Road Warrior - de George Miller (1981)

Esta sequela de Mad Max é também escrita e realizada por George Miller, que volta a fazer um excelente trabalho no campo da realização, criando sequências de cortar a respiração e fabulosas cenas de acção. Mel Gibson regressa como Mad Max que, desta feita, terá de ajudar uma pequena comunidade que se encontra rodeada por um gangue de perigosos e sádicos criminosos, que desejam o petróleo da comunidade. Mais uma aventura violenta e frenética aguarda Mad Max, num futuro apocalíptico, muito próximo dos dias de hoje... O êxito foi garantido e uma sequela estreou em 1885, desta feita com mais apoio de grande estúdio, Warner Bros., que garantiu a distribuição da saga astraliana.

domingo, 16 de março de 2008

Mad Max: Road Warrior, de George Miller

Em 1981, George Miller regressou com Mad Max, novamente com Mel Gibson. Desta vez, o filme passa-se num futuro (ainda) mais apocaliptico, onde já não encontramos uma civilização urbana. A lei do mais forte impera. Mad Max é um guerreiro solitário que acaba por ficar numa guerra entre um povo humilde e um gangue extremamente mortal e impiedoso. Um verdadeiro clássico de acção, que influenciou gerações futuras. Vejam o trailer.

Mad Max - de George Miller (1979)

George Miller escreve e realiza este intenso filme de acção, que revolucionou o género e revelou ao mundo Mel Gibson. Com sequências de perseguições e de duplos simplesmente fabulosas e com uma realização extraordinária de Miller, criando um clima de tensão de cortar a respiração, Mad Max tornou-se um clássico do género, através da sua realização original, utilizando alguns planos invulgares e criando uma personagem que ficaria para a história. Imperdível!
Um dos melhores filmes de acção de
sempre (e não é produção americana, trata-se de um filme australiano).

Monkey Shines - de George A. Romero (1988)

Romero escreve e realiza este thriller sobre um homem que fica paraplégico e tem uma macaca para fazer o que ele já não consegue. Mas uma ligação entre homem e animal é criada e tal ligação revela-se mortal.
Pode não ser nenhuma obra-prima mas Romero tem uma realização sólida e consegue criar um ambiente de suspense quando é necessário, prendendo o espectador ao filme. Um bom thriller, vindo de um mestre do terror.

E o filme desta noite é... Mad Max, de George Miller

Este filme australiano, que se tornou objecto de culto revelou ao mundo Mel Gibson. Tendo originado mais duas sequelas, este Mad Max é um clássico do género de acção. Deixo-vos o trailer...

sábado, 15 de março de 2008

E o filme desta noite é... Monkey Shines, de George A. Romero

Uma história de um homem paralisado que utiliza um macaco para satisfazer as suas necessidades... até que o macaco se torna mortífero. EScrito e realizado por George A. Romero, dizem tratar-se de outro clássico do género. Cá fica o trailer.

Ice Age: Dawn of Dinosaurs

Estreia em Julho de 2009 a terceira parte de Ice Age. Cá vos deixo o primeiro poster, novinho em folha e corre o rumor que o primeiro teaser sairá com as cópias de Horton Ears A Who, que tem pré-estreias em Portugal este fim-de-semana (estreia dia 20) e estreia nos States este fim-de-semana.

quinta-feira, 13 de março de 2008

The Incredible Hulk - Trailer Exclusivo

Aqui vos deixo com o trailer fresquinho do novo filme The Incredible Hulk. Este novo filme não tem qualquer tipo de lgação com o filme de Ang Lee (que gostei imenso), dando um novo início cinematográfico ao monstro verde da Marvel. Edward Norton é Bruce Banner7Hulk, Tim Roth é o vilão, Liv Tyler a donzela de serviço e William Hurt o general que deseja livrar a Terra do monstro verde. O realizador é Louis Leterrier (The transporter 1 e 2, Unleashed) e pelo trailer dá para vermos que realmente vamos numa direcção completamente diferente da versão de Ang Lee. Estreia no mundo inteiro em Junho.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Horton Hears A Who - trailer

Dia 20 de Março estreia esta animação dos criadores de Ice Age. A versão original conta com as vozes de Jim Carrey e Steve Carrell.

