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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn, de Steven Spielberg (2011)

Baseado nas aventuras do jornalista belga criado por Hergé, Steven Spielberg e Peter Jackson juntam esforços para trazer a primeira aventura animada de Tintin ao cinema. Com argumento de Steven Moffat, Edgar Wright e Joe Cornish, Spielberg realiza esta animação em Motion-Capture, de forma a poder manter um aspecto das personagens mais fiel à banda-desenhada.
The Adventures of Tintin é uma aventura à antiga, apesar das novas tecnologias. Spielberg traz muito de Indiana Jones para esta aventura e consegue fazer uma obra melhor que o quarto filme do arqueólogo, onde encontramos cenas de acção inventivas (a perseguição em plano sequência é fantástica), um ritmo quase frenético, onde está sempre a acontecer algo e alguns momentos divertidos, mais dirigidos a um público mais jovem.
A animação está fantástica, apesar do facto de que poderia ser mais cartoon, e o elenco vocal está em forma: Jamie Bell (Billy Elliot), Andy Serkis (The Lord of the Rings) e Daniel Craig (Casino Royale) são as vozes principais e são bem dirigidas por Spielberg.
The Secret of the Unicorn é para ser o primeiro filme duma trilogia, sendo que o segundo será realizado por Peter Jackson. Se os restantes filmes apresentarem este espírito de aventura e divertimento, estaremos bem entregues.

Classificação:
****

sábado, 30 de julho de 2011

Super 8, de J.J. Abrams (2011)

Verão de 1979. Um grupo de rapazes está a filmar um filme de zombies na sua pacata cidade no interior dos Estados Unidos. Quando estão a filmar uma cena numa estação de comboios, assistem a um acidente enorme: o comboio que passava por eles descarrila e algo sai dentro de um dos vagões. Depois do acidente, acontecimentos estranhos começam a ocorrer na cidade e os militares surgem em peso, com uma agenda própria. O grupo de rapazes, tentando acabar o seu filme, vêem-se metidos no meio do mistério.
J.J. Abrams vê no cinema de Steven Spielberg (produtor executivo do filme) uma grande influência no seu trabalho. Como tal, Abrams decide criar uma aventura que traga de volta o espírito dos filmes de Spielberg dos anos 70 e 80. Dado a qualidade da filmografia de Spielberg, tal tarefa não seria fácil. No entanto Abrams (já apelidado o novo Spielberg) consegue recriar tal espírito e cria uma verdadeira homenagem à sua maior fonte influente enquanto traz ao público um filme de F.C. e Aventura como já não se fazem hoje em dia!
O argumento não tem nada de original mas é bem construído e com bons diálogos. Abrams cria ainda cenas de humor muito bem conseguidas e sequências de acção explosivas e muito bem filmadas (o desastre do comboio e o ataque à camioneta militar são duas das melhores cenas de acção de 2011). Mas o ponto forte do filme está no seu jovem elenco e na alma e coração que Abrams aplicou ao filme: Super 8 é, no meio de toda a sua aventura e acção, uma obra emotiva e tocante, liderada por um elenco de crianças (destaque para Elle Fanning, irmã de Dakota Fanning e protagonista de Somewhere, de Sofia Coppola, e do próximo filme de Francis Ford Coppola) que são muito bem dirigidos por Abrams.
Super 8 é um filme inspirado nas primeiras obras de Spielberg e tem ainda um pouco do estilo de aventura de The Goonies, fazendo com  que este seja o melhor filme de J.J. Abrams até agora, um dos melhores blockbusters de 2011 e um dos melhores filmes deste ano, recriando o estilo de filmes para a família (e não só) que uma geração inteira viu durante a sua infância e que traz boas memórias de tais tempos.

Destaque para os créditos finais, onde somos presenteados com o filme completo que os protagonistas estão a fazer.

