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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #6

Hoje trazemos a penúltima obra de James Cameron (sem contar com os documentários que realizou depois). Trata-se do histórico Titanic, de 1997.

A premissa é simples: uma história de amor proibido a bordo do navio mais trágico. James Cameron, depois de vários anos de pesquisa e análise, cria um épico romântico, misturando ficção com realidade e traz-nos um dos filmes mais galardoados de sempre e a obra mais rentável do cinema (sem fazermos ajuste, claro está).
Cameron usa os efeitos especiais da melhor forma possível, conseguindo misturar de forma credível CGI com miniaturas, criando uma réplica exacta do navio. Leonardo DiCaprio e Kate Winslet (que voltaram a contracenar juntos no magnífico Revolutionary Road) são uma dupla romântica de grande peso. Cameron cria uma obra épica utilizando todas as técnicas que domina, naquele que é o filme mais premiado da sua carreira.
Na altura, Titanic era o filme mais caro de sempre e, antes da sua estreia, muitos diziam que levaria Cameron à ruína, tratando-se dum grande fracasso. No entanto, correu tudo melhor do que se esperava, com Cameron a trazer ao mundo uma obra que apelava a todos os públicos e estava a ser muito bem recebida pela crítica.
Nomeado para 13 òscares, dos quais ganharia 11, Titanic rendeu nos Estados Unidos 600 milhões de dólares (o filme que mais se aproximou foi The Dark Knight, com 533 milhões) e mais de 1 bilião a nível global (o primeiro de quatro obras a ultrapassar essa quantia). O filme tornou-se numa obra histórica e com uma popularidade inigualável, sendo um verdadeiro fenómeno cultural. Uma das obras mais importantes do cinema, Titanic é já um clássico e uma obra de visionamento obrigatório.
Quanto a Cameron, embarcou pelo cinema documental (inspirado pelo mistério do mundo aquático e pelo navio Titanic) e começou a desenvolver a tecnologia necessária para criar a sua próxima obra de ficção, Avatar. Depois de 10 anos de desenvolvimento, Avatar estreia amanhã, 17 de Dezembro, no mundo inteiro. Depois de muita expectativa e da promessa de ser um épico e uma obra que revolucionará o cinema para sempre, Avatar tem sido extremamente bem recebido pela crítica especializada e conta com nomeações aos Globos de Ouro, onde se incluem as nomeações para Melhor Filme (Drama) e Melhor Realizador.
Sexta-Feira traremos a nossa opinião a Avatar, concluindo a nossa retrospectiva dedicada a James Cameron, um visionário que muito revolucionou a forma de fazer cinema espectáculo de qualidade.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #5

Prosseguimos com a nossa retrospectiva dedicada a James Cameron, com a sua quinta longa-metragem (novamente, sem contar com Piranha 2), True Lies.

Arnold Schwarzenegger é um agente secreto que leva uma vida dupla: a vida de espião e a vida (falsa) de homem de negócios, sendo a última uma vida inventada de forma a proteger a sua verdadeira profissão da sua família e inimigos. No entanto, as coisas complicam-se e ambas as vidas irão colidir, naquela que será a derradeira luta da sua vida: salvar o casamento.
James Cameron junta-se uma vez mais a Schwarzenegger (acabado de sair do fracasso comercial The Last Action Hero), trazendo ao público um festival de acção, misturado com comédia. Baseado num filme francês, Cameron realiza aqui o fime mais descontraído da sua carreira, onde cria várias sequências de acção muito bem conseguidas e emocionantes, realizando um bom blockbuster de acção. Jamie Lee Curtis é a protagonista feminina, trazendo de volta à ribalda a 'Rainha dos gritos' da década de 80 e dando vários momentos a Curtis para brilhar.
No entanto, sendo esta a obra mais descontraída de Cameron, o argumento é descuidado por vezes, apresentando alguns momentos de humor mal conseguidos e não tendo uma ideia verdadeiramente original.
Não querendo ser mais do que é (um grande espectáculo de acção e comédia), True Lies é um verdadeiro exemplo de blockbuster (sendo daqueles filmes de acção típicos da década de 90). Trata-se da obra de menor qualidade do cineasta mas consegue ser um exemplo perfeito de cinema espectáculo.

E o filme desta noite é.../ Retrospectiva James Cameron #4

Juntamente com a nossa rúbrica habitual, prosseguimos com a retrospectiva de James Cameron. O filme hoje é Terminator 2: Judgement Day.

Sete anos depois do clássico de culto que o lançou definitivamente, Cameron estreia a sequela de Terminator. Arnold Schwarzenegger (agora o herói de serviço) e Linda Hamilton regressam e ao seu lado têm o estreante Edward Furlong (os pontos altos da sua carreira foram T2 e American X) e o desconhecido Robert Patrick (que, depois de T2, protagonizou vários filmes para o mercado de video até encontrar um lugar seguro e confortável como actor secundário e como o substituto de David Duchovny nas duas últimas temporadas de The X-Files).
Sete anos depois de Sarah Connor ser perseguida pelo T-800 (um ciborg vindo do futuro), um modelo mais avançado é enviado ao passado para matar John Connor, filho de Sarah e futuro líder da resistência contra as máquinas. No entanto, um novo modelo de T-800 (Scharzenegger) é enviado para proteger o adolescente.
Com uma premissa simples e algo parecida com a do primeiro filme, Cameron consegue criar uma obra superior a todos os níveis, com um argumento inteligente e extremamente bem construído, interpretações acima da média e com cenas de acção de cortar a respiração. Cameron consegue criar um verdadeiro exemplo de verdadeiro cinema espectáculo, conseguindo ainda revolucionar os efeitos especiais (ainda hoje bastante convincentes), utilizando uma técnica já presente em The Abyss.
Terminator 2: Judgement Day foi o concluir da saga Terminator para Cameron. O realizadort recusou fazer parte das duas sequelas que se seguiram, argumentando que, para si, a saga estava terminada e com o final que pretendia. Consigo fica aquele que é considerado um dos melhores filmes de acção e um dos melhores blockbusters de sempre. Um verdadeiro clássico e uma obra obrigatória!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Retrospectiva James Cameron #3

