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segunda-feira, 1 de março de 2010

E o filme desta noite é...

The Spanish Prisoner - O prisioneiro espanhol (David Mamet, 1997)
Realizado por David Mamet (realizador, argumentista, escritor e encenador), chega-nos este The Spanish Prisoner, um thriller inteligente e bem realizado e interpretado, sendo um exemplo de filme de mistério que já é difícil de ver hoje em dia.
Mamet, auxiliado pelos talentos de Campbell Scott, Rebecca Pidgeon (a mulher de Mamet), Ricky Jay, Felicity Huffman (mulher de William H. Macy, frequente colaborador de Mamet), Ben Gazarra e Steve Martin, traz-nos brilhantes diálogos e um argumento sólido e extremamente bem construído, algo a que o cineasta já nos habituou.
The Spanish Prisoner é uma obra muito pouco conhecida que merece ser descoberta, sendo um dos melhores thrillers do final da década de 90.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

E o filme desta noite é... (Retrospectiva Scorsese/ DiCaprio)

The Departed - Entre Inimigos (Martin Scorsese, 2006)
A terceira colaboração entre Scorsese e DiCaprio é o remake de Infernal Affairs.
Com argumento de William Monaghan, o thriller policial venceu 4 Óscars incluindo Melhor Filme e Melhor Realizador para Scorsese. DiCaprio está acompanhado de outros grandes nomes: Matt Damon, Jack Nicholson, Martin Sheen, Ray Winstone, Vera Farmiga e Alec Baldwin (que já tinha entrado em The Aviator).
Cheio de surpresas, com um argumento bem construído, interpretações fabulosas e uma banda-sonora de Howard Shore, The Departed é um dos melhores thrillers dos últimos anos.
Depois desta obra, o novo filme de Scorsese (de ficção) é Shutter Island, que estreia entre nós já amanhã, 25 de Fevereiro. O filme estreou na passada Sexta-Feira nos Estados Unidos, com boas críticas (apesar de ser considerado um filme menor de Scorsese e um dos mais comerciais da sua carreira) e teve um fim-de-semana de 41 milhões de dólares, a melhor estreia nas carreiras de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio. No próximo Sábado, aqui falaremos de Shutter Island.

E o filme desta noite é...

The Edge - No limite (Lee Tamahori, 1997)
Escrito por David Mamet e realizado por Lee Tamahori (o seu melhor filme americano, já que depois fez o último Bond de Pierce Brosnan e a sequela de XxX, com Ice Cube), The Hedge é um filme de aventura e um thriller.
Quando um milionário e o seu fotografo ficam perdidos numa selva, ambos devem lutar pela sobrevivência, lutando contra a natureza e um urso selvagem que os persegue. Enquanto tentam permanecer vivos, os seus egos colidem, sendo que a traição é algo que pode acontecer a qualquer momento.
Anthony Hopkins e Alec Baldwin brilham neste thriller do dramaturgo (realizador e argumentista) David Mamet, onde as suas personagens têm de lutar contra a natureza enquanto a confiança entre ambos é colocada à prova: Hopkins é o milionário inteligente e Baldwin o fotografo com possíveis segundas intenções. E é neste combate de intelectos que encontramos a força do filme (para além das boas prestações da dupla de actores). De resto, Tamahori apresenta-nos uma realização competente, as cenas com o urso são razoáveis mas por vezes podem ser algo exageradas e a secundária Elle McPherson é, sem dúvida alguma, o ponto fraco duma obra competente e de bom entretenimento, onde encontramos alguns diálogos fantásticos, algo habitual na escrita de Mamet.
Um bom filme que poderia ter ido mais longe.

E o filme desta noite é... (Retrospectiva Scorsese/ DiCaprio)

