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domingo, 7 de agosto de 2011

Sessão da Meia-Noite #33

Cobra, de George P. Cosmatos (1986)

O tenente Marion 'Cobra' Cobretti é um dos polícias mais duros da cidade, sem mostrar grande piedade pelos criminosos. Quando um perigoso grupo assassina pessoas inocentes e deixam para trás uma testemunha, 'Cobra' terá de a proteger.
Depois do mega-êxito de Rambo II, Sylvester Stallone escreveu este filme acção (baseado na novela de Paula Gosling) e foi dirigido por George P. Cosmatos, o realizador da segunda aventura de Rambo.
Com um argumento extremamente básico, diálogos péssimos e foleiros e uma realização mediana, Cobra tornou-se num dos filmes de acção mais populares da década de 80, já que é um dos filmes que melhor representa o estilo dos filmes do género criados nessa época: acção pura e dura, violência por todo o lado, um protagonista badass e cheio de one-liners, um romance forçado e, como é óbvio, um protagonista cheio de músculos e com a pinta dos heróis de acção oitentistas.
Apesar de ser um filme fraco, acaba por entreter, desde que o cérebro seja colocado num recipiente durante os seus 90 minutos de duração. Stallone está um canastrão de todo o tamanho mas é um Cobra perfeito.
Cobra é um mau filme mas acaba por entreter de tão mau que é.

Classificação:
**

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Músicas no Cinema #1

Hoje temos a estreia de outra rubrica: Músicas no cinema, dedicada a músicas e temas que marcaram o cinema. E já que falámos antes de Sylvester Stallone, aqui fica o tema principal de Rocky, composto por Bill Conti:

Os 5 melhores de...

Hoje começa uma nova rubrica no Movie Wagon onde diremos de nossa justiça. Em cada edição, destacaremos os 5 melhores filmes de um determinado actor ou realizador. Claro está que tais escolhas serão baseadas na nossa escolha pessoal.
Hoje vamos apresentar os 5 melhores filmes de Sylvester Stallone. Stallone está de novo em alta, depois do regresso à ribalta com Rocky Balboa e agora com o seu maior êxito de bilheteira desde Rocky IV, The Expendables.

5. Cliffhanger, de Renny Harlin (1993)

Depois de alguns flops nas bilheteiras, Stallone conseguiu regressar ao topo das tabelas com este filme de acção de Renny Harlin (Die Hard 2), um filme cheio de acção e adrenalina e que apresenta Stallone em grande forma. Para além disso, a cena inicial ficou para a história, pela carga dramática que apresenta. Contra Stallone, temos o sempre brilhante John Lithgow, o vilão perfeito (como foi possível ver recentemente na quarta temporada de Dexter).

4. First Blood, de Ted Kotcheff (1982)

Depois de ficar para a história como Rocly Balboa, Stallone consegue criar uma outra personagem que ficaria também para a história: John Rambo. First Blood foi o primeiro êxito de bilheteira de Stallone fora da saga Rocky e é um excelente filme de acção e um bom retrato sobre como o veteranos da guerra do Vietnam eram tratados, quando regressaram ao seu país. Stallone permanece quase sempre silencioso e o momento final é muito bom. Depois disto, Rambo regressou ao Vietnam no segundo filme e tornou-se num herói americano e num símbolo de como os heróis de acção deveriam ser.

3. Coplan, de James Mangold (1997)

Depois de Cliffhanger, Stallone teve mais uns êxitos mas começou novamente a perder fôlego no box-office. No entanto, Copland deu a Stallone algo que não tivera desde o início da sua carreira: o apoio da crítica! Stallone ganhou peso para o papel (com a ajuda de Robert DeNiro, secundário no filme) e conseguiu apresentar uma personagem triste que contém a sua raiva dentro de si. Uma interpretação contida, que está dentro dos limites representativos de Stallone. Para ajudar, Stallone está bem acompanhado por DeNiro, Ray Liotta e Harvey Keitel, entre outros. Um excelente policial e uma boa prova de que Stallone pode ser um bom actor, quando está no projecto certo.

