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domingo, 18 de dezembro de 2011

Sessão da Meia-Noite #39

Resident Evil: Afterlife, de Paul W.S. Anderson (2010)

Alice consegue reunir um grupo de sobreviventes, de forma que possam destruir a Umbrella Corporation duma vez por todas.
Paul W.S. Anderson decide regressar à realização da saga, neste quarto capítulo da mesma. Milla Jovovich está também de regresso, ao lado de Ali Larter. O resultado acaba por ser o filme mais fraco da saga, com uma realização fraca e básica, cheia de momentos em câmara lenta, outros momentos "isto é tão fixe", mas que no seu todo acabam por falhar. Isto para não falar das formas descaradas de como atiram objectos às caras dos espectadores, devido ao efeito 3D.
Um filme fraco que continua a história algo desconexa da saga mas, no fim de contas, entretem e assume-se, para muita gente, como um divertido guilty pleasure.
Em 2012, estreia o quinto filme, com Anderson e Jovovich de regresso.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Sessão da Meia-Noite #38

Resident Evil: Extinction, de Russell Mulcahy (2007)

Depois dos dois primeiros filmes terem lugar numa mansão e em Racoon City, o terceiro filme da saga passa-se num futuro apocalíptico, onde os humanos lutam pela sobrevivência.
Resident Evil: Extinction volta a ser escrito e produzido por Paul W.S. Anderson, o realizador do primeiro, e protagonizado por Milla Jovovich, como Alice, agora geneticamente alterada. No entanto, a realização passa para o veterano Russell Mulcahy (Highlander). O resultado é uma sequela algo superior ao segundo filme mas, ainda assim, um filme algo fraco.
Apesar dos seus (muitos) problemas, consegue entreter e esquecer-se.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Sessão da Meia-Noite #37

Resident Evil: Apocalypse, de Alexander Witt (2004)

Depois dos acontecimentos do primeiro filme, Alice acroda em Racoon City e descobre que a cidade está infestada de zombies. No entanto, a Umbrella Corporation tem planos maiores.
Começando exactamente onde termina o primeiro filme, Resident Evil: Apocalypse é uma sequela inferior ao filme original. No entanto, tem mais piscares de olhos ao universo dos video-jogos que o filme realizado por Paul W.S. Anderson, que regressa apenas na qualidade de produtor e co-argumentista.
Milla Jovovich regressa como Alice, uma personagem que encarna bem, apear das limitações da mesma (e do argumento). A realização do estreante Alexander Witt é relativamente fraca, com algumas cenas de acção medianas.
Dá para entreter.

sábado, 26 de novembro de 2011

Sessão da Meia-Noite #36

Resident Evil, de Paul W.S. Anderson (2002)

Após acordar num laboratório secreto e sem memória, Alice encontra uma unidade militar que tem de lutar contra um super-computador  cientistas que transformaram-se em zombies.
Inspirado no famoso jogo de vídeo, Resident Evil é uma tentativa de terror e acção. Paul W.S. Anderson (Mortal Kombat; Death Race) decide criar uma prequela do jogo mas acaba por dar origem a algo que em nada está ligado à história do material original, como seria comprovado nas sequelas. Milla Jovovich é a protagonista e não está mal, Michelle Rodriguez é bad-ass como sempre e o filme consegue entreter. No entanto, poderia e deveria ter sido melhor.

Classificação:
**/5

sábado, 20 de agosto de 2011

Sessão da Meia-Noite #35

The Dark Half, de George A. Romero

Thad Beaumont é um escritor que começa a ver a sua vida atormentada quando George Stark, um pseudónimo que Thad utiliza para as suas obras 'menos sérias', surge. Após enterrar Stark, Thad é chantageado e começa a ver conhecidos seus serem mortos.
Baseado na novela de Stephen King, The Dark Half foi uma das poucas incursões de George A. Romero pelo cinema mais comercial. No entanto, conflitos criativos fizeram com que o filme fosse algo mexido, não sendo totalmente a visão que Romero tinha.
Apesar de tais problemas, The Dark Half é um thriller curioso, bem realizado e interpretado e um filme que merece ser (re)descoberto.

