O Comic-Con de San Diego começou e as novidades são muitas. A Showtime aproveitou para mostrar o novo trailer de Dexter, desta feita com cenas inéditas da nova temporada. Estreia a 2 de Outubro nos Estados Unidos:
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Resumo de temporada de séries 2010/2011
Na semana passada terminou a temporada de séries respectiva a 2010/2011. Começa agora a temporada de Verão, onde serão exibidas outras apostas dos canais. No entanto, as principais apostas já terminaram as suas temporadas e o Movie Wagon, como não é só um espaço de Cinema mas também de televisão, acompanhou algumas séries. Hoje começamos um pequeno espaço dedicado às nossas conclusões finais de cada série que acompanhámos desde Setembro do ano passado.
Vamos começar com os canais por cabo, onde destacamos 4 séries.
Vamos começar com os canais por cabo, onde destacamos 4 séries.
Boardwalk Empire (HBO)
Criada por Terence Winter, criador de The Sopranos, e produzida por Mark Walhberg e Martin Scorsese, Boardwalk Empire era a aposta de peso da HBO para a nova temporada, iniciada em Setembro de 2010. O canal precisava dum grande êxito de grande qualidade e as expectativas eram altas para esta nova série. O episódio piloto foi realizado por Martin Scorsese e o elenco era liderado por Steve Buscemi e Michael Pitt. O episódio piloto foi um dos melhores produtos televisivos do ano, um filme de Scorsese com duração mais curta. No entanto, a série acaba por perder gás e, apesar de ter sempre bons argumentos, demora tempo a avançar com a narrativa. Como disse, Boardwalk Empire tem sempre bons argumentos, sempre servido por óptimas interpretações. Encontramos também cenas memoráveis e boas realizações, acompanhadas por uma excelente reconstituição da época. Aliás, todo o setting da série está extremamente bem conseguido. O único senão desta primeira temporada é o demorar a avançar com a narrativa e o facto de acabarmos por não nos ligarmos muito às personagens, excepto à de Margaret Schroeder, interpretada por Kelly Macdonald. Para além disso, é-nos prometido um confronto perigoso e de grande emoção entre o protagonista e o seu rival e, no final, temos um momento bastante anti-climático.
Apesar de tudo, Boardwalk Empore é uma boa série. Deveria ter sido melhor mas a segunda temporada (estreia em Setembro) poderá ser um produto ainda melhor.
Classificação:
★★★★
Dexter - 5ª temporada (Showtime)
Depois da 4ª temporada bombástica , Dexter está de regresso. Após os trágicos acontecimentos da quarta temporada, Dexter está agora em luto e tem de aprender a lidar com tal. No entanto, enquanto tenta voltar ao que era de forma a poder apagar a sua dor, depara-se com Lumen, uma rapariga que foi raptada e mal tratada por um grupo de homens desconhecidos. Dexter estabelece uma relação com Lumen e ambos juntam esforços para descobrirem os homens.
Depois da fantástica e frenética quarta temporada, era de esperar que este regresso de Dexter fosse mais calmo e não tão bom. E foi isso que aconteceu. Ao contrário das outras temporadas, em que o vilão é sempre um desenvolvimento importante para Dexter, aqui o vilão é posto quase de lado e é Lumen quem ajuda a desenvolver a personagem. Ao contrário de vários momentos de suspense equivalentes às temporadas anteriores, esta nova temporada é mais centrada na dor interior e de Dexter, fazendo com que seja uma temporada mais calma e inferior a todas as outras. É certo que teve os seus bons momentos de suspense mas, com um final apressado e com a falta de mais tensão, esta foi a temporada mais fraca da série. No entanto, ainda se recomenda e aguarda-se a sexta temporada com expectativa. Dexter regressa em Setembro.