The Abyss (1989)

The Abyss foi a terceira longa-metragem de James Cameron (sem contar com Piranha 2, filme que o próprio Cameron afirma que não realizou) e trata-se duma aventura de Ficção Científica passada no alto mar.
Com várias complicações durante a produção (uma das mais complicadas de sempre), com a maior parte do filme a ser filmada em água e bastantes contra-tempos, The Abyss tornou-se num filme algo complicado mas cujo resultado final resulta num dos melhores filmes do realizador e num dos melhores filmes de F.C. das últimas décadas.
Depois da sua passagem pelas salas de cinemas (cujos resultados de bilheteira não foram os melhores, sendo o único fracasso comercial, até à data, de Cameron), o realizador lançõu, cerca de 3 anos depois, uma edição especial, onde podíamos ver a sua versão final do filme (e ambas as versões são bastante boas).
Com excelentes críticas e efeitos especiais revolucionários (ainda antes de T2, Cameron utilizou o CGI de forma incrível aqui), The Abyss é uma extraordinária aventura de F.C., com excelentes desempenhos por parte do elenco e mais uma obra obrigatória do cineasta.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Sessão da Meia-Noite #4/ Retrospectiva James Cameron #2

Hoje prosseguimos com a Retrospectiva James Cameron, com a sua segunda obra, Aliens.

Depois do êxito de Terminator, a Fox deu a oportunidade a Cameron de realizar a sequela de Alien, de Ridley Scott.
Cameron decide escrever a sequela e criar algo totalmente diferente.
Ripley, a única sobrevivente da nave Nostromo, é encontrada cerca de 57 anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. Com um trabalho seguro na Companhia e com vários pesadelos devido ao trauma dos acontecimentos ocorridos, Ripley encontra-se num tempo estranho e totalmente irreconhecível.
No entanto, devido à sua experiência anterior, é contactada para acompanhar um grupo de Marines até ao planeta onde a nave extra-terrestre foi encontrada, 57 anos atrás, nave essa que continha o mortífero ser que dizimou a sua equipa. Nesse mesmo planeta está agora uma colónia com várias famílias. Depois de perder-se contacto com a colónia, Ripley e a equipa de Marines têm de descobrir o que se passou.
James Camron cria uma sequela totalmente diferente do seu antecessor, sem desrespeitar a obra anterior de forma alguma e sem nunca querendo ser superior (apesar de ser superior em vários aspectos, diferencia-se noutros).
Cameron troca o ambiente claustrofóbico do filme de Scott e coloca acção para dar e vender, conseguindo criar a primeira verdadeira heroína do cinema, com uma Sigourney Weaver em grande forma (nomeada para Óscar de Melhor Actriz pelo seu desempenho). Ao lado de Weaver temos Michael Biehn (de Terminator), Lance Henriksen (que teve uma pequena participação em Terminator, depois de ter perdido o papel principal), Bill Paxton (presença regular nos filmes de Camron, incluindo um papel de figurante em Terminator) e Paul Reiser (mais tarde conhecido pela série de comédia Mad About You). Aliens é um filme de Ficção Científica de terror e acção e uma das melhores sequelas de todos os tempos. Um verdadeiro clássico e uma obra obrigatória, que veio confirmar Cameron como um realizador a ter bastante em conta.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Sessão de Culto #4/ Retrospectiva James Cameron #1

Hoje iniciamos a retrospectiva dedicada a James Cameron, a propósito da estreia mundial do seu novo filme, Avatar (nos cinemas na próxima Quinta-Feira, dia 17 de Dezembro).
O primeiro filme é Terminator, a sua primeira longa-metragem.

Um ser cibernético é enviado ao passado para matar Sarah Connor, a mãe do futuro líder da luta contra as máquinas, John Connor. Entretanto, um soldado do futuro. Kyle Reese, é enviado para a proteger.
Terminator é um grande filme de Ficção Científica, feito com um baixo orçamento. Com uma ideia original e muito bem executada, Cameron consegue criar um dos melhores filmes de F.C. da década de 80 e um dos grandes marcos do género, realizando aquele que seria um dos grandes filmes de culto dos últimos 20 anos (daí a sua presença na nossa Sessão de Culto desta semana, em conjunto com a retrospectiva do realizador).
Cameron Arnold Schwarzenegger como o vilão de serviço e Linda Hamilton como a mulher frágil e inofensiva que terá de ganhar forças e tornar-se numa pessoa mais forte (algo muito presente no cinema de Cameron são as mulheres de personalidade forte e duras de roer).
Com efeitos especiais bem executados, exemplares sequências de acção e uma realização segura, Cameron cria um clássico do cinema de acção e F.C..
E este é o início duma longa história...