Mostrar mensagens com a etiqueta David Arquette. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta David Arquette. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de setembro de 2011

Buffy, The Vampire Slayer, de Fran Rubel Kuzui (1992)

Buffy Summers é uma estudante universitária, pertencente à claque de cheerleaders, e com uma vida fácil. No entanto, um homem misterioso, Merrick, persegue-a e revela a verdade: Buffy é uma caçadora de vampiros e terá de iniciar o seu treino, numa altura em Lothos, um perigoso vampiro, está prestes a regressar para matar Buffy.
Misturando comédia adolescente com terror, Fran Rubel Kuzui leva o argumento de Joss Whedon ao cinema. No entanto, o trabalho de Kuzui é bastante fraco e sem originalidade, criando momentos cómicos bastante falhados e nunca conseguindo ser também uma obra de terror.
O argumento de Whedon é, visivelmente, bastante alterado, de forma a poder criar-se uma comédia mais ligeira para o público adolescente, perdendo assim qualquer hipótese de ser algo mais arriscado e original.
Kristy Swanson acaba por não ser uma má Buffy, apesar de não estar muito à vontade, Luke Perry não consegue ser bom actor, Paul Reubens não está mal (a sua morte improvisada é o melhor do filme), Donald Sutherland está lá para ganhar o cheque e Rurger Hauer está lastimável como Lothos.
Esta primeira versão de Buffy não é vista por Joss Whedon como uma prequela à série de culto protagonizada por Sarah Michelle Gellar: Whedon acabaria por adaptar o argumento original (onde Buffy queima o ginásio da escola) para comics, sendo esse o verdadeiro início da saga de Buffy, não este filme.
Uma comédia que, devido à série, acabou por ganhar estatuto de culto mas que acaba por ser uma obra fraca, sem chama.
Destaque para as participações de David Arquette e Ben Affleck, este um figurante por aqui.

Classificação:
**

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Gritos 4 (Scream 4), de Wes Craven

Dez anos depois de defrontar Ghost Face, Sidney Prescott regressa a Woodsborrow para promover o seu livro, onde relata a luta pela sobrevivência que enfrentou quando era adolescente. No entanto, com o seu regresso, regressa também Ghost Face e as mortes voltam a surgir. Sidney junta-se a Dewey e a Gale para descobrirem o assassino, que está a fazer um remake dos acontecimentos de 1996.
11 anos após o último filme, Scream 4 traz de volta a mais popular saga de terror da década de 90, saga essa de enorme popularidade e com grande impacto cultural na altura e que relançou o género de terror slasher, um género que estava nas ruas da amargura e que depois da saga voltou a ser rentável, algo ainda visível hoje em dia.
A verdadeira questão deste regresso é: será que consegue ser um bom regresso a este universo de Kevin Williamson e Wes Craven ou será mais uma sequela desnecessária e má? Felizmente, é um bom regresso!
Scream 4 satiriza aquilo que mais se fez no género de terror na década passada: os remakes! Neste filme, o assassino está a fazer um tipo de remake dos assassínios do primeiro filme mas com várias alterações, aspectos dignos dos remakes recentes.
É neste aspecto que Scream 4 ganha força: assume-se desde início como uma comédia de terror e nunca se leva a sério. Aliás, chega a gozar consigo mesmo sabendo que nunca será tão bom como o filme original e usa isso a seu favor. Através destes aspectos, temos uma quarta parte que enquadra-se perfeitaente dentro da saga original e consegue algo muito raro de encontrar numa saga de terror: uma quarta parte boa e bem divertida.
Apesar de ter várias falhas, Scream 4 é uma sequela digna dos seus predecessores e um filme melhor que Scream 3, devido ao regresso de Williamson ao universo que criou e aos diálogos em construídos. O elenco principal regressa e estão competentes. Aliás, é bom voltar a ver estas três personagens. No entanto, sendo este um filme que pretende conquistar novos fãs, grande parte do elenco é composto por adolescentes. Emma Roberts é Jill, sobrinha de Sidney, e está muito bem aqui, Hayden Pannetiere é a sua melhor amiga e uma fanática por filmes de terror e Rory Culkin um dos peritos em cinema. Enquanto que Roberts está bem como Jill, Pannetiere e Culkin surpreendem bastante.
A realização de Craven está em forma: um bom ritmo, com uma boa montagem e uma boa direcção de actores, sempre servido com a banda-sonora de Marco Beltrami, outro veterano da saga.
Scream 4 foi a sequela que queria que fosse, apesar das suas falhas: excelente entretenimento, com boas doses de comédia e violência e, como é habitual na saga, o mistério à volta da identidade do assassino, algo que surpreende bastante. Uma excelente adição à saga Scream, um filme que dirige-se a um público específico e que acaba por estrear muito longe da época forte da saga, aspectos que fizeram com que falhasse no box-office, infelizmente. Se há sequela de terror que merecia mais sorte nas bilheteiras, era este Scream 4. Um dos mais divertidos do ano!