Classificação:
*****

domingo, 19 de junho de 2011

Sessão da Meia-Noite #31

The Twilight Zone - The Movie, de John Landis, Steven Spielberg, Joe Dante e George Miller (1983)

Baseado na clássica série dedicada ao sobrenatural, The Twilight Zone - The Movie traz-nos quatro histórias distintas, todas realizadas por fãs da série.
Muito ao estilo da série, temos por aqui caras conhecidas e elementos sobrenaturais e invulgares. Cada história é uma espécie de remake de histórias contadas na série marcante. No entanto, a que sobressai mais é o segmento protagonizado por John Lithgow, o monstro na asa do avião.
Temos aqui uma bela antologia, bem realizada e bem escrita, cada história enquadrando-se bem dentro do estilo de cinema de cada realizador.

Classificação: 
★★★★

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Retrospectiva F.C. #56

Minority Report, de Steven Spielberg

2003. A nova década estava a começar a entrar na euforia dos filmes de super-heróis, especialmente depois do mega-êxito crítico e de bilheteira de Spider-Man, em 2002, ano em que saiu também o segundo capítulo da nova trilogia Star Wars, Attack of the Clones, outro mega-êxito. Já para não falar ainda de outro mega-êxito que foi Signs, o filme de M. Night Shyamalan e Mel Gibson em que é explorada a ideia de invasão extra-terrestre através da realização do realizador. E em 2003, Steven Spielberg regressa à realização e à F.C. com este Minority Report, um dos filmes mais aclamados desse ano e onde o realizador junta esforços com o actor mais rentável da altura: Tom Cruise.
Baseado numa história de Phillip K. Dick, o filme conta-nos a história dum departamento policial que, num futuro não muito distante, consegue prever os crimes de forma a evitá-los, ajudando assim para um menor número de crimes. No entanto, o agente policial mais competente desse departamento prevê o seu futuro, em que será o assassino de um desconhecido, tendo assim de fugir à polícia e descobrir a verdade.
Spielberg pega na ideia de Dick e consulta vários especialistas da área para apresentar um futuro que poderá realmente existir daqui a 50 anos, ao mesmo tempo que cria uma excelente aventura de mistério, onde acompanhamos o protagonista e temos de descobrir a verdade sobre o caso. Ou seja, temos aqui uma aventura futurista misturada com uma história de investigação à antiga onde, pelo meio, somos brindados com alguns momentos de humor negro, cenas de acção e tensão, sempre bem engendrados por Spielberg e companhia.
Minority Report foi um êxito nas bilheteiras e é um dos melhores filmes de F.C. (e não só) da década passada.

Amanhã, vamos para 2004 e vamos acompanhar Jim Carrey numa aventura romântica do apagar das suas memórias em Eternal Sunshine of the Spotless Mind, de Michel Gondry.

Retrospectiva F.C. #55

A.I. - Artificial Intelligence, de Steven Spielberg

Stanley Kubrick faleceu em 1999 e o seu último filme foi Eyes Wide Shut. Spielberg, grande apreciador do cineasta e um excelente contador de histórias decidiu pegar numa ideia de Kubrick que o realizador nunca havia conseguido levar ao ecrã e fê-lo, de forma a poder mostrar ao mundo a ideia de Kubrick ao mesmo tempo que lhe fazia uma dedicada e honesta homenagem. O resultado é este A.I. - Artificial Intelligence, um filme que é tanto de Spielberg como de Kubrick, com vários elementos de ambos os cineastas. O filme foi um flop nas bilheteiras americanas mas é uma grande história sobre um rapaz robot que ganha sentimentos humanos e decide procurar os seus pais.
Com excelentes efeitos especiais, um bom elenco, uma boa realização e com uma visão algo original e triste do futuro, A.I. é uma das primeiras grandes obras de F.C. do novo milénio e um filme que deveria ser recordado mais do que é. Uma obra algo incompreendida vinda de duas das maiores mentes do cinema.