Classificação:
***/5

sábado, 13 de agosto de 2011

Sessão da Meia-Noite #34

Bloodsport, de Newt Arnold (1988)

Baseado numa história verídica, Bloodsport acompanha o percurso de Frank Dux no derradeiro torneio de artes marciais, o Kumite, onde os lutadores saem gravemente feridos, ou mesmo mortos. Entretanto, Frank é perseguido por dois oficiais do exercito, depois de ele ter saído sem licença para participar no torneio.
Bloodsport tornou-se num dos grandes clássicos dos filmes de acção e artes marciais da década de 80, dando origem a várias sequelas 'bastardas', todas sem a presença de Van Damme.
O filme foi ainda a rampa de lançamento de Jean-Claude Van Damme, o músculos de Bruxelas, e tem uma pequena legião de fãs.
Com um argumento simples, diálogos maus e interpretações medianas (onde, verdade seja dita, Van Damme até não está tão mau assim), o filme assume-se como um filme de pobre qualidade mas que acaba por entreter quanto baste, especialmente os fãs do género. Destaque para um Forest Whitaker em início de carreira.

Classificação:
**

domingo, 7 de agosto de 2011

Sessão da Meia-Noite #33

Cobra, de George P. Cosmatos (1986)

O tenente Marion 'Cobra' Cobretti é um dos polícias mais duros da cidade, sem mostrar grande piedade pelos criminosos. Quando um perigoso grupo assassina pessoas inocentes e deixam para trás uma testemunha, 'Cobra' terá de a proteger.
Depois do mega-êxito de Rambo II, Sylvester Stallone escreveu este filme acção (baseado na novela de Paula Gosling) e foi dirigido por George P. Cosmatos, o realizador da segunda aventura de Rambo.
Com um argumento extremamente básico, diálogos péssimos e foleiros e uma realização mediana, Cobra tornou-se num dos filmes de acção mais populares da década de 80, já que é um dos filmes que melhor representa o estilo dos filmes do género criados nessa época: acção pura e dura, violência por todo o lado, um protagonista badass e cheio de one-liners, um romance forçado e, como é óbvio, um protagonista cheio de músculos e com a pinta dos heróis de acção oitentistas.
Apesar de ser um filme fraco, acaba por entreter, desde que o cérebro seja colocado num recipiente durante os seus 90 minutos de duração. Stallone está um canastrão de todo o tamanho mas é um Cobra perfeito.
Cobra é um mau filme mas acaba por entreter de tão mau que é.

Classificação:
**

sábado, 30 de julho de 2011

Sessão da Meia-Noite #32

The Running Man, de Paul Michael Glaser (1987)

 Após ser condenado por um crime que não cometeu, Ben Richards é colocado no mais popular programa de televisão do mundo: um concurso onde todos os concorrentes são criminosos e onde devem lutar pela sobrevivência, sendo perseguidos por alguns dos mais perigosos caçadores do mundo. Richards tem assim de lutar pela sua sobrevivência e tentar limpar o seu nome.
Realizado em 1987, The Running Man é um dos filmes mais populares de Arnold Schwarzenegger durante a década de 80. O filme é baseado numa novela de Stephen King e decide agarrar no género de acção e usá-lo como género principal do filme. E nesse aspecto, The Running Man resulta perfeitamente: um objecto do cinema de acção tipíco dos anos 80, com um herói extra-musculado, violência, one-liners hilariantes e momentos cheesy até dizer chega.
The Running Man está longe de ser uma obra-prima e um dos melhores filmes de acção de sempre... mas é divertimento garantido e um bom guilty-pleasure.

Classificação:
***

domingo, 19 de junho de 2011

Sessão da Meia-Noite #31

The Twilight Zone - The Movie, de John Landis, Steven Spielberg, Joe Dante e George Miller (1983)

Baseado na clássica série dedicada ao sobrenatural, The Twilight Zone - The Movie traz-nos quatro histórias distintas, todas realizadas por fãs da série.
Muito ao estilo da série, temos por aqui caras conhecidas e elementos sobrenaturais e invulgares. Cada história é uma espécie de remake de histórias contadas na série marcante. No entanto, a que sobressai mais é o segmento protagonizado por John Lithgow, o monstro na asa do avião.
Temos aqui uma bela antologia, bem realizada e bem escrita, cada história enquadrando-se bem dentro do estilo de cinema de cada realizador.