Classificação:
★★★
The Walking Dead (AMC)
Baseado nuns comics com o mesmo nome, The Walking Dead é uma série desenvolvida por Frank Darabont (realizador de The Shanshank Redemption, The Green Mile, The Mist). Temos aqui uma das séries mais aguardadas do ano passado: uma série de terror com a temática de zombies, um sub-género que está muito na moda. O resultado é uma das melhores séries do ano passado, com apenas seis episódios nesta sua temporada de estreia. O episódio piloto foi realizado por Darabont e este conseguiu criar um dos melhores momentos televisivos dos últimos tempos, realizando um autêntico filme de zombies com a duração de 60 minutos. O argumento está muito bem conseguido (facto que se prolonga pelo resto da temporada), as interpretações são memoráveis e o suspense e tensão presentes nos minutos finais do episódio são de ficar na história da televisão. Quanto ao resto da série, a qualidade mantém-se: The Walking Dead não aposta na origem da epidemia zombie mas sim no pequeno grupo de sobreviventes que acompanhamos, as suas diferentes formas de agir com a situação e uns com os outros. É um estudo sobre o ser humano, algo constante dentro deste sub-género e que Darabont e companhia tão bem criam aqui. Não conhecemos o material de origem mas sabemos que tem sido bem aceite pelos fãs dos comics, apesar de certas diferenças na trama. A melhor estreia de 2010. A segunda temporada terá 13 episódios e estreia em Outubro.
Classificação:
★★★★★
Mildred Pierce (Mini-série em 5 partes) (HBO)
Realizada por Todd Haynes (realizador de Far From Heaven, I´m Not There), MIldred Pierce acompanha a jornada de Mildred, uma dona de casa que separa-se do seu marido e fica a cuidar das suas duas filhas. Sem o marido em casa, Mildred decide lançar-se no mercado de trabalho e, após pressão por parte da sua filha mais velha, acaba por tentar criar o seu próprio negócio. No entanto, a sua vida pessoal é sempre afectada pela relação fragilizada com a sua filha mais velha, Veda.
Todd Haynes realiza esta mini-série da HBO como se fosse uma longa-metragem de 5 horas, com uma realização exemplar. A reconstituição da época é sublime e o argumento é fantástico. No entanto, nada disto importaria tanto se não fosse o elenco presente: Melissa Leo (oscarizada por The Fighter), Guy Pearce, Evan Rachel Wood e a protagonista Kate Winslet, num papel brilhante que, ora explode de emoções, ora contém tais emoções. Um elenco em grande forma, liderado de forma poderosa por Winslet, num papel que marcará a sua já fantástica carreira. A tudo isto, juntamos ainda a banda-sonora de Carter Burwell, constante colaborador dos Irmãos Coen. Uma excelente mini-série, de enorme qualidade e um dos melhores produtos televisivos de 2011.
Classificação:
★★★★★
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Six Feet Under - Criado por Allan Ball
Allan Ball, argumentista do oscarizado American Beauty, criou esta série dramática, com um toque de humor negro, sobre a família Fisher, uma família disfuncional que tem um negócio bastante peculiar: uma agência funerária.Depois do pai de família, Nathaniel Fisher morrer, os restantes membros ficam em choque e têm de tentar superar o duro golpe. Nate, o filho mais velho, está de visita e, a pedido da mãe, fica para ajudar no negócio de família. David, o filho do meio que sempre ajudou o pai na agência, é um homossexual reprimido e com medo de se assumir enquanto tem uma relação com Keith, um polícia. Claire é a filha mais nova, uma estudante que vê o mundo de forma diferente e que deseja ser artista. Ruth é mãe de família e, com a perda do marido, vê o seu mundo desabar e precisa da família por perto, por mais disfuncional e emocionalmente separada que esta seja.
Six Feet Under apresenta-nos argumentos e diálogos muito bem conseguidos e imaginados, para além de ser um drama extraordinário e de grande qualidade.
A primeira temporada apresenta-nos as personagens e o universo em que estão. A segunda temporada complica as histórias e relações das mesmas, conseguindo criar, por vezes, um sentimento de ódio/adoração por parte dos espectador em relação a certas personagens ou acontecimentos, sendo que no final da temporadas (e temporadas posteriores) o espectador seria recompensado. A terceira temporada apresenta-nos os destinos das personagens depois dum período mais negro (apesar dos períodos das personagens serem sempre complicados ao longo da série). A quarta e quinta temporadas são como sequelas da terceira, mostrando os acontecimentos que mudam as vidas da família Fisher.
A quinta temporada é das melhores coisas que se fez em televisão. Serve como fecho das histórias das personagens mas fá-lo de forma tão tocante e inesperada que é impossível não chocar e emocionar o espectador. Os minutos finais da série são tocantes e simplesmente geniais (para não falar do nono episódio!).
Six Feet Under surgiu numa altura em que era preciso quebrar tabus na televisão, e fê-lo de forma brilhante. O elenco escolhido é perfeito e fantástico, com representações fabulosas e extremamente tocantes em várias alturas.