Amanhã continuamos com Steven Spielberg e o seu Minority Report, de 2003.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #39

E.T., The Extra-Terrestrial, de Steven Spielberg

Planetas diferentes, galáxias distantes, naves a percorrem o universo inteiro, encontros imediatos... A F.C. explorava tudo isto e mais ainda. Ainda em 1982, a Paramount estreava Star Trek II: The Wrath of Khan e com grande sucesso de crítica e de público (considerado por muitos o melhor filme da saga) e não é que Steven Spielberg volta a ganhar a atenção de todos? Depois de Jaws, Close Encounters of the Third Kind e Raiders of the Lost Arc, Spielberg conquista o mundo uma vez mais com este E.T., uma história de amizade entre um jovem rapaz e um extra-terrestre amigável, que deseja encontrar o caminho para casa.
E.T. tornou-se num dos maiores êxitos de bilheteira de todos os tempos, tendo sido relançado nos cinemas em 2002, 20 anos depois. Toda a gente ficou emocionada com a personagem do extra-terrestre simpático e a palavra espalhava-se cada vez mais, fazendo com que o filme tivesse sessões esgotados por meses e meses, à semelhança de Star Wars. E a F.C. tem mais um grande trunfo, desta vez com um extra-terrestre acarinhado pelo mundo inteiro, que fez correr rios de lágrimas. E com este filme, foi criado um grande clássico da F.C. e do cinema. E, para dizer a verdade, já não se fazem filmes lamechas assim, que são lamechas mas extremamente bons...

Ainda em 1982, um ano com grande história para a F.C., Quinta-Feira é dia de The Thing, de Joh Capenter, um excelente filme que foi afectado por E.T..

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #31

Close Encounters of the Third Kind, de Steven Spielberg

No mesmo ano do mega êxito de Star Wars, Steven Spielberg, amigo de George Lucas, estreia esta obra de F.C. que acaba por ser mais uma incursão dentro do cinema dedicado a extra-terrestres. Desta feita, temos aqui a explicação do que é um encontro imediato de terceiro grau, com uma visão algo ligeira e divertida dedicada ao tema. Richard Dreyfuss trabalha novamente com Spielberg, depois de Jaws e temos aqui um clássico do género que ainda hoje é várias vezes referenciado (Toy Story 3, por exemplo).
A F.C. estava a explodir. Star Wars e Close Encounters eram êxitos de bilheteira e crítica, o público estava a delirar por mais contos do género e queriam mais, muito mais!

Amanhã vamos explorar um outro lado da F.C.: os super-heróis. Em 1978, a Warner estreia Superman e o mundo parou para ver um homem voar... e acreditar nisso! E foi aqui que os super-heróis começaram a sua incursão no cinema com toda a força, apesar de muitos altos e baixos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Minority Report, de Steven Spielberg (2002)

Num futuro onde os homicídios podem ser vistos com antecedência e impedidos, um polícia do Pre-Crime (unidade policial que lida com a 'tecnologia' que prevê tais crimes) vê a previsão dum homicídio que ele irá cometer muito em breve. Determinado a descobrir quem será a sua vítima e a verdade sobre o seu caso enquanto é perseguido pelos seus colegas, ele embarca numa corrida contra o tempo onde terá de decidir o seu destino.
Minority Report é baseado num conto de Phillick K. Dick (autor do conto que deu origem a Blade Runner, entre outros filmes) e apresenta-nos uma visão do futuro interessante (Spielberg consultou peritos e cientistas para fornecerem uma visão mais clara do que poderemos ter disponível num futuro próximo, previsões essas utilizadas no filme). No entanto, o grande trunfo do filme (para além dos efeitos especiais, do futuro apresentado e do thriller policial por detrás de tudo, muito hithcockiano) é o lado sombrio que Spielberg dá ao filme, utilizando ainda humor negro que não será para todos. E podemos dizer que nunca vimos Tom Cruise assim: para além do excelente desempenho (aliás, todos os actores estão em grande forma), a personagem de Cruise ultrapassa alguns obstáculos inesperados e insólitos.
Minority Report é um melhores filmes de F.C. da década passada, uma referência do género e uma obra de grande qualidade e entretenimento, algo que Spielberg sabe fazer e muito bem!

