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sábado, 17 de dezembro de 2011

Sessão de Culto # 39

Brick, de Rian Johnson (2005)

Após o desaparecimento da sua ex-namorada, Brendan decide investigar o caso. Para tal, infiltra-se no submundo do crime presente na sua escola.
Brick é um film-noir com adolescentes, onde encontramos todos os aspectos que formam esse género: o detective, a femme-fatale, o vilão, um mistério perigoso, etc.. No entanto, a originalidade da obra de estreia de Rian Jonhson é o ambiente em que a acção se desenrola (filme com personagens adolescentes, faculdade, etc.), os diálogos e as próprias personagens. Para além disso, temos um elenco carismático, muito bem liderado por Joseph Gordon-Levitt.
Brick é uma produção independente que fez furor no Festival de Sundance em 2005 e revela-se uma lufada de ar fresco dentro do cinema americano recente. Uma obra que merece ser vista vezes sem conta.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Inception, de Christopher Nolan (2010)

Cobb (Leonardo DiCaprio) é um especialista numa nova forma de roubo de informação: entrar nos sonhos das pessoas e roubar as informações desejadas. Quando é-lhe pedido para implementar uma informação na mente de alguém, Cobb e a sua equipa preparam-se para o seu maior desafio.
Falar da trama de Inception é algo complicado, já que o filme ganha bastante pela descoberta da história enquanto se vê o filme. E temos de admitir que ver Inception não é apenas ver um filme: Inception é uma experiência diferente e original, destinada a marcar tanto o género de F.C. como o cinema em si.
Christopher Nolan escreve e realiza este thriller de F.C. e cria aquela que será um marco dentro do género: a história, a complexidade da mesma, a forma e o ritmo da acção, é tudo contagiante e executada de forma brilhante.
Inception começa a abrir e nunca pára: ora temos acção, ora temos informação a ser-nos depositada. E basta uma simples distracção por parte do espectador para perder alguma informação importante para a trama. E é isso que Inception pede ao espectador: a sua atenção total durante as suas duas horas e meia de duração (que passam a correr). Se tal não for feito, o espectador corre o risco de dizer que não percebeu nada do filme. Uma simples ida ao wc pode causar tal efeito! Uma simples linha de diálogo pode conter informação vital para o filme. E isso, para além de brilhante, é complicado de conseguir. E Nolan consegue-o na perfeição.
AS cenas de acção estão fabulosas (a luta no corredor vai entrar para a história e é uma das melhores cenas dos últimos tempos), os efeitos especiais são soberbos, a fotografia é fenomenal, o elenco está fantástico (especialmente DiCaprio, Joseph Gordon-Levitt e Marion Cotillard, que está bela mas assustadora ao mesmo tempo!) e a banda-sonora composta por Hans Zimmer é, para além de poderosa, genial e uma das melhores que poderemos ouvir este ano.
Hoje em dia é difícil encontrar um blockbuster que puxe pela inteligência e que desafie o espectador a pensar. Mas Nolan consegue-o fazer uma vez mais, depois do brilhante The Dark Knight. E é isso que é pedido de vez em quando: um blockbuster adulto, inteligente, complexo e emocionante. E Inception é isso e muito mais!

As expectativas eram bastante altas e, pela segunda vez, Christopher Nolan conseguiu excedê-las. Inception é o raro blockbuster e uma verdadeira experiência cinematográfica, um filme obrigatório e que terá uma forte influência em muitos filmes que se avizinham. O melhor filme do ano, até agora. E dificilmente será superado!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Já vi...

Brick (Rian Johnson, 2005)

Excelente homenagem ao Film Noir, onde Rian Johnson (fazendo aqui a sua estreia na realização) escreve uma história de detectives protagonizada por adolescentes (mas com mentalidades adultas, felizmente). Uma rapariga desaparece e o seu ex-namorado decide descobrir a verdade sobre o seu desaparecimento, envolvendo-se numa situação complicada.
Jospeh Gordon-Levitt é o protagonista e dá mais uma prova de ser um dos próximos grandes talentos de Hollywood (e o restante elenco está fabuloso) enquanto que Johnson promete ser um dos realizadores a ter mais em conta no futuro (já estreou entretanto o seu segundo filme, o aclamado The Brothers Bloom, que ainda não vimos).
O argumento está construído de forma brilhante, com excelentes diálogos e tudo extremamente bem dirigido por Johnson, acompanhado por um estilo visual algo peculiar e original.
Quanto ao final, temos aqui mais um mistério do Cinema recente: já circulam várias teorias (há quem diga que o filme é totalmente alterado pela 'revelação' final). No entanto, nada melhor que rever (várias vezes, de preferência) a obra de Johnson, sendo algo obrigatório para uma melhor compreensão do filme, já que é algo denso e complexo e recheado de pequenos pormenores e referências (algumas alusivas ao clássico do Cinema Noir, The Maltese Falcon).
Brick é uma obra obrigatória, cujo culto irá crescer ainda mais. Sem dúvida, uma das melhores e mais surpreendentes obras da década passada.

sábado, 1 de maio de 2010

Inception (A Origem) - Novo poster

E aqui fica o novo poster de Inception, o misterioso filme de Christopher Nolan. As expectativas são muitas, devido à equipa envolvida, e o mistério à volta do projecto é enorme. Tenham atenção que já andam pela net fora vários sites virais que revelam alguns bónus, como este poster. O filme estreia em Portugal a 22 de Julho. Por aqui, as expectativas são enormes.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Já vimos...

(500) Days of Summer (Mark Webb)

Um dos filmes mais aclamados de 2009 e sem ter direito a estreia nas nossas salas de cinema (uma decisão triste para um filme que merecia ser descoberto dessa forma, apesar de ter passado em Estoril), a obra de Mark Webb é uma inteligente e refrescante comédia romântica, onde não temos uma história de amor mas sim de amor (como diz a tagline) e corações destroçados. Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel estão fantásticos como os protagonistas, o argumento é original e divertido, a banda-sonora é fabulosa e a realização de Webb (o realizador do futuro 'reboot' de Spider-Man) é exemplar. Destaque para o original momento musical.
Um filme delicioso e romântico e um dos melhores de 2009. Pena não ter estreado entre nós (uma das grandes vítimas de pobres escolhas).