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sábado, 13 de agosto de 2011

Sessão da Meia-Noite #34

Bloodsport, de Newt Arnold (1988)

Baseado numa história verídica, Bloodsport acompanha o percurso de Frank Dux no derradeiro torneio de artes marciais, o Kumite, onde os lutadores saem gravemente feridos, ou mesmo mortos. Entretanto, Frank é perseguido por dois oficiais do exercito, depois de ele ter saído sem licença para participar no torneio.
Bloodsport tornou-se num dos grandes clássicos dos filmes de acção e artes marciais da década de 80, dando origem a várias sequelas 'bastardas', todas sem a presença de Van Damme.
O filme foi ainda a rampa de lançamento de Jean-Claude Van Damme, o músculos de Bruxelas, e tem uma pequena legião de fãs.
Com um argumento simples, diálogos maus e interpretações medianas (onde, verdade seja dita, Van Damme até não está tão mau assim), o filme assume-se como um filme de pobre qualidade mas que acaba por entreter quanto baste, especialmente os fãs do género. Destaque para um Forest Whitaker em início de carreira.

Classificação:
**

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Street Kings, de David Hayer (2008)

Keanu Reeves interpreta um polícia que não tem medo de sujar as mãos, fazendo certos trabalhos que muitos colegas têm medo de executar. No entanto, o seu velho parceiro está prestes a denunciar certas actividades menos próprias por parte de colegas seus. Quando este é violentamente morto, o principal suspeito acaba por ser Reeves.
Realizado por David Hayter (a voz de Solid Snake nos jogos Metal Gear Solid e argumentista de Training Day), Street Kings reúne um pequeno grupo de actores: Reeves, Forest Whitaker, Hugh Laurie e Chris Evans.
A realização de Hayter é competente o suficiente para acompanhar o bom ritmo que nos apresenta. O argumento co-escrito por James Ellroy é, como foi escrito acima, recheado de clichés e sem grandes surpresas e com diálogos algo desnecessários e mal conseguidos. O grande trunfo deste Street Kings é o bom ritmo e o entretenimento razoável que acaba por proporcionar. É pena o over-acting de Whitaker no final (um bom actor consegue melhor que aquilo) e os twists serem tão previsíveis. A vantagem era já estar à espera de tal coisa acontecer.
Resumindo, Street Kings é um policial mediano, com alguns momentos bem conseguidos (como escrevi, o ritmo e também as cenas de acção são dois exemplos), resultando num filme que vê-se bem e esquece-se rápido. Um junk movie que entretém enquanto se vê, o que muitos não conseguem.