2. Rocky Balboa, de Sylvester Stallone (2006)

Depois de ganhar fama com Rocly, em 1976, Stallone regressa em força com Rocky Balboa, 40 anos depois. Após o fraco quinto capítulo na saga (que foi também um flop), Stallone regressa à personagem que deu início à sua carreira e decide dar um capítulo final digno para a personagem. Usando a sua própria vida e carreira como força para a personagem, Rocky Balboa ganha exactamente por isso: a honestidade do filme e da mensagem, a nostalgia e a experiência de vida de Stallone estar totalmente reflectida no filme. 40 anos depois, Stallone consegue regressar às origens da personagem, esquecendo a fase 'só músculos' dos anos 80 e consegue ainda fazer o público vibrar, naquele que será o último combate de Rocky Balboa.

1. Rocky, de John G. Avildsen (1976)

Escrito por Stallone, Rocky mostra a paixão do actor pelo boxe e apresenta uma personagem que representa o americano pobre e sonhador. Para além disso, é o filme que melhor mostra o sonho americano: um zé ninguém conseguir tornar-se num herói nacional da noite para o dia. Stallone consegue criar uma personagem que é difícil não se gostar e um romance tocante e bonito entre Rocky e Adrian. O combate final ficou histórico, para além da banda-sonora e das famosas cenas de treino, que tanto marcaram os filmes deste género. Um verdadeiro clássico e uma prova de que Stallone sabe ser actor quando quer.

sábado, 28 de agosto de 2010

Sessão da Meia-Noite #3

Rambo III

A terceira parte de Rambo leva o soldado americano ao Afeganistão, onde terá de salvar o seu mentor, o Coronel Trautman. Pelo caminho, vai ajudar o povo afegão a combater os soldados soviéticos. Mais um produto de acção em que os americanos são os bons da fita e os soviéticos são maus como as cobras! Sylvester Stallone está ainda mais violento e o filme é um autêntico guilty pleasure da casa, com cenas de acção sem parar e as one-liners irresistíveis dos anos 80. Filme de acção competente e desmiolado.

A seguir... Rambo (2008)

sábado, 21 de agosto de 2010

Sessão da Meia-Noite #2

O filme desta noite é Rambo: First Blood - Part 2, a sequela do clássico de acção First Blood.

Se no primeiro filme, tínhamos John Rambo a fugir da polícia duma pequena cidade, aqui temos Rambo a voltar ao Vietnam para descobrir se ainda existem prisioneiros de guerra. Rapidamente, torna-se numa luta pela sobrevivência naquilo que muitos chama de Inferno mas que Rabo chama de sua casa (citando o Coronel Trautman).
James Cameron ainda esteve envolvido na escrita do argumento (Cameron diz que as cenas de acção foram da sua autoria e as conotações políticas foram depois escritas por Sylvester Stallone). Sendo um filme inferior e muito mais carregado de acção, o segundo filme de Rambo é um dos meus 'guilty pleasures' (e tenho muitos).

Na próxima semana, regressamos ao mundo de Rambo, com o terceiro filme da saga (sim, aquele em Rambo ajuda os Talibãs...). Quem sabe. até faça uma sessão dupla com os últimos dois filmes. Assim, poderei ver Predator no fim-de-semana de estreia do novo filme dessa outra saga marcante no género de acção... A ver vamos...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

The Expendables, de Sylvester Stallone (2010)

Um grupo de mercenários aceita uma missão que consiste em derrubar o líder militar do país para dar liberdade ao seu povo. No entanto, n decorrer da sua missão, apercebem-se que algo mais.
The Expendables é o novo filme de acção escrito, realizado e protagonizado por Sylvester Stallone. Mas desta vez, ele trouxe companhia. Nada mais, nada menos que algumas das maiores estrelas do cinema de acção dos anos 80 e dos últimos anos: Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, os lutadores de luta-livre Steve Austin e Randy Couture, Terry Crewes, Gary Daniels (talvez o menos conhecido, estrela de muitos filmes de acção directamente lançados em DVD), Mickey Rourke e cameos de Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger. Um elenco da pesada para um filme que promete muita acção. E que consegue cumprir!
The Expendables tem acção do início ao fim, sempre cheio de tiros, explosões, violência gratuita, 'one-liners' foleiras, etc.. Ou seja, tudo o que o cinema de acção dos anos 80 nos proporcionava. E este filme é um bom regresso a esse género de filmes que já não se fazem hoje em dia: acção pura e dura, sem grandes argumentos, sem grandes intenções cinematográficas. Apenas entretenimento e acção.
Para o que prometia, The Expendables cumpre e bem. É um filme divertido, cheio de adrenalina e com um cheiro a anos 80, um tipo de filme que já não se fazem hoje. Aqui é preciso desligar o cérebro, deixar o cinema a sério de lado e apenas deixar-mo-nos levar, nada mais. Para além disso, temos o momento que se esperava há anos: Stallone, Willis e Schwarzenegger juntos em cena pela primeira vez, apesar de ser um momento muito curto e, francamente, forçado. No entanto, é puro êxtase e contem uma das piadas do ano.