The Aviator - O aviador (Martin Scorsese, 2004)
A segunda colaboração entre Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio foi esta obra sobre Howard Hughes, o lendário realizador e mente inovadora no que diz respeito ao negócio da aviação.
Scorsese dá-nos um retrato de Hollywood dos anos 20 e 30 de forma deslumbrante, com uma fotografia maravilhosa (algo que muda na última parte do filme, perdendo as suas cores vivas), uma montagem bem conseguida e usando alguns actores tão populares na altura (Jude Law como Errol Flyn e Cate Blanchet fabulosa como Katherine Hepburn).
No entanto, a verdadeira história é sobre Hughes e as suas lutas contra a sua doença e as suas formas de obter o que parecia impossível: realizar os filmes que queria (Hell´s Angels e The Outlaw são dois exemplos) e revolucionar o mundo do negócio da aviação.
Leonardo DiCaprio tem a difícil tarefa de retratar Howard Hughes e consegue-o na perfeição, naquela que poderá ser o seu melhor trabalho até hoje, mostrando o seu progresso como actor. Cate Blanchet merece o Óscar de Melhor Actriz Secundária pela sua Katherine Hepburn e Scorsese dá mais uma lição de como fazer bom cinema, misturando arte com cinema comercial.
Um dos melhores filmes da década passada e uma obra essencial.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

E o filme desta noite é...

Porque de vez em quando surgem comédias românticas competentes (ou excelentes), decidimos relembrar esta comédia com um final diferente das outras do género, com Julia Roberts dentro dum género em que está confortável. Uma boa comédia, ligeira e sem grandes intenções, alvo dum grande êxito comercial e apoiada pela crítica.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

E o filme desta noite é... (Retrospectiva Scorsese/ DiCaprio)

Gangs of New York - Gangs de Nova Iorque (Martin Scorsese, 2000)
Começamos hoje a mini retrospectiva dedicada à dupla Scorsese/DiCaprio, cujo quarto filme, Shutter Island, estreia dia 25 de Fevereiro.
A primeira colaboração foi este Gangs of New York, um projecto muito pessoal de Scorsese, que esta em desenvolvimento à já cerca de 20 anos.
Scorsese traz-nos um épico e conta-nos, basicamente, a origem de Nova Iorque, numa altura em que esta estava dividida em dois grupos. No meio duma batalha histórica, está uma história de vingança.
Apesar de ser um filme algo falhado (especialmente na última parte), Gangs of New York é um grandioso trabalho de Scorsese e um dos melhores filmes da década passada. DiCaprio começa aqui (e em Catch Me If You Can, de Steven Spielberg, estreado uma semana depois) a sua caminhada para o amadurecimento como actor, deixando para trás a imagem de ídolo de adolescentes e começando a dar as cartadas certas na carreira (apesar duma boa interpretação, ele e todo o resto do excelente elenco estão ofuscados pelo excelente desempenho de Daniel Day-Lewis, como Bill, The Butcher, um dos melhores vilões do Cinema).
Scorsese realiza, com a sua mestria habitual, um verdadeiro épico do Cinema e, uma vez mais, elabora uma obra que pode ser uma verdadeira escola sobre como fazer filmes.
Um filme obrigatório, que peca por ter um última parte mais fraca.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

E o filme desta noite é...

The Vanishing - A desaparecida (George Sluizer, 1993)
Remake do filme alemão Spoorloos (1988), esta versão americana vem do mesmo realizador: George Sluizer.
Após o desaparecimento da sua namorada, Jeff (Kiefer Sutherland) fica obcecado em descobrir o que lhe aconteceu. Três anos depois, continua a sua procura e acaba por ser contactado por Barney (Jeff Bridges), um inteligente psicopata e raptor da namorada de Jeff.
Apesar de ter bons momentos, The Vanishing acaba por ser um thriller vulgar, caindo nos lugares comuns do género. A realização de Sluizer é competente, mas falha em certos aspectos.
A nível de argumento, temos aqui boas ideias (que decerto já estavam na obra original, que não vimos) mas também encontramos vários momentos menos conseguidos.
Kiefer Sutherland e Jeff Bridges estão bem nos seus desempenhos e Nancy Travis mostra que poderia ter uma carreira triunfante no cinema, apesar dos três actores terem algumas cenas algo fracas no filme.
Destaque para o pequeno papel de Sandra Bullock antes de ser conhecida.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

E o filme desta noite é...

The Pianist (2002), de Roman PolanskiVencedor de 3 Óscares da Academia, incluindo Melhor Actor (Adrien Brody) e Melhor Realizador, The Pianist é um excelente retrato da Segunda Grande Guerra, vista através dos olhos dum famoso pianista judeu (Brody, num fantástico trabalho).
A realização de Polanski é soberba e o filme é um trabalho prodigioso, um dos melhores da década passada. Adrien Brody tem uma interpretação assombrosa e tocante, verdadeiro merecedor dos prémios que recebeu.
Um filme obrigatório.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

E o filme desta noite é...

