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sábado, 30 de julho de 2011

Mad Men - Série 4 (2009)

Após o divórcio, Don Draper vive sozinho e é um dos sócios da nova empresa de publicidade formada em parceria com Roger Sterling, Bertram Cooper e o britânico Lane Pryce. Don leva agora uma vida triste e sem grande companhia enquanto os problemas duma empresa jovem vão surgindo.
Uma nova fase de Mad Men começa, onde surgem novos inícios e novas personagens. No entanto, apesar de tais mudanças, a qualidade da série continua presente: as interpretações estão fantásticas, o argumento e diálogos continuam deliciosos e a realização permanece exemplar.
Esta quarta temporada apresenta também alguns dos melhores episódios da série, onde é-nos apresentada uma carga dramática forte, doseada com humor inteligente e momentos surpreendentes.
Mad Men continua a ser a melhor série dramática da televisão e um exemplo de qualidade. Genial!
A quinta temporada estreia apenas em 2012.

Classificação:
*****

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mad Men - Série 3 (2009)

A América dos anos 60 apresentava um país (e um mundo) em constante mudança. E a publicidade e consumo foram partes importantes. E, uma vez mais, isso reflecte-se em Mad Men.
Após complicações familiares, Don Draper está de volta à sua família e dedicado ao seu trabalho. No entanto, a Sterling Cooper é agora controlada por uma empresa britânica e Don não está totalmente de acordo.
Com um novo membro da equipa, o britânico Lane (Jared Harris), e com um negócio milionário que poderá forçar Don a fazer o que não quer, sentindo-se assim uma pessoa controlada e presa, o ambiente na empresa é diferente e não muito animador.
Com eventos históricos que afectarão as vidas de todos e com a ameaça da guerra do Vietnam cada vez mais evidente, o terceiro ano de Mad Men apresenta-nos situações interessantes, grandes revelações e alterações nas vidas das personagens, fazendo com que estas continuem a ser muito bem desenvolvidas e extremamente interessantes.
Todos os aspectos que fizeram de Mad Men uma excelente série continuam presentes: argumento e diálogos soberbos, interpretações notáveis, uma realização exemplar e uma reconstituição da época muito bem conseguida.
No seu terceiro ano, Mad Men prova uma vez mais ser merecedora dos prémios que tem ganho e continua a ser o melhor drama da televisão.

Classificação:
*****

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mad Men - Série 2 (2008)

Depois de Don Draper encarar alguns dos podres do seu passado, decide avançar com a sua vida. Enquanto começam a surgir algumas complicações na empresa Sterling Cooper, Don começa a enfrentar dificuldades pessoais junto da sua esposa Beth. Entretanto, Peggy volta à empresa e começa a mostrar que não são apenas os homens que têm poder.
Depois duma primeira temporada de grande qualidade mas com poucas audiências, Mad Men foi salva do cancelamento devido às excelentes críticas e aos prémios que ganhou, incluindo o Globo de Ouro para melhor série dramática. No seu segundo ano, a qualidade mantém-se: as personagens continuam muito bem desenvolvidas, o argumento e diálogos são brilhantes e a reconstituição da época é excepcional. No entanto, nada disto seria tão importante se a realização e as interpretações fossem fracas. Neste segundo ano, continuamos a ter prova de que Mad Men continua a ter um dos melhores trabalhos de realização e de actores da televisão actual. Jon Hamm continua a desenvolver uma das melhores personagens da televisão enquanto as personagens secundárias ganham também elas o destaque merecido.
Mad Men continua a ser a melhor série dramática da actualidade, ganhando um canto especial e único na já longa história da televisão americana. Simplesmente brilhante!

Classificação:
*****

quarta-feira, 15 de junho de 2011

X-Men: First Class, de Matthew Vaughn (2011)

Erik Lensherr e Charles Xavier tornam-se melhores amigos enquanto perseguem Sebastian Shaw, um perigoso mutante que tem intenções de criar a terceira guerra mundial e aniquilar a raça humana. No entanto, enquanto Xavier quer impedir Shaw e usar tal para tentar criar uma existência pacífica entre humanos e mutantes, Erik quer apenas vingança e tem pouca fé em tal existência.
Situado em 1962 e misturando ficção com certos eventos reais, X-Men: First Class conta-nos a origem dos X-Men e a razão pelas quais Erik tornou-se Magneto e seguiu o caminho oposto de Xavier.
Realizado por Matthew Vaughn e co-escrito por Bryan Singer, realizador dos dois primeiros (e melhores) filmes da saga, First Class é um excelente perfeito duma prequela bem feita: um filme que tem razão de existir, já que conta uma história que era preciso ser dada a conhecer e ser aprofundada dentro da saga X-Men. Para além disso, First Class tem um óptimo argumento, recheado de bons diálogos e boas personagens e não está recheado de cenas de acção e efeitos especiais, como outros filmes do género: as cenas de acção surgem quando têm de surgir e os efeitos especiais são utilizados para ajudar a contar a história.
Matthew Vaughn (Kick-Ass) prova ser o realizador perfeito para a saga. Curiosamente, Vaughn era para realizar o terceiro filme da saga mas saiu do projecto devido a diferenças artísticas. Vaughn traz-nos uma realização exemplar, sempre com um excelente ritmo, com excelentes cenas de acção e ajudado por um elenco em grande forma: Kevin Bacon está de regresso como Sebastian Shaw e cria um grande vilão, James MaCvoy é um excelente Xavier, o elenco mais jovem é talentoso (especialmente Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult) e Michael Fassbender traz-nos um grandioso Magneto, uma personagem imperfeita e conflituosa, através dum excelente trabalho do actor, fazendo com que seja cada vez mais um dos melhores actores da actualidade.
Inesperadamente, X-Men: First Class torna-se no melhor filme da saga e no melhor blockbuster de 2011 até ao momento: um verdadeiro espectáculo de Verão, com uma boa história e com um elenco que queremos voltar a ver nestas personagens. Exemplar!

Classificação: 
★★★★★
 

domingo, 22 de maio de 2011

Unknown, de Jaume.Collet Serra (2011)

O doutor americano Martin Harris vai a Berlim na companhia da sua esposa. Após esquecer-se da sua mala no aeroporto, Martin apanha táxi para recuperá-la. No entanto, sofre um acidente e fica em coma durante 4 dias. Quando acorda, regressa ao hotel onde está hospedado e, ao encontrar a sua esposa, esta não o reconhece e identifica outro homem como sendo o seu esposo, Martin Harris. Harris decide tentar descobrir a verdade enquanto é perseguido.
Realizado por Jaume-Collet Serra (Orphan), Unknown é um thriller de acção cheio de falhas no seu argumento mas que consegue entreter, fazendo com tais falhas sejam perdoadas. As cenas de acção são boas e a realização de Serra é competente o suficiente para agarrar o espectador. Liam Nesson mostra novamente que é um bom herói de acção e Bruno Ganz rouba todas as cenas em que participa. O único membro do elenco que é fraco é January Jones. A sua interpretação é insonsa e má como a esposa de Harris.
Unknown é um filme com muitas falhas mas que consegue ser um bom entretenimento, apesar de ser imediatamente esquecido.

Classificação: 
★★★