Sessão da Meia-Noite#1

Esta semana marcamos o regresso da Sessão da Meia-Noite (desta vez para ficar), uma sessão criada em homenagem às míticas noites de Sábado à noite da RTP1 onde, depois da meia-noite, eram exibidos filmes de acção dos anos 80 e clássicos do terror e F.C. (foi nesta sessão que descobri filmes como The Terminator; First Blood; Predator; Robocop; Cobra, etc..)
Esta sessão de inauguração surge aqui no nosso espaço um dia mais tarde ( a sessão é aos Sábados mas esta semana é aqui apresentada hoje, um dia de atraso) e é marcada pelo visionamento de First Blood, o primeiro filme da saga Rambo (já que The Expandables está agora nos cinemas), um dos grandes filmes de acção dos anos 80, com Sylvester Stallone em grande forma e a apresentar ao mundo um dos grandes heróis de acção americanos de sempre. Um clássico do género, que deu prazer rever. No próximo Sábado, será a vez de First Blood: Part 2, a sequela mais virada para a acção.

P.S.: Já agora, anuncia-se o regresso da Sessão de Culto às Sextas-Feiras. Mas até lá, daremos mais notícias...

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Rambo - de Sylvester Stallone (2008)

O que se passa com Stallone? Algo de bom, de certo! Depois do
surpreende e fabuloso Rocky Balboa, o realizador/actor decidiu
terminar a saga da sua outra personagem mais conhecida: Rambo. E exactamente um ano depois de The Italian Stallion, estreia este John Rambo. Resultado: de novo surpreendente, pela positiva. Apesar de não ser tão bom como Balboa, Stallone apresenta aqui uma realização surpreendentemente competente, com boas interpretações e excelentes sequências de acção. Quanto a argumento, muito não se poderia esperar, mas há algo que não acontecia já desde o primeiro filme do herói de guerra: a humanização da personagem de Rambo. Stallone humaniza o herói de acção, reconhecendo as falhas que o segundo e terceiro capítulos da saga tiveram. E no final do filme, consegue dar um grande desfecho à saga e à personagem, algo que não acontecera (nem perto) com o capítulo anterior, de 1988. Depois, Stallone decide colocar Rambo na Birmânia, local onde decorre a mais longa guerra civil de sempre, já durante 60 anos. E acaba por ser o campo ideal para colocar o herói de guerra (que desta feita não vai sozinho) e dá a oportunidade a Stallone de tentar mostrar ao público a realidade de um país, realidade essa que muita gente desconhece (uma das formas de o fazer é através do início do filme, com as sequências dos noticiários). E por colocar a acção em tal local brutal, a extrema violência (um dos filmes mais violentos de sempre!) é totalmente justificável. O realizador chegou a dizer que a violência no filme serve para mostrar a realizade brutal do país, mostrando-nos cenas cruas, impiedosas e sangrentas. Mais um ponto alto do filme é a montagem feita a partir de cenas dos filmes anteriores, servindo de nostálgia (e Stallone já mostrou ser muito nostálgico em Rocky Balboa) e também mostrando ao público a luta interior que existe em Rambo.

