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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cop Out, de Kevin Smith (2010)

Dois polícias são suspensos depois duma operação que correu mal. Determinado a pagar o casamento da sua filha, um dos polícias decide vender uma carta de basebol valiosa. No entanto, após a carta ser roubada, ambos terão de descobrir o seu paradeiro, envolvendo-se com um perigoso gangue.
Cop Out é o primeiro filme de Kevin Smith que não é escrito pelo realizador e isso nota-se à distância. Apesar de Smith tentar introduzir elementos vulgares do seu cinema, tal não resulta com um argumento que já é bastante pobre de origem. Smith tenta ainda fazer deste seu filme uma paródia aos filmes de comédia e acção dos anos 80, utilizando mesmo Harold Faltermeyer na banda-sonora, compositor presente na banda-sonora de Beverly Hills Cop, um dos grandes clássicos dessa década. No entanto, no meio dessa tentativa de paródia, Cop Out acaba por ser apenas mais um filme dentro do género, com situações mais que vistas, piadas que passam ao lado e um argumento vulgar e sem chama.
Quanto aos protagonistas, Bruce Willis e Tracey Morgan: a dupla não tem química qualquer, onde cada um tenta ter piada mas sem conseguir durante grande parte do tempo. Willis, apesar de ter começado a sua carreira na comédia, poucas vezes acerta dentro do género (ainda acredito que Willis consiga fazer boa comédia mas precisa dum realizador à altura) e Morgan simplesmente... não tem piada alguma. Morgan tem apenas piada em 30 Rock pois, basicamente, interpreta-se a si mesmo. Fora desse registo, não consegue esboçar um sorriso.
Cop Out é uma comédia de acção vulgar, sem originalidade e sem muita piada, tentando ser uma paródia e homenagem a um género que é limitado. No entanto, temos aqui um filme que puderia ter sido divertido, se tivesse uma equipa diferente por detrás e um argumento bem conseguido. Parece que tal aconteceu com The Other Guys, com Will Ferrell e Mark Whalberg, do realizador Adam McKay (Ron Butgandy, Ricky Bobby, Step Brothers), um êxito de crítica e de bilheteira que estreia em Portugal em Novembro.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Live Free or Die Hard - Die Hard 4.0 - Viver ou Morrer - de Len Wiesman (2007)

Não vou aqui escrever muito sobre este quarto capítulo de Die Hard, até porque já falei muito acerca dele aquando da sua estreia (e após o ver no cinema). Revi agora em DVD e redescobri um dos melhores filmes deste Verão que Hollywood nos ofereceu. Recheado de acçaõ do início ao fim (tal como prometia), esta foi uma agradavél surpresa. Pouco ou nada se esperava (um regresso duma saga que começou em 1988 e realizado, ainda por cima, por Len Weisman de Submundo), mas foi bom rever John McClane (ou Bruce Willis) em grande forma. Vejam (ou revejam) este Die Hard 4.0. Não é tão bom como o clássico original (nem tal se esperava) mas é muito bom divertimento, sem dúvida...

domingo, 14 de outubro de 2007

Pulp Fiction - de Quantin Tarantino (1994)

E aqui está um dos grandes filmes dos anos 90 e de sempre. Digam o que disserem, esta continua a ser a obra-prima de Tarantino. O filme é simplesmente sublime, em todos os aspectos. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, em 1995, este foi também o filme que lançou Samuel L. Jackson, relançou John Travolta e deu uma lufada de ar fresco à carreira de Bruce Willis, tudo isto na segunda longa-metragem de Tarantino. Encontramos ainda Harvey Keitel, Uma Thurman (divinal), Quentin Tarantino, a nossa Maria de Medeiros, Ving Rhames, Tim Roth e Christopher Walken. A banda sonora é das melhores que já se ouviu e este um dos melhores filmes que já se viu. Há o cinema antes de Pulp Fiction e o cinema depois de Pulp Fiction.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Grindhouse - Planeta Terror - De Robert Rodriguez (2007)