Allan Ball criou uma das melhores séries dramáticas da televisão, sendo um produto inovador e de grande influência na televisão dos nossos dias. Uma série obrigatória e de grande, grande qualidade! Uma viajem única com uma família invulgar.
P.S.: A forma como o negócio funerário é embelezado na série é fantástico...
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Dexter - Séries 3 e 4
Depois das primeiras duas temporadas de Dexter, aqui estamos na terceira parte duma série que é, ao fim de contas, o crescimento psicológico da personagem. Enquanto que na primeira temporada assistimos ao descobrir do seu passado e a verdade sobre o seu pai (e afins) e na segunda temporada vemos algo que podemos chamar 'os anos da adolescência', neste terceiro tomo temos o descobrir da amizade (já vamos ao quarto tema).Podemos dizer que esta terceira temporada é a mais fraca. No entanto, continua a ser um excelente produto televisivo, com um bom argumento e excelentes diálogos. A personagem principal tem assim a hipótese de amadurecer, vendo em Miguel Prado (Jimmy Smits em grande forma) um verdadeiro amigo, em quem pode confiar e partilhar o seu terrível segredo. No entanto, as coisas eventualmente começam a dar para o torto.
Mas Dexter atinge o seu rubro no seu quarto ano. Os primeiros episódios são bastante calmos mas são apenas uma preparação para o jogo do gato e do rato que o espectador está prestes a assistir. Após um acontecimento trágico que coloca a série em marcha, o ritmo torna-se alucinante e nunca pára, cheio de twists inesperados (e não são forçados) e momentos de extrema qualidade. Ficamos a pensar que os produtores apostaram tudo neste quarto ano, elevando o jogo a limites inacreditáveis. E a verdade é que conseguem!
Michael C. Hall (excelente actor, que filmou a quarta temporada com cancro, sem revelar a ninguém) está melhor do que nunca e o vilão, o grandioso John Lithgow, é brilhante e tremendamente arrepiante, sendo um dos melhores vilões já criados!
Quanto ao desenvolvimento de Dexter, temos aqui a passagem forçada para a vida adulta, sendo agora marido e pai, e a responsabilidade que tal vida acarreta, como tornar-se no pai que nunca teve e assumir tal papel.
Enquanto que a terceira temporada é a mais fraca, a quarta é um jogo totalmente diferente, com vários momentos de cortar a respiração, num ritmo frenético que deixa o espectador sem espaço para respirar, tudo apresentado com um argumento fantástico e dois actores de peso (revelou trata-se duma série de actores, já que Hall e Lithgow foram premiados com Globo de Ouro), em grande forma. E atenção que temos ainda lugar para um dos mais chocantes finais de temporada de sempre (se não o mais chocante; ainda tenho aquelas imagens na cabeça!).
Confirma-se assim que Dexter é uma série de visionamento obrigatório e uma das melhores da actualidade. Viciante e brilhante!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Dexter - 2ª série
Depois de ter defrontado o Ice Truck Killer e de descobrir as suas origens, Dexter Morgan decide continuar com a sua vida controlada, continuando a exercer justiça pelas próprias mãos. No entanto, com a descoberta do seu 'cemitério' aquático e com a sua namorada Rita a questionar se ele está viciado ou não (algo que é verdade mas não é o vicio que ela suspeita), o mundo de Dexter começa a desmoronar-se. Enquanto a polícia aproxima-se cada vez de descobrir o seu hobbie e com o teimoso Dougs atrás, Dexter deixa-se arrastar pelos devaneios da sua patrocinadora do centro de ajuda em que se encontra, caindo naquilo que é, inacreditavelmente, um lado obscuro e escondido da sua personalidade.A segunda temporada de Dexter é inferior à primeira mas a sua qualidade ainda é elevada, devido à escrita, às personagens (especialmente a de Dexter Morgan) e aos seus actores. Nesta segunda aventura do seria killer mais adorado da América, Dexter cai para o seu lado negro (algo que é invulgar existir, tendo em conta que é um assassino em série nos tempos livres, que teima em não ter sentimentos humanos).
Com tal caminho, a personagem consegue desenvolver-se e tornar-se ainda mais complexa, questionando os seus motivos e se o que faz é correcto, tornando esta uma temporada extremamente importante para o crescimento da personagem.
No entanto, o vilão de serviço (neste caso, Lilla) é muito inferior ao Ice Truck Killer, não sendo uma personagem muito bem conseguida e que serve apenas para arrastar o protagonista para a sua inevitável dúvida existencial.