Wanted - Trailer

Do realizador de Daywatch e Nightwatch (a trilogia de fantasia russa), chega-nos este Wanted, que estreia este Verão. Parece ser um frenético filme de acção, com Angelina Jolie, James McCavoy e Morgan Freeman. Cá vos deixo o primeiro trailer.

No Country For Old Men - de Ethan e Joel Coen (2007)

Um homem depara-se com um grupo de mortos, encontrando
de seguida uma mala cheia de dinheiro. Devido a tal descoberta,
passa a ser perseguido por um imparável e frio assassino.
Os Irmãos Coen escrevem e realizam este thriller de cortar a respiração, violento e recheado de tensão, como não se via à muito no grande ecrã. Javier Bardem é o assassino de serviço e mete respeito: frio, imperdoável, duro e sempre a tentar não se sujar de sangue. Josh Brolin é o homem que encontra o dinheiro e o alvo de Bardem. E a perseguição é implacável. Tommy Lee Jones é o Sheriff de serviço, tendo uma pequena mas importantíssima participação no filme (é devido à sua personagem o título No Country For Old Men). O argumento é muitíssimo bom, com excelentes diálogos e a montagem está extraordinária.
Um filme com uma escalada de violência cada vez maior, com um clima de tensão de pôr os nervos à flor da pele (cada vez que vemos Bardem e o seu rosto frio, surge-nos um arrepio). Um Western moderno. Um dos melhores filmes do ano (e justo vencedor do Óscar de Melhor Filme, tal como seria There Will Be Blood).

The Shawshank Redemption - de Frank Darabont (1994)

Nomeado para 7 Óscares da Academia, incluindo Melhor Actor, Melhor Argumento Adaptado e Melhor Filme, a estreia de Frank Darabont na realização é excelente. Os protagonistas são Tim Robbins e Morgan Freeman e o argumento é baseado numa obra de Stephen King. Darabont escreve um argumento muito bom e dirige os actores de forma fantástica, contando com uma excelente realização e uma banda-sonora poderosa (mas ao mesmo tempo intimista) de Thomas Newman. E atenção a uma das melhores fugas de sempre.
Um grandioso filme. E uma grandiosa interpretação de Morgan Freeman,que serve também como narrador.

terça-feira, 11 de março de 2008

Redbelt - de David Mamet (2008)

Uns dias atrás deixei-vos com o trailer deste novo filme de David Mamet. Agora apresento-vos o poster. A aguardar com alguma ansiedade. Mamet apresenta-nos sempre argumentos sólidos, com excelentes diálogos. E não sabia que os brasileiros Rodrigo Santoro e Alice Braga (I Am Legend) aqui apareciam. Mas sabia de Tim Allen, aqui fazendo uma reviravolta completa, com um papel sério. Espero uma boa surpresa.

Indiana Jones and the Last Crusade - de Steven Spielberg (1989)

Indiana Jones regressa nesta terceira aventura. O filme começa em 1912, quando Jones era um jovem escuteiro (interpretado pelo excelente e, infelizmente, falecido River Phoenix, irmão de Joaquin Phoenix), onde nos é revelado, praticamente, a origem deste aventureiro (o uso do chicote, o nascimento da cicatriz no queixo, o seu medo por cobras) e somos de imediato transportados para 1936, onde Dr. Jones vai à procura do Cálice Sagrado, do qual o seu Pai, Dr. Henry Jones, é um perito. E devido a isso, está desaparecido. Inicia-se assim uma busca pelo Graal, tentado impedir o exército alemão (mais uma vez) de obter poder invencível. E enquanto isso, uma viagem de redenção entre pai e filho tem também início (tema que se tornaria recorrente em alguns filmes de Spielberg).
Harrison Ford regressa como Indiana Jones (fantástico, como sempre) e é acompanhado pelo The One And Only James Bond original, Sean Connery, como pai de Indiana, D.r Henry Jones. A quimíca entre os dois actores é soberba (é uma delícia ver dois ícones do cinema juntos) e os momentos cómicos são uma maravilha (este é o mais cómico da saga, até agora).
Spielberg apresenta-nos uma excelente e sempre segura realização, como de costume, e o argumento de George Lucas não desilude, trazendo-nos uma aventura mais ao estilo de Raiders of the Lost Arc do que Temple of Doom (o mais sombrio dos filmes).
Mais um verdadeiro exemplo de verdadeira aventura e de um excelente Blockbuster: bem escrito, bem realizado, bem interpretado, bastante emocionante e garantia de divertimento certo! Um clássico!!!
Venha o quarto filme, a 22 de Maio.

