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quarta-feira, 11 de maio de 2011

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Guilty Pleasures #7

Highlander - Duelo Imortal, de Russel Mulcahy (1986)
O primeiro filme duma saga que poderia ter sido algo decente (as sequelas são um desastre, sendo que a série não era má de todo). Russel Mulcahy realiza um filme de aventura e fantasia bem conseguido (na minha opinião) com um Christopher Lambert em boa forma (o que é difícil) e com Sean Connery a usar o seu charme. Destaque para o vilão Clancy Brown (um excelente actor, muitas vezes esquecido, que foi um dos protagonistas de Carnivàle e participou em Lost) e The Shanshank Redemption) e para a banda-sonora mitíca dos Queen.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Guilty Pleasures #6

American Pie - A primeira vez (Paul Weitz, 1999)
Talvez seja pelo facto de ter visto o filme quando ainda era adolescente e consegui identificar-me com as personagens que consiga gostar desta saga (atenção, apenas dos três filmes de cinema, não as desgraças para DVD, que nem sequer me darei ao trabalho de ver).
Com a notícia que a Universal confirmou que um quarto filme será distríbuido nos cinemas, trazendo alguns membros do elenco original, é uma boa altura para relembrar um filme que marcou a minha adolescência, uma comédia que relançou o género de filmes para adolescentes e que consegue algo raro: não tratar esse público como atrasados mentais. Uma comédia para adolescentes comercial com pés e cabeça.
Numa rubrica dedicada a revelar os filmes que temos vergonha de dizer que gostamos, aqui fica mais um...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Guilty Pleasures #4

Underworld (2003), de Len Weisman

Underworld traz-nos uma guerra entre vampiros e lobisomens, que dura já há várias gerações. Selene, uma vampira, fica no meio de tal luta, ao apaixonar-se por um lobisomem que poderá ser uma peça importante para a batalha final.
Len Weisman criou (juntamente com Kevin Grevioux) este pequeno universo de acção e terror, conseguindo originar uma certa mitologia ao filme, que prolongou-se por uma sequela e uma prequela (estreada no início de 2009)
Kate Beckinsale, a protagonista, consegue estar à altura da personagem, sendo uma verdadeira mulher de armas e consegue ser um dos pontos altos do filme. Scott Speedman é um bom co-protagonista, sem deslumbrar e como secundários, temos Bill Nighty e Michael Sheen. Weisman tem uma realização competente, sem ser original mas conseguindo cumprir o pretendido.
Underworld foi mal recebido aquando da sua estreia mas foi um êxito comercial, dando origem às já referidas sequela e prequela (e parece que um quarto filme está em desenvolvimento). Apesar das más críticas, por aqui o filme agradou o suficiente para ser um dos nossos guilty pleasures.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Guilty Pleasures #3

Eight Legged Freaks (2002), de Ellory Elkayem

Numa pequena cidade americana, um acidente faz com que as aranhas tornam-se monstros assassinos gigantes. A população deve agora lutar pela sobrevivência e descobrir a origem da mutação.
Servindo de homenagem aos filmes de série B dos anos 50, Eight Legged Freaks é uma divertida comédia de terror, protagonizada por David Arquette. Todos os ingredientes deste tipo de filmes estão aqui presentes e o humor, por vezes totalmente non-sense, encaixa bem.
O filme, produzido por Dean Devlin (Independence Day), foi um fracasso de bilheteiras e passou bastante despercebido pelas nossas salas. No entanto, revela ser um entretenimento razoável, com bons momentos divertidos e um bom guilty pleasure.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Guilty Pleasures #2

Devido a uma pequena ausência, a nossa sessão vem uns dias mais tarde. O filme que apresentamos nesta segunda semana do Guilty Pleasures é...

Next (2007), de Lee Tamahori

Realizado por Lee Tamahori (que trouxe-nos a (má) última aparição de Pierce Brosnan como James Bond), chega-nos este Next, um thriller de ficção baseado num conto de Phillip K. Dick.
A premissa é simples: um homem consegue ver o futuro. No entanto, a sua visão não é muito limitada: apenas consegue ver os momentos que estão para vir, conseguindo evitar algumas situações. Sabendo as suas habilidades, o FBI peresegue-o para que possam ter a sua ajuda num assunto que poderá ser devastador.
Apesar de alguns actores bons (Cage e Julianne Moore) e com um realizador que já mostrou ser capaz de melhor em terras americanas (o subvalorizado The Edge, por exemplo), Next acaba por ser um thriller algo competente, com um argumento previsível, interpretações medianas, diálogos fracos e cenas de acção algo artificiais demais (com algumas excepções). Tudo auxiliado pelo 'fantástico' penteado de Nicolas Cage (aqui na fase fraca da sua carreira, da qual parece começar agora a sair).
Resumindo, Next consegue ser um entretenimento mediano, com vários momentos 'cheesy', humor involuntário, para ver sem preconceitos e expectativas. É apenas 'desligar o cérebro'. Um perfeito Guilty Pleasure.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Guilty Pleasures - Inauguração

E hoje damos início à última nova sessão do Movie Wagon: Guilty Pleasures, um espaço dedicado aos filmes que (supostamente) não deveríamos gostar, os files que sabemos que são maus (ou medianos) e que mesmo assim, contra todas as forças da natureza, ainda conseguimos gostar deles (embora não o consigamos explicar e, às vezes, tenhamos vergonha de o admitir). E todos nós temos os nossos guilty pleasures (e no Movie Wagon temos muitos).
Passamos ao filme de inauguração...

Dracula 2000 (2000), de Patrick Lussier

O mestre do terror Wes Craven produz (e dá o nome) a esta re-imaginação do mito de Drácula. O realizador (e editor) Patric Lussier (que trouxe-nos agora o competente remake de My Bloody Valentine, em exibição) co-escreveu esta nova ideia modernizada do antigo senhor dos vampiros, conseguindo ter umas boas ideias e com uma original origem de Drácula. No entanto, na tentativa de ser um filme de terror, acaba por cair na previsibilidade, utilizando os clichés habituais, umas interpretações banais (salva-se o veterano Christopher Plummer) e bastantes momentos chessy (no entanto, a banda-sonora de Marco Beltrami melhora o filme).
No final, sentimos que uma excelente ideia foi mal utilizada, o que é pena, já que havia aqui uma boa oportunidade de trazer uma história diferente sobre este velho conto.
Um filme com bastantes defeitos, rodeado de vislumbres de boas ideias e um Gerard Butler versão Drácula.
Um perfeito guilty pleasure.