Close Encounters of the Third Kind, de Steven Spielberg (1977)

Depois de alguns acontecimentos estranhos ocorrerem em algumas partes dos Estados Unidos, Roy Neary, um trabalhador duma pequena cidade americana, vê algo que nunca acreditaria: ele tem um encontro imediato do terceiro grau com uma nave extra-terrestre. Determinado a descobrir se o que viu é real e querendo ainda saber o que significa a visão que tem desde tal encontro, Roy está disposto a tudo para desvendar tais mistérios e obter respostas.
No mesmo ano em que o género de F.C, ganha uma nova (e nunca antes vista) popularidade com Star Wars, Steven Spielberg (acabado de sair do mega êxito Jaws) estreia este Close Encounters of the Third Kind, uma aventura de F.C. que pega num tema bastante popular e usa-o de forma inédita (na altura). O resultado é um fabuloso filme de F.C., um clássico do género, com o toque especial de Spielberg (realizador e argumentista) na realização. O final é algo sublime e diferente ao que seria esperado.
O filme tem já vários momentos clássicos e que foram parodiados ou referenciados posteriormente (até mesmo o excelente Toy Story 3 tem uma referência ao filme, com o macaco de brincar), como é o caso da música tocada no filme.
Close Encounters of the Third Kind é um clássico do cinema de F.C. que consegue ser acessível ao grande público com as suas doses de humor, acção e é um grande entretenimento, como Spielberg já nos habituou. Um filme obrigatório!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Super 8 - O primeiro Teaser do filme de J.J. Abrams

Super 8 trata-se do projecto ultra secreto de Abrams e produzido çpor Steven Spielberg (aliás, o trailer faz lembrar os primeiros filmes do cineasta e Abrams já admitiu ser uma homenagem ao trabalho inicial de Spielberg). Pouco se sabe sobre o filme, a não ser que é de Ficção Científica e que é escrito e realizado por Abrams. O filme estreia no Verão de 2011 e é já um dos mais aguardados do ano que vem.

sábado, 24 de maio de 2008

Indiana Jones and the Kingdom of the Cristal Skull - de Steven Spielberg (2008)

E agora... o momento pelo qual todos aguardavam... Indiana Jones está de regresso ao grande ecrã, finalmente, após 19 anos de rumores, confirmações e desconfirmações e tal e tal, do seu possível regresso.
Passaram-se 19 anos desde a última vez que vimos Indiana Jones em direcção ao pôr-do-sol, na companhia do seu pai, de Marcus Brody e Sallah, numa verdadeira homenagem aos grandiosos Westerns. Na altura, estavamos nos anos 30 e combatiam-se nazis. Agora estamos em 1957, os russos são os novos inimigos, estamos em plena Guerra Fria e na época do comunismo. E Indiana Jones está bem mais velho e numa época onde se sente pouco (mas pouco mesmo) à vontade, fora do seu elemento. E após uma sequência inicial explosiva (literalmente), Jones é contactado para encontrar um objecto mitíco de grande poder, de acordo com as lendas: a Caveira de Cristal, que diz-se ser de origem extra-terrestre. Mas terá de descobrir tal artefacto com soldados soviéticos sempre atrás, liderados por uma Coronel implacável (brilhantemente interpretada por Cate Blanchett).

Enquanto que a trilogia inicial dedicava-se muito ao estilo Serial dos anos 30, já que se passava nessa década, esta quarta aventura, passada na década de 50, captura muito o espírito da Ficção Científica dos anos 50, mas sempre com o espiríto Serial demosntrado nos capítulos anteriores. A primeira parte do filme joga muito com a nostalgia (e quem conhece bem a saga sente-se muitíssimo bem com o que vê), com o desajustamente por parte de Indy em relação à década em que está e com o tema da velhice e do que se perde e se ganha com o passar dos anos, a segunda parte já nos leva à acção em si, sem parar e com bastante trabalho de duplos.