Classificação: 
★★★★

domingo, 12 de junho de 2011

Sessão da Meia-Noite #30

Nightwatch, de Ole Bornedal (1997)

Um estudante de direito decide procurar um emprego nocturno enquanto termina os estudos. Após alguma procura, aceita um cargo numa morgue. Pouco tempo depois, começa a descobrir pistas relacionadas com várias mortes e torna-se no principal suspeito da polícia.
Realizado por Ole Bornedal, Nightwatch é um remake do filme 'Nattevagten', também de Bornedal. O elenco é liderado por Ewan McGregor, com uma prestação competente. O resto do elenco inclui Patricia Arquette, Josh Brolin e Nick Nolte.
Com um argumento básico e um bom ritmo, Nightwatch ganha bastante pelo suspense criado e pelo ambiente que apresenta, sempre escuro e arrepiante. Apesar de não surpreender bastante, os aspectos referidos conseguem entreter bastante.
Nightwatch é um bom thriller e um filme que merecia ser descoberto. Produzido por Steven Soderbergh.

Classificação:
6/10

domingo, 5 de junho de 2011

Sessão da Meia-Noite #29

Commando, de Mark L. Lester

Em 1985, no auge dos heróis de acção extremamente musculados e aparentemente deuses da força e indestrutíveis contra as forças do mal, surge este Commando, um dos filmes de acção mais populares da década de 80 e um dos filmes que melhor demonstra os filmes de acção criados nessa década.
John Matrix (Arnold Schwarzenegger) é um antigo membro duma elite de comandos que vê a sua filha ser raptada por um ex-colega ao serviço dum ditador exilado. E aqui começa uma busca sem limites, onde Matrix irá matar quem for preciso para salvar a sua filha.
Schwarzenegger está aqui em plena forma física e cria excelentes momentos de acção divertidos. O filme tem um argumento extremamente fraco mas, como é óbvio, esse não é o motivo pelo qual o filme foi feito. Commando é um filme cheio de falhas de montagem e realização e tais falhas tornam-no num filme ainda mais divertido do que deveria ser. Ainda temos direito a mortes violentas antecedidas de one-liners engraçados e memoráveis, algo que estava também no auge nos anos 80.
Commando é o típico filme de acção dos anos 80: divertido, violento, mau, cheesy e com um protagonista carismático e cheio de músculos, requisito essencial na altura.
Um dos filmes exemplo dessa época e um grande divertimento de se ver.

Classificação: 
★★★

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sessão de Culto #27/ Sessão da Meia-Noite #28


Não sendo uma sequela tão boa quanto a obra original mas ganhando um estatuto de culto cada vez maior com o passar dos anos, Escape From LA é a sequela de Escape From New York, o regresso da dupla Kurt Russell/ John Carpenter, o regresso de Snake Plisken e, muito possivelmente, uma das maiores obras de acção da década de 90.
Plisken tem de resgatar a filha do presidente americano de Los Angeles no ano 2013. A cidade é agora um local cheio de criminosos e gangues.
Carpenter volta com a personagem de Plisken castiça e dura de roer, um anti-herói que Russell encarna na perfeição. Com excelentes momentos de acção divertidos, um bom elenco cheio de nomes do cinema série B e exploitation e uma banda-sonora que encaixa tão bem, temos aqui divertimento garantido. E o final é qualquer coisa de especial!

Classificação: 
★★★★

domingo, 22 de maio de 2011

Sessão de Culto #26/ Sessão da Meia-Noite #27

Escape From New York, de John Carpenter

Um dos meus filmes predilectos de John Carpenter (e não só). Kurt Russell cria uma personagem icónica e Carpenter traz-nos um filme de acção influente e de culto. Grande filme!

Classificação: 
★★★★★

domingo, 15 de maio de 2011

Sessão de Culto #25/ Sessão da Meia-Noite #26

Fright Night, de Tom Holland

Hoje temos um dois em um, algo que irá acontecer poucas vezes com estas duas rubricas. Tais ocasiões serão quando os filmes que aqui apresentamos se encaixam dentro do tema e espírito base destes dois espaços: um filme de culto que é também um bom filme para se ver numa sessão da meia-noite. Fright Night (A noite do espanto) é um desses casos.
Comédia de terror estreada em 1985, este é um dos filmes que sempre tive interesse em ver, já desde os meus tempos de devorador de cassetes VHS. Encontrava o filme nas prateleiras dos videoclubes, a capa arrepiava-me mas puxava-me a atenção. No entanto, nunca o aluguei. Para mim, é um filme de culto devido a essa simples memória (de bons tempos), para outros é um filme de culto porque tem todos os ingredientes para tal.
Tom Holland cria uma comédia de terror bem conseguida, com excelentes momentos e de grande entretenimento. Os actores estão muito bem, Chris Sarandon é um excelente vampiro. Aliás, o filme é uma grande adição ao mito cinematográfico do vampiro. Grande entretenimento, com pena de não o ter descoberto mais cedo!