E o segundo flme desta noite é... The Shawshank Redemption de Frank Darabont

Aclamado como um dos melhores filmes de sempre e com umainesquecível sequência de fuga, este poderoso drama marca a estreia na realização de Frank Darabont. Tim Robbins é o protagonista e Morgan Freeman foi nomeado para Melhor Actor Secundário. Cá fica o trailer:

E o primeiro filme desta noite é... Indiana Jones and the Last Crusade - de Steven Spielberg

O terceiro capítulo do arqueólogo reúne Harrison Ford com o James Bond original: Sean Connery. Spielberg volta a realizar e George Lucas entra como produtor, umavez mais. Cá vos deixo o teaser (mostrando as flmagens do filme) e o trailer originais.

Teaser:


Trailer:

Righteous Kill - de Jon Avnet (2008) - Trailer

E aqui está o trailer do aguardado thriller Rightheous Kill. Aguardado porquê? Porque traza de novo Al Pacino e Robert DeNiro no mesmo filme, desta vez como dois polícias que trabalham lado a lado para capturarem um serial killer. Parece ser um vulgar thriller e a expectativa puderá ser demasiada, mas para ver dois monstros do cinema juntos de novo, deverá valer a pena. Estreia em Setembro nos States.


Leaving Las Vegas - de Mike Figgis (1995)

Mike Figgis escreveu e realizou este drama sobre um homem que perde tudo na cidade de Los Angeles e decide mudar-se para Las Vegas para alimentar o seu vicío e dele morrer: o álcool. Pelo caminho encontra uma prostituta que aos seus olhos, é o seu anjo da guarda.
Mike Figgis realiza um drama cru e realista, não recorrendo ao melodrama forçado e apresenta-nos duas personagens chocantes mas tocantes simultâneamente. Nicolas Cage tem uma grande interpretação, tal como Elizabeth Shue (o papel da sua vida), ambos nomeados ao Óscar. Cage venceu o Óscar e bem merecido foi, pois encarna a personagem de Ben tão bem que, por vezes, esquecemo-nos do Nicolas Cage que estamos tão habituados a ver em 'cheesy action movies'. Uma grande interpretação de um grande actor, antes da sua era herói de acção (depois deste Leaving Las Vegas veio The Rock). Atenção à banda-sonora, com algumas músicas do senhor Sting, soberbas.

Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull - Novo Poster

Aqui vos deixo, em exclusivo (!) o novissimo poster da quarta aventura de Indiana Jones. Na minha opinião, é um grandioso poster (daqueles que não me importava mesmo nada ter aqui nas paredes de casa) e captura o verdadeiro espírito de aventuras e da saga de Indiana. O filme estreia em Portugal a 22 de Maio, estreia mundial.


segunda-feira, 10 de março de 2008

E o filme desta noite é... Leaving Las Vegas - de Mike Figgis

Em 1995, Nicolas Cage ganhou o Óscar de Melhor Actor com este Leaving Las Vegas, onde contracena com a nomeada ao Óscar (pelo mesmo filme) Elizabeth Shue. Realizado por Mike Figgis.
Cá vos deixo trailer do filme desta noite de Segunda-Feira.


E brevemente...

... falarei deste (já) clássico do cinema de aventura: Conan, The Barbarian. Realizado em 1981 por John Millius e dando a conhecer ao mundo Arnold Schwarzenegger (este foi o seu primeiro grande filme), o filme foi um êxito de critíca e de público, dando origem a uma sequela (inferior mas divertida). Este primeiro capítulo foi escrito por Oliver Stone. Está previsto um novo filme de Conan em 2009. Aqui vos deixo o teaser poster deste Conan, The Barbarian. Quando for o filme da noite, avisarei.