Taxi Driver (1976), de Martin ScorseseA segunda colaboração de Robert De Niro e Martin Scorsese (com espaço para Harvey Keitel). O argumento duro e crú de Paul Schrader é fabuloso e Scorsese realiza um dos grandes filmes de sempre. Depois de Taxi Driver, De Niro tornou-se na lenda que hoje é. Não é preciso dizer mais nada.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

E o filme desta noite é...

Seven (1995), de David FincherDepois duma estreia atribulada com Alien 3, David Fincher regressa com uma filme que é inteiramente seu. Andrew Kevin Walker escreve um argumento com contornos bastante vulgares mas de forma inteligente e original, proporcionando um dos melhores argumentos do género desde então. Fincher demonstra ser um cineasta com um poder visual bastante invulgar e brilhante, algo que ficaria bastante presente na sua filmografia.
Seven conta com Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow (e alguém bastante conhecido, cujo nome não vamos revelar, para quem não viu o filme) e estão todos em excelente forma. Com uma banda sonora assombrosa de Howard Shore, uma fotografia e montagem fantástico e um dos finais mias surpreendentes do cinema, Seven é um marco do Thriller e do um dos filmes mais importantes da década de 90. Um filme de grande influência e obrigatório.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

E o filme desta noite é...

The Constant Gardener (2005), de Fernando Meirelles

Após a morte da sua esposa, John Quayle está determinado a descobrir a verdade, entrando numa rede de intriga que poderá colocar a sua vida em perigo.
Depois do êxito estrondoso de Cidade de Deus, o brasileiro Fernando Meirelles foi para Hollywood realizar este thriller baseado na novela de John Le Carré.
Com um argumento bem executado e uma realização exemplar, Meirelles cria um thriller poderoso e um dos melhores filmes de 2005, conseguindo ainda trazer excelentes interpretações por parte de Ralph Fiennes e Rachel Weisz (vencedora de Óscar para Melhor Actriz Secundária).
The Constant Gardener é um retrato assustador das grandes empresas dos nossos dias e um romance trágico e belo.
Obrigatório.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

E o filme desta noite é...

Kingdom of Heaven (2005), de Ridley Scott (Director's Cut)

Tentando repetir a proeza de Gladiator, Ridley Scott traz-nos este épico acerca das cruzadas do Século XII.
A versão exibida nos cinemas (que não vimos) foi bastante criticada e, abrindo a temporada de blockbusters em 2005, revelou ser um grande fracasso nas bilheteiras (a nível mundial saiu-se melhor, incluindo em Portugal). No entanto, a opinião sobre a versão do realizador é unânime: temos uma obra bastante superior, menos dedicada às batalhas (muito bem conseguidas, como é vulgar em Scott) e mais tempo dedicado ao argumento e ao desenvolvimento das personagens.
A fotografia e a banda-sonora estão fantásticas e Scott dá-nos, uma vez mais, uma realização sólida. A nível de interpretações, Orlando Bloom pode não ser um protagonista perfeito (embora aqui não esteja nada mal) mas está acompanhado de grandes nomes como Jeremy Irons, Eva Green, Liam Neeson e um Edward Norton mascarado.
Kingdom of Heaven é um grandioso épico, daqueles que já são raros de encontrarmos. Esta versão do realizador é uma obra segura e de bom entretenimento e uma obra aconselhável (e aparentemente, uma boa forma de redescobrir o filme, para quem viu a, aparentemente, mais fraca versão de cinema).

E o filme desta noite é...

The Devil Wears Prada (2006), de David Frankel

The Devil Wears Prada é uma comédia dramática situada no mundo da moda, onde seguimos os passos duma jovem aspirante a jornalista, cuja única oferta de trabalha é na prestigiada revista de moda Runways. No entanto, a editora da revista é a poderosa e fria Miranda Priestly.
Realizado por David Frankel (Marley & Me), temos aqui uma inteligente e bem conseguida comédia que oferece ao espectador um olhar ao mundo da moda e o quanto complicado e impiedoso pode ser. Anne Hathaway é a protagonista, sendo esta uma das primeiras provas que teve que pode carregar um filme às costas (afastando-se dos filmes de The Princess Diaries e entrando em território mais adulto) e provando que é uma das jovens actrizes de maior talento da actualidade. Meryl Streep é a vilã de serviço, com mais uma interpretação exemplar (nomeada a Óscar, uma vez mais). Stanley Tucci, Adam Grenier, Simon Baker e Emily Blunt são os ilustres secundários. Uma obra interessante e mais uma prova do talento de duas actrizes.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

E o filme desta noite é...

