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domingo, 12 de junho de 2011

Ciclo Clássicos Disney #24

Ciclo Clássicos Disney

Em 1995, após o enorme êxito de The Lion King, a Disney estreia Pocahontas.
Pocahintas é a filha do chefe duma tribo índia. No entanto, Pocahontas apaixona-se por John Smith, um soldado inglês, numa altura em que os colonistas ingleses invadiriam a Virginia.
O estúdio decidiu continuar a usar nomes conhecidos para dar voz às suas personagens animadas e aqui usou um peso pesado: Mel Gibson faz a voz de John Smith. No entanto, o filme em si é bastante inferior às obras que a Disney estava a apresentar na altura. Apesar disso, tem uma boa animação e acaba sempre por ser sempre um bom entretenimento.
Christian Bale também dá a sua voz aqui, actor que curiosamente faria parte duma outra versão da história de Pocahontas em The New World, de Terrence Malick.

Classificação:
6/10

sábado, 18 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #36

Mad Max, de George Miller

Ainda em 1979, vindo da Austrália, estreia este Mad Max, o filme que lançou Mel Gibson para o estrelato.
Trata-se duma visão crua e violenta dum futuro apocalíptico onde encontramos gangues perigosas. E é aqui que encontramos a base do filme: uma gangue mata a família dum polícia, Max, e este vai á procura de vingança.
Para além da curiosa visão dum futuro não muito distante e indeterminado, o filme de Miller está recheado de alucinantes perseguições de carros e cenas de acção de cortar a respiração. Dois anos depois, surgiria o segundo filme, Road Warrior, que é um dos grandes filmes de culto do cinema e grande influência para o cinema de acção, com as suas sequências de acção verdadeiramente prodigiosas.
O sucesso de Mad Max e da sua sequela originaram ainda um terceiro filme, mais ligeiro e de menos qualidade, apesar de ser ainda um excelente entretenimento.
Mad Max tem elementos F.C. espalhados pelo filme: a visão apocalíptica do planeta num futuro não muito distante, por exemplo. Para além disso, foi um êxito de bilheteira vindo da Austrália e uma grande influência para o género de F.C. e Acção.

Amanhã, saltamos para 1980. Depois do mega êxito Star Wars, surge a sua sequela, Empire Strikes Back. Apesar do êxito estrondoso, foi algo menor e a crítica, na altura, não o recebeu muito bem. Mas as coisas mudariam e teríamos um filme de grande referência.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Edge of Darkness, de Martin Campbell (2010)

Um polícia de Boston vê a sua filha ser brutalmente assassinada à porta de sua casa. Pensando primeiro que ele seria o alvo, decide criar a sua própria investigação, descobrindo assim que o alvo era a sua filha e que estão motivos fortes por detrás da sua morte.
Adaptado duma mini-série britânica com o mesmo nome (na qual o realizador Martin Campbell dirigiu alguns episódios), Edge of Darkness reúne Campbell com a escrita de William Monahan (vencedor de Óscar para The Departed) e Mel Gibson, regressando assim à representação, depois de 8 anos anos sem aparecer nos ecrãs.
O resultado é um thriller eficaz, com um cheirinho a anos 90, onde temos bons momentos, uma boa trama e Mel Gibson a fazer o que sabe melhor. Campbell prova, uma vez mais, que é um bom realizador, apesar de não encontrarmos aqui o toque especial que deu a Casino Royale.
Gibson tem um bom regresso ao mundo da representação, no papel dum pai obcecado pela morte da filha, determinado a encontrar a verdade, sem nada e ninguém para o impedir.
Surpreendentemente, Edge of Darkness assume-se como um drama misturado com thriller, já que é bastante focado a já referida obsessão, dando um carga dramática convincente e bem conseguida.
Apesar de ter os seus defeitos, Edge of Darkness é um excelenet regresso de Gibson ao cinema e um bom thriller que vale a pena descobrir. Um thriller à antiga, que já não se encontram hoje em dia.