Estreia agora estre nós a parte realizada por Robert Rodriguez para o projecto Grindhouse, colaboração essa feita com Quentin Tarantino (como todos nós já sabemos). Rodriguez consegue capturar melhor o espírito Grindhouse do que Tarantino mas isso não significa que este Planet Terror seja melhor que o Death Proof de Tarantino. Enquanto que em Death Proof temos todas as marcas de Tarantino (diálogos à maneira, grandes planos, referências às várias influências do realizador, banda sonora cool, etc.), aqui neste Planet Terror encontramos todas as marcas de Rodriguez (grandes sequências de acção e gore, banda sonora cool, diálogos à maneira, humor negro, as influências do realizador, nomeadamente no cinema de terror, etc.), o que faz com que sejam filmes completamente distintos um do outro mas com uma ligação muito forte. Fora dos States, as cópias de ambos os filmes foram as versões alargadas, não podendo então dizer se ficámos a perder em termos de conteúdo nos dois filmes (em termos de experiência cinematográfica, ficámos, pois seria uma delícia ver os dois filmes juntos e ver a verdadeira homenagem ao cinema Grindhouse), mas, de qualquer forma, estão aqui duas das grandes pérolas do ano. Este Planet Terror foi um prazer enorme ver na sala de cinema (já Death Proof o fora) e foi com enorme entusiasmo que apreciei esta experiência (a sequência a lembrar The Fog, de Carpenter, e a banda sonora parecidíssima com os vários trabalhos de Carpenter foram toques de génio). E Rose McGowan como Cherry Darling (e a sua perna metralhadora) são simplesmente fantásticos delírios. E claro, a melhor piada do ano: Bruce Willis (o eterno John Maclane) a revelar que foi quem matou Bin Laden. Para não falar nas várias critícas que o filme nos apresenta, ao bom estilo de Romero, apesar deste o fazer de uma forma iniguálavel, dentro do género. A não perder, este Planet Terror. E atenção ao trailer de Machete, logo no início do filme. Simplesmente fantástico!

-God is forgiving... I'm not.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Die Hard 4.0 e Transformers - Good Summer Fun

Dois filmes vindos de realizadores
não muito apreciados acabam por ser os dois melhores Blockbusters deste Verão, até agora. O que acaba por ser bastante surpreendente.Enquanto Die Hard 4.0 é muito old school, regressando ao espectacular trabalho de duplos e utilizando CGI o menos possível, Transformers é o oposto, como seria de esperar (também pudera... como fariam os nossos adorados Robots gigantes transformarem-se em carros se não fosse o CGI?). Transformers é uma extravagância de efeitos especiais e apresenta-nos algumas das melhores cenas de acção dos últimos anos, tal como Die Hard 4.0. Nenhum dos filmes tem subtileza, apenas são exactamente aquilo que prometem: grandes espectáculos de acção, sem querer apostar muito no argumento e no desenvolvimento das personagens. O que interessa nestes dois filmes é a acção, o espectáculo.E entregam o prometido, ao contrário da maior parte dos filmes que surgiram neste Verão. Michael Bay até foi o realizador certo para Transformers, já que para ele a acção foi sempre mais importante do que as personagens. Neste caso, resulta, ao contrário dos seus trabalhos anteriores. Sugestão: se quiserem ir ao cinema para se divertirem, não pensar e ver grandes sequências de acção, então escolham estes dois filmes. Mas são apenas isso: no-brainers, com explosões, tiros e nostalgia pelo meio. E como o Transformers despertou a criança dentro de mim de forma fantástica...Autobots, let's roll... and Yeppie Kay Yey.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

New Die Hard Trailer!

E deixo aqui o trailer final de Die Hard 4.0 - Viver ou morrer. A critíca já se manifestou e diz ser um grande espectáculo de acção, um dos melhores dos últimos anos, desdde que deixemos o cérebro à porta da sala. Vou ver hoje e depois deixo comentário. Como sou fã da série, estou à espera de algo bom daqui...