Sendo este o único ponto fraco, deixando a primeira parte da temporada algo demorada e parada, quando a personagem de Lilla é colocada num plano mais secundário (onde só volta a ganhar mais destaque nos episódios finais), a segunda metade melhorou consideravelmente, proporcionando um final extremamente bem conseguido e de cortar a respiração de tanta emoção presente.
A segunda temporada de Dexter é, portanto, inferior à primeira (muitos dizem ser a mais fraca) mas continua a ser um exemplo perfeito da qualidade que podemos encontrar hoje em dia no que diz respeito a produções televisivas. Agora é tempo para o terceiro ano da série.
sábado, 8 de maio de 2010
Dexter - Season 1
Finalmente, vimos a primeira temporada de Dexter, uma das mais aclamadas séries da actualidade. E merece tal reconhecimento? Sem dúvida!Dexter Morgan é um forense ao serviço da Polícia de Miami, especialista em análise de sangue. No entanto, tem um terrível segredo: é também um serial killer meticuloso, cujas vítimas são pessoas que cometem crimes e conseguem escapar à justiça.
A primeira temporada apresenta-nos Dexter e o seu universo: família, relacionamento amoroso e colegas de trabalho, e o seu primeiro inimigo: The Ice Truck Killer, um outro assassino em série cuidadoso que desafia Dexter para um jogo de intelectos (de certa forma).
Dexter é uma série extremamente bem escrita e executada, com uma variedade de momentos muito bem conseguidos, a dose certa de suspense e humor negro e uma personagem principal fabulosa e complexa.
Michael C. Hall (Six Feet Under) revela ser um actor excelente e muito versátil (com uma composição totalmente diferente da sua personagem de S.F.U.) e encarna Dexter na perfeição (o papel é totalmente seu). No entanto, está bem acompanhado por Julie Benz (o seu par romântico) e restante elenco residente.
Dexter é uma das melhores séries da actualidade e uma verdadeira lufada de ar fresco no panorama televisivo. Michael C. Hall merece o reconhecimento que tem tido pelo seu trabalho e prova o grande actor que é.
Em breve, a segunda temporada (quem quiser seguir-nos pelo Facebook, é só clicar ao lado).
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Six Feet Under, de Alan Ball - Season One (2001)
Após a morte do pai de família (Richard Jenkins), os restantes membros vão ter de superar a perda e enfrentar as dificuldades como uma família. Isso seria uma tarefa mais fácil se esta não se tratasse duma família totalmente disfuncional, com vários problemas pessoais e profissionais. O negócio da família, uma agência funerária, está em dificuldades, servindo de mote à série sobre esta família difícil mas extremamente divertida de acompanhar.Alan Ball, argumentista de American Beauty e criador de True Blood, cria uma série de comédia negra, com várias doses de drama, tudo servido por fantásticas histórias, excelentes diálogos, personagens cativantes e interpretações memoráveis (destaque especial para Peter Krause, Michael C.Hall e Rachel Griffiths).
Six Feet Under é a história desta família e das dificuldades que enfrentam, um conto sofre perda, amor, medo, controvérsia e fugir de estereótipos.
Uma das grandes séries da década, com selo da HBO.
Em breve, falaremos sobre a segunda temporada.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Antes de Dexter, vem Six Feet Under
Há cerca de três dias anunciámos aqui que Dexter iria marcar presença no nosso espaço. No entanto, antes há uma outra série a ser descoberta (no nosso caso, já que cometemos o pecado de não fazermos na devida altura): Six Feet Under.
A comédia negra de Allan Ball vai ser alvo de análisa pelo Movie Wagon, desde a primeira à última temporada.
A grande coincidência é que Michael C. Hall (Dexter) é um dos protagonistas desta série produzida pela HBO. A isto podemos dar a desculpa de querermos acompanhar a evolução de ums melhores actores da televisão actual.
Em breve começamos a nossa rubrica especial, dedicada a Six Feet Under.
A comédia negra de Allan Ball vai ser alvo de análisa pelo Movie Wagon, desde a primeira à última temporada.
A grande coincidência é que Michael C. Hall (Dexter) é um dos protagonistas desta série produzida pela HBO. A isto podemos dar a desculpa de querermos acompanhar a evolução de ums melhores actores da televisão actual.
Em breve começamos a nossa rubrica especial, dedicada a Six Feet Under.
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