Tudo isto para dizer que aqui temos um dos grandes filmes do género dos últimos tempos, com um herói de acção dos anos oitenta a regressar em grande forma, provando que consegue pôr num canto muitos heróis de acção bem mais jovens, num filme muito old-school (excepto a sequência da mina), ultra violento (Gore! Gore!!!) e com um Stallone a provar, mais uma vez que, dentro das suas limitações representativas, ele sai-se extremamente bem e que, como realizador, encontra-se mais maduro e experiente.
Mais um dos grandes filmes a abrir o ano de 2008. Surpreendentemente!


P.S.: O segundo poster que vos coloco aqui foi feito por um fã e acabou por ser tão credível que foi utilizado pela imprensa francesa em capas e na publicidade do filme. Cá em terras lusas, isso também pegou...

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Copland - de James Mangold (1997)

Este é o segundo filme de James Mangold (Identity; Walk The Line; 3:10 to Yuma) e reúne um elenco de luxo: Robert De Niro, Harvey Keitel, Ray Lliota, Anabella Sciorra, Robert Patrick, Peter Berg, Jeaneane Garofallo e Sylvester Stallone nuna das grandes interpretações da sua carreira. Stallone é um pacato Sheriff duma cidade que se localiza ao lado de Nova Iorque. Está cidade é povoada por polícias. Quando o sobrinho de um dos polícias fundadores dessa comunidade aparentemente comete suícidio, um agente dos Assuntos Internos começa uma investigação à corrupção policial que assola a cidade. Stallone tem aqui o seu melhor papel desde Rocky, interpretando um calmo Sheriff, melancólico, contido e complexo, fazendo exactamente o oposto aos pepéis de herói de acção que o tronaram tão popular nos anos 80. O actor engordou uns quilos (pelo que dizem com a ajuda de De Niro) e tem uma interpretação digna de prémios. Stallone sabe que é uma actor limitado (ele próprio o admitiu) mas neste Copland mostra que sabe jogar com as suas limitações. E muitissimo bem! Quanto ao resto do elenco, que mais se poderia esperar de tais actores juntos? Copland é um filme que vale muito pelas grandes interpretações que tem e pelo bom argumento (escrito por Mangold), sendo estes os pontos fortes do filme. Atenção à banda sonora, composta por Howard Shore. Um policial inteligente, muitissimo aconselhável e para começr a ver Stallone com outros olhos (serve de prelúdio a Rocky Balboa e John Rambo, pelo que dizem).

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Rambo III - de Peter MacDonald (1988)

Depois do primeiro filme mais contido e do segundo filme mais abusado na acção, Rambo regressou com esta terceira parte, com ainda mais acção (e o pior filme da série, até agora, pelo menos). Coronel Trautman (o falecido Richard Crenna) é capturado no Afeganistão por soldados russos (os maus da fita, novamente). Rambo, vivendo afastado do seu país, decide ir sozinho resgatar o seu mentor e, pelo caminho, ajudar os afegãos. A acção é ininterrupta, os tiros são uma constante, as explosões são imensas e os corpos não param de surgir. Este é o filme que hoje em dia muitos dizem: o filme em que o Rambo ajuda os Talibãs. Stallone tentou mostrar o seu ponto de vista acerca do povo afegão na altura (1988). Para isso regressou a Rambo. Tendo sido um frcasso de critíca (esperado) e de bilheteira, Rambo parecia nunca mais colocar os pés numa sala de cinema. Mas esta Quinta-Feira estreia finalmente o quarto capítulo da saga do soldado, que já se diz ser um grande final para a saga (não é o que a critíca pensa, mas sim o público) e que Stallone consegue, mais uma vez, dar uma despedida digna à sua outra personagem emblemática ( a primeira foi Rocky Balboa, que esteou a 8 de Fevereiro, exactamente um ano antes de Rambo). A ver vamos...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Rambo: First Blood - Part II - de George P. Cosmatos (1985)