Confessions of a Dangerous Mind - de George Clooney (2003)

George Clooney estreia-se na realização com esta comédia negra (e dramática) que nos conta a história (verdadeira?) de Chuck Barris, um homem que criou (e alterou para sempre) alguns concursos da televisão americana mais influentes (e maus) durante a década de 70. Mas, por detrás disso mantinha uma profissão secreta: assassino da CIA. Verdade ou não? Não se sabe ao certo.
O filme é baseado na autobiografia de Chuck Barris, com um argumento bom (como sempre) de Charlie Kauffman. Clooney faz um bom trabalho na sua estreia atrás das camaras, com uma fotografia fantástica e com um elenco de estrelas ao seu lado: ele mesmo (num papel secundário, de agente da CIA), Julia Roberts (a femme fatalle), Drew Barrymoore, Rutger Hauer (grande regresso, já que depois fez Sin City e Batman Begins) e Sam Rockwell, aqui com uma grande interpretação como Chuck Barris (Clooney dá a oportunidade a um actor menos conhecido de brilhar como protagonista, dando-lhe um grande papel, tal como viria a fazer com David Strathain em Good Night and Good Luck, seu filme seguinte).

Clooney estreou-se bem na realização com este Confessions of a Dangerous Mind. E logo depois seguiu-se o brilhante Good Night and Good Luck, mostrando um progresso enorme de Clooney atrás das camaras. Venha daí Leatherheads, a sua comédia romântica (e o seu terceiro filme como realizador) ambientada na década de 20 (que, pelo que parece, tem um estilo de humor muito dentro das comédias dos anos 30 e 40).

E o filme desta noite é... Confessions of a Dangeours Mind - de George Clooney



A estreia na realização de George Clooney. Com argumento do genial Charlie Kauffman, Clooney conta com Sam Rockwell, Julia Roberts, Drew Barrymoore, ele mesmo e com um cameo de Bradd Pitt e Matt Damon. Cá vos deixo o trailer.

State and Main - de David Mamet (2000)

Uma equipa de filmagens de uma super-produção de Hollywood encontra numa pequena cidade americana o local perfeito para as filmagens. Alguma da população local aproveita a situação para ganhar lucro e outros perdem alguns dos costumes da cidade. Enquanto isso, a equipa de filmagens enfrenta os seus problemas, desde a actriz principal não se querer despir até ao protagonista com um fetiche por raparigas menores.
David Mamet assina aqui uma comédia satírica, criticando a Hollywood dos dias de hoje (e as suas estrelas, os seus hábitos), apresentando-nos um argumento inteligente e diálogos muito bem conseguidos (tipíco de Mamet), tudo com um elenco de estrelas que inclui: William H. Macy, Sarah Jessica Parker, Alec Baldwin (também produtor executivo do filme), Phillip Seymour Hoffman, Julia Stiles, entre outros.
Uma grande comédia.

domingo, 9 de março de 2008

E o filme desta noite é... State and Main

Escrito e realizado por David Mamet em 2000, esta comédia tem no elenco William H. Macy, Alec Baldwin, Julia Stiles, Sarah Jessica Parker, Rebecca Pidgeon e Phillip Seymour Hoffman.Uma inteligente critíca à industria cinematográfica. Amanha terão um comentário ao filme.

The 25th Hour - de Spike Lee (2002)





The 25th Hour é um drama realizado por Spike Lee. O polémico realizador conta-nos a história (através de um magnífico argumento de David Bennioff, baseado no seu livro) de um homem, traficante de droga, que é apanhado pela polícia e tem agora a oportunidade de passar as últimas 24 horas de liberdade com a sua namorada e melhores amigos, antes de ir para a prisão durante 7 anos. O protagonista é Edward Norton, acompanhado de Rosario Dawson, Barry Pepper, Philipp Seymour Hoffman e Bryan Cox, todos com brilhantes representações (especialmente Norton e o seu monólogo histórico e poderoso). O filme é um drama forte, com grande critíca ao mundo que nos rodeia e às diferentes raças e tais preconceitos (com um excelente monólogo de Norton) e é um dos primeiros filmes a tocar na ferida do 11 de Setembro, numa cena em que Barry Pepper (no seu apartamento) e Phillip Seymour Hoffman têem um diálogo ao pé duma janela com vista para os destroços do World Trade Center. Uma cena fortíssima. Um grande filme, imperdível!



P.S.: Spike Lee tem aqui uma brilhante realização e apresenta-nos alguns planos inspirados em Mean Streets, de Martin Scorcese (algo que Spike Lee fez em algumas das suas obras). Grandes planos.