Classificação:

★★★★

domingo, 8 de maio de 2011

Sessão da Meia-Noite #25


Um agente da policia infiltra-se no mundo ilegal do tunning, para desvendar os assaltos feitos a camiões. No meio da investigação, conhece Toretto e cria uma forte amizade. No entanto, Toretto pode ser o líder dos assaltantes.
Em 2001, um dos filmes que mais surpreenderam nas bilheteiras foi este The Fast and the Furious, um filme que não tinha muitas pretensões no box-office e que acabou por fazer mais de 140 milhões. Foi o suficiente para nascer uma nova franchise que conta com 4 sequelas, três delas muito bem sucedidas. O filme acaba por ser uma obra muito simples a nível de argumento, com diálogos pobres e interpretações competentes para o filme. No entanto, quando se vai ver um filme deste género, sabe-se que o mais importante são os carros e as várias cenas de corrida e de acção. E nesse aspecto, The Fast and the Furious cumpre.
Esta semana estreou Fast Five nas salas portuguesas e o sucesso tem sido bem superior aos filmes anteriores, a nível de box-office e de crítica (79% nos Rotten Tomatoes, nota antes impensável nesta saga).
Entretenimento pipoca sem grandes pretensões. E resulta por isso.

Classificação:
★★★

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sessão da Meia-Noite #24

Angel Heart, de Alan Parker

Harry Angel é um detective que tem de descobrir o paradeiro dum homem que desapareceu depois de regressar da guerra. No entanto, na Nova Orleães dos anos 50, andam muitos perigos pelas ruas e forças que Angel nunca pensava existirem. Thriller muito bem realizado por Alan Parker, com um ambiente pesado e que encaixa perfeitamente no filme. Mickey Rourke é o protagonista e tem uma interpretação memorável enquanto que Robert DeNiro tem uma participação pequena mas sinistra e assustadora. Um bom thriller com um excelente final.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Sessão da Meia-Noite #23

Blue Steel, de Kathryn Bigelow

Estreado em 1989, Blue Steel é a segunda longa-metragem de Kathryn Bigelow, na minha opinião a realizadora mais dura do cinema americano. Protagonizado por Jamie Lee Curtis, temos aqui um bom thriller policial e mais uma prova do talento que Bigelow tem para o género.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Sessão da Meia-Noite #22

Kiss of the Dragon, de Chris Nahon

Protagonizado por Jet Li e Bridget Fonda, este Kiss of the Dragon é um dos primeiros projectos de Li nos Estados Unidos. Com argumento de Robert Kamen e Luc Besson, temos aqui um filme de acção simples, com uma história cheia de clichés mas que consegue entreter, através das cenas de acção bem conseguidas. De destacar a banda-sonora de Craig Armstrong. Um guilty pleasure divertido.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Sessão da Meia-Noite #21

Hard Target, de John Woo

A estreia de John Woo no cinema americano e um dos melhores filmes de Jean-Claude Van Damme. Cenas de acção bem filmadas pelo mestre, embora a história seja fraca (esperado) e Van Damme seja... Van Damme. Bom filme de acção desmiolado e um bom guilty pleasure meu.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sessão da Meia-Noite #20

Bloodsport, de Newt Arnold (1988)

O filme que lançou a carreira de Jean-Claude Van Damme, um dos heróis de acção mais populares da década de 90. O actor belga mostra aqui os seus dotes de artes marciais, num fime violento e que ganhou um certo estatuto de culto. Bastante apreciado pelos fãs do género, é considerado um dos melhores filmes do actor. E realmente é. O filme ganhou uma popularidade enorme na altura, dando origem a umas sequelas muito manhosas, sempre sem a presença de Van Damme. Destaque para a participação de Forest Whitaker. Um filme perfeito para o regresso nesta nossa rubrica.