Harrison Ford regressa (obviamente) como Indiana e, apesar dos seus 67 anos, o papel fica-lhe a matar e demonstra que só ele pode ser Indiana Jones (e que ainda está em excelente forma, acreditem). Ford dá-nos um Indiana Jones mais sábio e envelhecido (de certa forma é uma sombra do seu pai, Henry Jones, interpretado por Sean Connery no terceiro filme) e demonstra-nos o que um verdadeiro herói de acção é. Está acompanhado de Cate Blanchett, a vilã de serviço, Ray Winstone, o seu colega de aventuras, John Hurt, um professor perito na Caveira de Cristal, Shia LeBouff, como o jovem e rebelde Mutt (uma versão Indiana Jones de Marlon Brando em The Wild One, filme da década de... 50) e Karen Allen, que aqui regressa como Marion Ravenwood, a heroína de Raiders From The Lost Arc, o verdadeiro amor de Indiana.

O filme tem os seus defeitos: um argumento molengão, muito CGI e um ritmo lento, por vezes. Mas se isso faz disto uma desilução? Nem por sombras! Apenas não se pode esperar algo do calibre de Raiders, lá está. Pode ser o mais fraco da saga (e é) mas ainda assim é um excelente Blockbuster e uma honrosa entrada na saga de Indiana, demonstrando o que um verdadeiro filme de aventuras deve ser. Jack Sparrow, Brendan Fraser, Nicolas Cage e aventureiros mais recentes... coloquem as armas no chão e ponham-se de joelhos, pois o Rei da aventura regressou para vos dar uma lição! Como dizia a tag line de The Last Crusade: If adventure has a name, it must be Indiana Jones. E tal tag line está totalmente correcta. A verdadeira aventura está de regresso, com um toque de Ficção Científica. Mais um grande trabalho de Spielberg e um grande regresso de Ford e Indiana Jones. Como é tão bom ver um velho amigo regressar ao cinema, após tanto tempo ausente. E em excelente forma! Mais um excelente Blockbuster este ano, após Iron Man. Imperdível!!!

terça-feira, 11 de março de 2008

Indiana Jones and the Last Crusade - de Steven Spielberg (1989)

Indiana Jones regressa nesta terceira aventura. O filme começa em 1912, quando Jones era um jovem escuteiro (interpretado pelo excelente e, infelizmente, falecido River Phoenix, irmão de Joaquin Phoenix), onde nos é revelado, praticamente, a origem deste aventureiro (o uso do chicote, o nascimento da cicatriz no queixo, o seu medo por cobras) e somos de imediato transportados para 1936, onde Dr. Jones vai à procura do Cálice Sagrado, do qual o seu Pai, Dr. Henry Jones, é um perito. E devido a isso, está desaparecido. Inicia-se assim uma busca pelo Graal, tentado impedir o exército alemão (mais uma vez) de obter poder invencível. E enquanto isso, uma viagem de redenção entre pai e filho tem também início (tema que se tornaria recorrente em alguns filmes de Spielberg).
Harrison Ford regressa como Indiana Jones (fantástico, como sempre) e é acompanhado pelo The One And Only James Bond original, Sean Connery, como pai de Indiana, D.r Henry Jones. A quimíca entre os dois actores é soberba (é uma delícia ver dois ícones do cinema juntos) e os momentos cómicos são uma maravilha (este é o mais cómico da saga, até agora).
Spielberg apresenta-nos uma excelente e sempre segura realização, como de costume, e o argumento de George Lucas não desilude, trazendo-nos uma aventura mais ao estilo de Raiders of the Lost Arc do que Temple of Doom (o mais sombrio dos filmes).
Mais um verdadeiro exemplo de verdadeira aventura e de um excelente Blockbuster: bem escrito, bem realizado, bem interpretado, bastante emocionante e garantia de divertimento certo! Um clássico!!!
Venha o quarto filme, a 22 de Maio.