Três anos após o confronto numa pequena cidade americana, Rambo encontra-se na prisão, levando-o a aceitar uma missão que o levará de volta ao Vietnam. Aqui temos uma sequela totalmente diferente do original. Se no original, tinhamos um filme mais contido e não tão exagerado na acção, aqui tudo isso fo colocado de lado. A acção é o prato forte, Rambo é um durão capaz de matar o Vietnam quase todo, a mensagem que o filme transmite é óbvia (sobre a questão dos soldados desaparecidos em combate), os vilões (para além de serem Vietcongs) são os Russos (estavamos na época da Guerra Fria) mas o patriotismo de Rambo mantém-se, mais forte que nunca. Se o filme resulta? Resulta, pois. Temos aqui um perfeito exemplo do que era o cinema de acção nos anos 80 (uma das décadas fundamentais para o género, com Stallone, Schwarzenegger, Bruce Willis, Chuck Norris e, mais para o final, Dolph Lundgren (!) e Van Damme). O filme entretém, encontramos explosões e tiros em cada 5 minutos e quando acaba, estamos de barriga cheia com isto. Mas apenas pelo facto de ser entretenimento. Escrito por Stallone e James Cameron e realizado pelo já falecido George P. Cosmatos (que faria na mesma altura Cobra, também escrito e protagonizado por Stallone e, também um clássico de acção dos anos 80). Venha o terceiro...

First Blood - de Ted Kotcheff (1982)

Sylvester Stallone foi revelado ao mundo com o seu Rocky. Depois disso, tentou a sua sorte com outros filmes, a maior parte não resultou (mas alguns eram bem bons). Uns aninhos depois de Rocky, realizou, escreveu e protagonizou a sua sequela. E, em 1982, fez parte do argumento deste First Blood (baseado nema novela de David Morrell) e protagonizou a personagem principal, de nome John Rambo. E mal sabia ele que estaria a criar uma das suas mais emblemáticas personagens e um dos grandes heróis de acção de sempre do cinema americano. Veterano do Vietnam, John Rambo visita uma pequena cidade para ir ter com um colega de guerra. Após saber do seu falecimento, Rambo decide partir calmamente. Até ser abordado pelo Sheriff da cidade pacata, que vê em Rambo um vagabundo à procura de sarilhos. Após ser preso e maltratado pelos policias, Rambo foge e inicia a sua pequena guerra privada.
Stallone encarda a personagem de Rambo extremamente bem, sendo esta uma personagem que grande parte do povo americano aprecia bastante (devido ao seu patriotismo e ao facto de representar o que muitos veteranos sofreram após a guerra). Quanto à realização, é competente mas nada de extraordinária. Richard Crenna encarna a figura paternal de Rambo e Brian Dennehy é o Sheriff problemático. E atenção à banda sonora, composta pelo malogrado Jerry Goldsmith (um compositor que conseguia elevar um filme com as suas músicas), que aqui criou uma bela melodia (que se tornou fundamental para os fãs de Rambo) e que consegue retratar o herói americano. Um filme bem diferente das suas sequelas, mais contido, menos violento e... melhor! A aguardar imenso pelo quarto capítulo. Até lá, vou-me preparando vendo as duas sequelas: Rambo: First Blood - Part II e Rambo III. Cá vamos...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Rambo - de Sylvester Stallone (2008) - Estreia 7 de Fevereiro

E John Rambo regressa este ano ao grande ecrã! E depois de Rocky Balboa (esse filme extraordinário), podemos esperar um grande filme daqui (ou uma grande banhada!). Até agora, tem um aspecto excelente, começando nos videos e trailers disponíveis na net e acabando nos posters. Cru, violento e um regresso em grande de um dos derradeiros heróis de acção do cinema! Sylvester Stallone regressa a Rambo, produzndo, escrevendo, realizando e protagonizando o filme.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Rambo - de Sylvester Stallone (2008)

E aqui está o primeiro poster de Rambo. Sim, depois dos vários títulos e de ser conhecido como John Rambo por uns tempinhos, o título oficial parece ser o simples Rambo. O poster, na minha opinião, está muito bom, sim senhor.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

First official JOHN RAMBO (Rambo 4) teaser trailer

Muito bem, aqui vos apresento, quase em primeira mão, uma antevisão de 'John Rambo', realizado por Sylvester Stallone, com estreia prevista para o próximo Verão. Atenção que isto anda muito violento. Parece que o nosso amigo Sly agora anda nos slasher movies. Isto é Rambo 4 ou mais um 'Sexta-Feira 13'? De qualquer forma, isto vai ser muito bom, mesmo que o filme seja mau. A aguardar com alguma expectativa (mas não exagerem...)