Mostrar mensagens com a etiqueta Marco Beltrami. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marco Beltrami. Mostrar todas as mensagens

sábado, 26 de novembro de 2011

Sessão da Meia-Noite #36

Resident Evil, de Paul W.S. Anderson (2002)

Após acordar num laboratório secreto e sem memória, Alice encontra uma unidade militar que tem de lutar contra um super-computador  cientistas que transformaram-se em zombies.
Inspirado no famoso jogo de vídeo, Resident Evil é uma tentativa de terror e acção. Paul W.S. Anderson (Mortal Kombat; Death Race) decide criar uma prequela do jogo mas acaba por dar origem a algo que em nada está ligado à história do material original, como seria comprovado nas sequelas. Milla Jovovich é a protagonista e não está mal, Michelle Rodriguez é bad-ass como sempre e o filme consegue entreter. No entanto, poderia e deveria ter sido melhor.

Classificação:
**/5

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

The Thing, de Matthijs van Heijningen Jr. (2011)

Numa base de pesquisa científica localizada no Alasca,a descoberta duma nave extra-terrestre e do seu habitante são motivos para a equipa entrar na história da ciência. No entanto, o extra-terrestre consegue fugir e instala o pânico dentro do grupo.
Prequela do clássico de culto de John Carpenter (e um dos meus filmes favoritos), The Thing serve também como remake do filme anterior, já que boa parte dos acontecimentos são quase idênticos aos do filme original. E este é, para além do argumento, um dos pontos fracos do filme: o facto de se assumir como uma prequela e um remake ao mesmo tempo e sem nunca conseguir recriar o clima de tensão e paranóia da obra de Carpenter. Juntamos a isso o facto do realizador e argumentistas não terem percebido o monstro original e terem ainda recorrido ao já mais que usado CGI para criarem um monstro que era mais realista e assustador em 1982.
Quanto ao factor medo, acaba por ser quase inexistente, muito porque o filme nunca deixa o espectador imaginar: cedo vemos o monstro e a sua transformação e isso dá espaço ao filme para se tornar num slasher movie e não num jogo de suspense bem realizado.
O elenco não está mal, especialmente Mary Elizabeth Winstead (Death Proff; Scott Pilgrim Vs. The World) e Joel Edgerton (Animal Kingdom) e, apesar de tudo, acaba por ser um filme competente mas sem nunca deslumbrar. O truque é tentar evitar as (inevitáveis) comparações ao filme de Carpenter e ir de expectativas nulas ao filme.

Classificação:
**/5