Memento (2000), de Christopher Nolan

Começámos aqui a preparar a lista de algumas das obras mais importantes da década que agora acabou e deu-nos vontade de rever aquele que, é na nossa humilde opinião, o melhor e mais inovador thriller da década passada.
Com uma narrativa fora do comum, interpretações soberbas (grande Guy Pearce), um argumento fantástico e original e uma realização única (que revelou o fantástico Christopher Nolan, um dos melhores realizadores da actualidade), Memento é uma obra única e inteligente, muito bem construída e que acaba por revelar-se como um puzzle (algo que Nolan consegue fazer uma vez mais em The Prestige, outra grande obra de visionamento obrigatório), em que cada peça é-nos dada de trás para a frente (à excepção das sequências a preto e branco, num fantástico jogo de fotografia).
Toda esta mestria leva a cereja no topo do bolo com o magnífico final e com a música do génio David Bowie nos créditos finais.
Uma das obras essenciais da década passada e um filme fundamental.

Trailer:

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #6

Hoje trazemos a penúltima obra de James Cameron (sem contar com os documentários que realizou depois). Trata-se do histórico Titanic, de 1997.

A premissa é simples: uma história de amor proibido a bordo do navio mais trágico. James Cameron, depois de vários anos de pesquisa e análise, cria um épico romântico, misturando ficção com realidade e traz-nos um dos filmes mais galardoados de sempre e a obra mais rentável do cinema (sem fazermos ajuste, claro está).
Cameron usa os efeitos especiais da melhor forma possível, conseguindo misturar de forma credível CGI com miniaturas, criando uma réplica exacta do navio. Leonardo DiCaprio e Kate Winslet (que voltaram a contracenar juntos no magnífico Revolutionary Road) são uma dupla romântica de grande peso. Cameron cria uma obra épica utilizando todas as técnicas que domina, naquele que é o filme mais premiado da sua carreira.
Na altura, Titanic era o filme mais caro de sempre e, antes da sua estreia, muitos diziam que levaria Cameron à ruína, tratando-se dum grande fracasso. No entanto, correu tudo melhor do que se esperava, com Cameron a trazer ao mundo uma obra que apelava a todos os públicos e estava a ser muito bem recebida pela crítica.
Nomeado para 13 òscares, dos quais ganharia 11, Titanic rendeu nos Estados Unidos 600 milhões de dólares (o filme que mais se aproximou foi The Dark Knight, com 533 milhões) e mais de 1 bilião a nível global (o primeiro de quatro obras a ultrapassar essa quantia). O filme tornou-se numa obra histórica e com uma popularidade inigualável, sendo um verdadeiro fenómeno cultural. Uma das obras mais importantes do cinema, Titanic é já um clássico e uma obra de visionamento obrigatório.
Quanto a Cameron, embarcou pelo cinema documental (inspirado pelo mistério do mundo aquático e pelo navio Titanic) e começou a desenvolver a tecnologia necessária para criar a sua próxima obra de ficção, Avatar. Depois de 10 anos de desenvolvimento, Avatar estreia amanhã, 17 de Dezembro, no mundo inteiro. Depois de muita expectativa e da promessa de ser um épico e uma obra que revolucionará o cinema para sempre, Avatar tem sido extremamente bem recebido pela crítica especializada e conta com nomeações aos Globos de Ouro, onde se incluem as nomeações para Melhor Filme (Drama) e Melhor Realizador.
Sexta-Feira traremos a nossa opinião a Avatar, concluindo a nossa retrospectiva dedicada a James Cameron, um visionário que muito revolucionou a forma de fazer cinema espectáculo de qualidade.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #5

Prosseguimos com a nossa retrospectiva dedicada a James Cameron, com a sua quinta longa-metragem (novamente, sem contar com Piranha 2), True Lies.