Classificação:
★★★★

quinta-feira, 5 de maio de 2011

3000 Milhas de Graceland (3000 Miles to Graceland), de Demian Lichtenstein (2001)

Um grupo de assaltantes decide roubar disfarçados de Elvis, aproveitando a confusão da semana de imitadores do rei ro Rock'n'Roll. Depois do golpe, Murphy (Kevin Costner) decide matar os seus companheiros e ficar com os 3.2 milhões de dólares que roubaram e esconderam num pequeno motel. No entanto, Michael (Kurt Russell) sobrevive e consegue tirar o dinheiro do motel a tempo e fugir com Cybill (Courtney Cox) e o seu filho, que havia conhecido no motel. Começam assim a fugir de Murphy, um assassino psicopata.
3000 Miles to Graceland é uma comédia de acção protagonizada por Kurt Russell e Kevin Costner. Os dois actores estão acompanhados por Courtney Cos, David Arquette, Christian Slates, Jon Lovitz, Kevin Pollack, Ice-T e Thomas Hayden Church. No entanto, acaba por ser um projecto falhado, muito falhado!
A culpa acaba por cair em cima do realizador, Demian Lichenstein, cuja carreira nunca foi muito longe, antes e depois deste filme. A realização é extremamente má, com cenas de acção sem ritmo algum, com uso abusado e desnecessário da câmara lenta, uma montagem péssima com escolhas totalmente descabidas, uma direcção de actores má onde apenas se safam Russell e Cox. Para não falar dos péssimos genéricos de abertura e de fim do filme, este sendo composto por um tipo de videoclip onde Russell faz playback duma música de Presley. No entanto, apesar de péssima prestação de Russell neste momento, Costner e Slater atingem bem fundo neste clip.
O argumento é algo totalmente previsível e cheio de lugares comuns, com péssimos diálogos e coisas que não fazem qualquer tipo de sentido. É de questionar como certos actores aceitaram entrar num projecto destes.
Um dos piores aspectos do filme é Kevin Costner. Costner é um bom actor mas neste filme a sua prestação é péssima, no papel do psicopata Murphy. Costner foi nomeado para um Razzie com toda a razão.
Como disse, apenas Kurt Russell e Courtney Cox estão decentes no filme, esforçando-se para salvar um filme condenado desde o início.
O filme teve um custo de 42 milhões e foi um flop nas bilheteiras e acabou por ir directamente para o mercado de DVD em Portugal. Para além disso, foi dizimado pela crítica e nomeado para Razzies. Um mau filme sem piada e com más cenas de acção, que apenas tem Russell e Cox como aspectos positivos. Especialmente Russell.

Classificação:
 

sábado, 1 de maio de 2010

It´s back

A saga de terror que redefiniu o género na década de 90 e relançou o Slasher Film está de regresso. Kevin Williamson (o argumentista criador), o elenco principal (Neve Campbell, Courtney Cox-Arquette e David Arquette) e Wes Craven estão todos de volta. O filme estreia nos Estados Unidos em Abril de 2011. Aqui fica o Teaser Poster.