E o primeiro filme desta noite é... Indiana Jones and the Last Crusade - de Steven Spielberg

O terceiro capítulo do arqueólogo reúne Harrison Ford com o James Bond original: Sean Connery. Spielberg volta a realizar e George Lucas entra como produtor, umavez mais. Cá vos deixo o teaser (mostrando as flmagens do filme) e o trailer originais.

Teaser:


Trailer:

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Indiana Jones and the Temple of Doom - de Steven Spielberg (1984)

Na altura da sua estreia, o filme não foi extremamente bem recebido por parte da critíca. Hoje em dia, há muitos que consideram esta segunda aventura de Indiana Jones (que se passa antes de Salteadores) a melhor aventura do arqueólogo. Trata-se de um filme mais violento e sombrio que o anterior (e o mais sombrio da saga, algo comum nos trabalhos de George Lucas. Já Star Wars encontrav o seu capítulo mais perturbador em The Empire Strikes Back).
Harrison Ford regressa como a mitíca personegem que criou (e tão bem que lhe assenta) e aqui está acompanhado por uma pequena criança chinesa, que é o seu ajudante, e uma cantora americana, que trabalha em Shanghai (Kate Capshaw, que se tornaria a senhora Spielberg). Lucas assina a produção e o argumento do filme, que aqui caminha por caminhos perigosos, entre o lado negro da alma humana e a luta libertadora de tal mal (com boas doses de humor negro).
Spielberg apresenta mais uma vez uma realização extremamente sólida e muitissimo competente, trazendo-nos uma excelente (e totalmente inesperada e diferente) sequela a Salteadores.
Encontramos aqui cenas memoráveis
(a cena do jantar no palácio do Maraja) que serviram de
inspiração a filmes futuros (a perseguição nos caminhos de ferro, por exemplo. E é uma das melhores perseguições da história do cinema... sem carros).

Mais um filme fundamental.

É o regresso da boa (e melhor) aventura.

Se todos os Blockbusters fossem assim...

Deixo-vos dois posters do filme (e que posters!)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Raiders of the Lost Ark (ou Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark) - de Steven Spielberg (1981)

E ainda está o teaser trailer do quarto filme fresquinho, já está na altura de relembrar este marco do cinema.
Raiders of the Lost Ark é escrito por Lawrence Kasdan, Phillip Kaufman e George Lucas, baseado numa ideia deste último. Ora, o Pai de Star Wars juntou-se também a Steven Spielberg (o Pai dos Blockbusters, juntamente com Lucas) para este realizar o filme, uma aventura, baseada nos serials dos anos 40 (delícias!!) e acompanhar as aventuras do arqueólogo Henry Jones (um dos grandes papéis do grande Harrison Ford), confrontando nazis, durante os anos 30, e procurar pela Arca da Aliança, um objecto mitíco, de enorme poder, capaz de tornar um exército invencível. E aqui temos os ingredientes necessários para criar um dos melhores filmes de sempre, um dos grandiosos Blockbusters da história do cinema, com sequências que ficaram para a história (e na memória de muitos, como a bola gigante, o tumúlo repleto de cobras mortais, a luta perto do avião, o tiroteio no bar e a perseguição dos camiões, onde Indy é arrastado) e um dos melhores filmes de Spielberg. Melhor entretenimento não há (e cinema também não!).
Sendo uma forte influências nos filmes de acção aventura de hoje em dia (Piratas, Múmia, etc.), este é um filme intemporal, que merece ser visto e revisto, inumeras e inumeras vezes (um verdadeiro clássico que nunca envelhece). Ford tem aqui uma personagem icónica (e que representação), juntamente com Karen Allen (que regressa no quarto filme).
Uma verdadeira jóia do cinema!
Está na hora de o rever!!!
Simplesmente fundamental!!!

Aqui estão os posters originais do filme.

Em breve, falarei dos dois filmes seguintes.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Indiana Jones 4 first day shooting

E deixo-vos aqui com um video que nos apresenta o primeiro dia de filmagens de um dos filmes mais aguardados dos últimos anos: Indiana Jones 4. Mais clips e notícias no site oficial: www.indianajones.com