Arnold Schwarzenegger é um agente secreto que leva uma vida dupla: a vida de espião e a vida (falsa) de homem de negócios, sendo a última uma vida inventada de forma a proteger a sua verdadeira profissão da sua família e inimigos. No entanto, as coisas complicam-se e ambas as vidas irão colidir, naquela que será a derradeira luta da sua vida: salvar o casamento.
James Cameron junta-se uma vez mais a Schwarzenegger (acabado de sair do fracasso comercial The Last Action Hero), trazendo ao público um festival de acção, misturado com comédia. Baseado num filme francês, Cameron realiza aqui o fime mais descontraído da sua carreira, onde cria várias sequências de acção muito bem conseguidas e emocionantes, realizando um bom blockbuster de acção. Jamie Lee Curtis é a protagonista feminina, trazendo de volta à ribalda a 'Rainha dos gritos' da década de 80 e dando vários momentos a Curtis para brilhar.
No entanto, sendo esta a obra mais descontraída de Cameron, o argumento é descuidado por vezes, apresentando alguns momentos de humor mal conseguidos e não tendo uma ideia verdadeiramente original.
Não querendo ser mais do que é (um grande espectáculo de acção e comédia), True Lies é um verdadeiro exemplo de blockbuster (sendo daqueles filmes de acção típicos da década de 90). Trata-se da obra de menor qualidade do cineasta mas consegue ser um exemplo perfeito de cinema espectáculo.

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #4

Juntamente com a nossa rúbrica habitual, prosseguimos com a retrospectiva de James Cameron. O filme hoje é Terminator 2: Judgement Day.

Sete anos depois do clássico de culto que o lançou definitivamente, Cameron estreia a sequela de Terminator. Arnold Schwarzenegger (agora o herói de serviço) e Linda Hamilton regressam e ao seu lado têm o estreante Edward Furlong (os pontos altos da sua carreira foram T2 e American X) e o desconhecido Robert Patrick (que, depois de T2, protagonizou vários filmes para o mercado de video até encontrar um lugar seguro e confortável como actor secundário e como o substituto de David Duchovny nas duas últimas temporadas de The X-Files).
Sete anos depois de Sarah Connor ser perseguida pelo T-800 (um ciborg vindo do futuro), um modelo mais avançado é enviado ao passado para matar John Connor, filho de Sarah e futuro líder da resistência contra as máquinas. No entanto, um novo modelo de T-800 (Scharzenegger) é enviado para proteger o adolescente.
Com uma premissa simples e algo parecida com a do primeiro filme, Cameron consegue criar uma obra superior a todos os níveis, com um argumento inteligente e extremamente bem construído, interpretações acima da média e com cenas de acção de cortar a respiração. Cameron consegue criar um verdadeiro exemplo de verdadeiro cinema espectáculo, conseguindo ainda revolucionar os efeitos especiais (ainda hoje bastante convincentes), utilizando uma técnica já presente em The Abyss.
Terminator 2: Judgement Day foi o concluir da saga Terminator para Cameron. O realizadort recusou fazer parte das duas sequelas que se seguiram, argumentando que, para si, a saga estava terminada e com o final que pretendia. Consigo fica aquele que é considerado um dos melhores filmes de acção e um dos melhores blockbusters de sempre. Um verdadeiro clássico e uma obra obrigatória!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

E o filme desta noite é...

Star Trek (2009), de J. J. Abrams

J.J. Abrams, criador de Alies e co-criador de Lost, realiza esta prequela/sequela de uma das mais longas e amadas sagas de Ficção Científica da história do cinema e da televisão.
Com um elenco totalmente novo e que encaixa na perfeição nos papéis icónicos, um argumento bem conseguido e inteligente, efeitos especiais bem criados e sequências de cortar a respiração, este novo Star Trek é dirigido aos fãs e a todos aqueles que nunca conheceram ou nunca foram grandes apreciadores da saga, tornando-se numa obra acessível para todos os públicos e um dos melhores blockbusters dos últimos tempos, cheio de ritmo, acção e bons momentos de entretenimento. Abrams confirma que é um dos melhores realizadores de blockbusters da actualidade (depois do excelente M:I 3) e um conhecedor das fórmulas correctas de criar um bom filme pipoca inteligente e de grande qualidade.
Destaque para a presença do Spock original, Leonard Nimoy.