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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ciclo Cinema Português #7

Alice, de Marco Martins (2005)

Escrito e realizado por Marco Martins, Alice conta-nos a história dum pai que faz tudo para encontrar a sua filha desaparecida.
Com uma interpretação notável de Nuno Melo e uma realização contida e exemplar, Alice é um drama de grande qualidade e uma mais valia para o cinema português.
Tendo sido um êxito considerável nas nossas bilheteiras e tendo sido reconhecido internacionalmente, Alice é mais um exemplo de que o cinema português pode ser um cinema de qualidade e que é, em muitos casos, mais reconhecido no estrangeiro do que em Portugal.

Classificação:
*****

Acabámos assim o nosso mini-ciclo de cinema português, onde apresentámos sete filmes exemplares do nosso cinema, sete filmes que provam que o cinema português recomenda-se e pode ser um cinema de grande qualidade.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ciclo Cinema Português #6

Os Mutantes, de Teresa Villaverde (1998)

 Em 1998, a realizadora portuguesa estreia o seu terceiro filme, Os Mutantes, um drama que acompanha três jovens que não conseguem encaixar-se numa sociedade que também não os compreende.
Esta obra de Villaverde é um excelente exemplo do bom cinema português, cinema esse que é, na maior parte das vezes, feito com pouco dinheiro mas com grandes valores artísticos. Os mutantes foi uma obra reconhecida internacionalmente, estando presente no Festival de Cannes de 1998.
Uma obra de grande qualidade e um dos filmes mais importantes do nosso cinema recente.

Classificação:
*****

sábado, 30 de julho de 2011

Ciclo Cinema Português #5

O Sangue, de Pedro Costa (1989)

O Sangue retrata as dificuldades duma pequena família que reside em Lisboa. Vicente mora com o seu irmão Nino e com o seu pai doente. Após este sair de casa de vez, Vicente e Nino tentam esconder esse facto. No entanto vários problemas surgem na vida dos dois irmãos.
Pedro Costa é um dos realizadores portugueses mais reconhecidos internacionalmente. Este O Sangue é um drama muito bem realizado e escrito e uma das melhores obras do cinema português mais recente e um exemplo perfeito do cinema que Pedro Costa apresenta.
Um filme obrigatório e uma mais valia ao cinema português.

Classificação:
*****

Ciclo Cinema Português #4

O Lugar do Morto, de António-Pedro Vasconcelos (1984)

Um jornalista divorciado, Álvaro, assiste no seu carro a uma discussão entre um homem e uma mulher. Após tal momento, Álvaro dá boleia à mulher em questão e, inesperadamente, vê o homem suicidar-se. O jornalista decide investigar o que aconteceu e envolve-se numa rede de crime e sexo enquanto cria uma relação com a mulher.
António-Pedro Vasconcelos é um dos melhores realizadores portugueses e um dos raros cineastas que conseguiu criar obras comerciais sempre acima da média. Este drama de mistério é um dos seus melhores filmes e um dos melhores dentro do nosso cinema comercial.
Um clássico do cinema português.

Classificação:
*****

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ciclo Cinema Português #3

Os Verdes Anos, de Paulo Rocha (1963)

Estreado em 1963, Os Verdes Anos é um dos principais filmes da nova vaga de cinema português. Produzido com pouco dinheiro e poucos meios, a obra de Paulo Rocha ajudou a mudar o cinema feito em Portugal para sempre. Rocha, com os poucos meios que tinha, conseguiu criar uma obra de grande qualidade e poética.
Uma obra de extrema importância para o nosso cinema, tendo sido reconhecida internacionalmente.

Classificação:
*****

Ciclo Cinema Português #2

Aniki Bóbó, de Manoel de Oliveira (1942)

Baseado no conto de João Rodrigues de Freitas, Aniki Bóbó é a primeira obra de ficção de Manoel de Oliveira.
Através duma brilhante realização, Oliveira cria um dos grandes clássicos do nosso cinema e um filme memorável em todos os níveis.

Classificação:
*****

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ciclo Cinema Português #1

Apesar dum pequeno atraso, começa o hoje o ciclo de cinema português no Movie Wagon. Será, na verdade, um mini-ciclo onde iremos dar sete dos filmes mais importantes do nosso cinema. Não serão escritas muitas palavras acerca destes filmes, já que se tratam de algumas das maiores e melhores obras do nosso cinema e merecem ser (re)descobertas.

Por último, antes de passarmos ao primeiro filme, gostaria de agradecer ao Francisco Rocha, do excelente blog My One Thousand Movies (uma autêntica biblioteca de cinema), pelas sugestões que deu para este pequeno ciclo.

A Severa, de João Leitão de Barros (1931)

A Severa é um filme histórico para o cinema português por várias razões, sendo as principais a sua excelente qualidade e também pelo facto de ser o primeiro filme português sonoro.
A obra de João Leitão de Barros conta-nos a história de Maria Severa Onofriana, uma fadista cigana. Para além disso, é um dos filmes que melhor retrata a cultura portuguesa, especialmente através do fado.
Uma obra rara e bastante importante e um excelente filme!

Classificação:
*****