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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sessão de Culto #36

The Fog, de John Carpenter (1980)

Com o regresso do Movie Wagon, regressam também as nossas duas rubricas semanais de Sexta e Sábado.
Depois do êxito de Halloween, John Carpenter realizaou este The Fog, uma história de fantasmas que assolam uma pequena cidade americana à medida que são trazidos por um misterioso nevoeiro.
Jamie Lee Curtis, na altura a Scream Queen do cinema de terror, volta a trabalhar com Carpenter, ao lado da mãe, Janet Leight, Hal Holbrock, Tom Atkins e Adrianne Barbeau. O resultado é um filme de terror bastante eficaz e atmosférico, com uma grande realização de Carpenter e um clássico do realizador.
O remake de 2005 é para evitar!

Classificação:
****

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sessão de Culto #27/ Sessão da Meia-Noite #28


Não sendo uma sequela tão boa quanto a obra original mas ganhando um estatuto de culto cada vez maior com o passar dos anos, Escape From LA é a sequela de Escape From New York, o regresso da dupla Kurt Russell/ John Carpenter, o regresso de Snake Plisken e, muito possivelmente, uma das maiores obras de acção da década de 90.
Plisken tem de resgatar a filha do presidente americano de Los Angeles no ano 2013. A cidade é agora um local cheio de criminosos e gangues.
Carpenter volta com a personagem de Plisken castiça e dura de roer, um anti-herói que Russell encarna na perfeição. Com excelentes momentos de acção divertidos, um bom elenco cheio de nomes do cinema série B e exploitation e uma banda-sonora que encaixa tão bem, temos aqui divertimento garantido. E o final é qualquer coisa de especial!

Classificação: 
★★★★

domingo, 22 de maio de 2011

Sessão de Culto #26/ Sessão da Meia-Noite #27

Escape From New York, de John Carpenter

Um dos meus filmes predilectos de John Carpenter (e não só). Kurt Russell cria uma personagem icónica e Carpenter traz-nos um filme de acção influente e de culto. Grande filme!

Classificação: 
★★★★★

sábado, 8 de janeiro de 2011

John Carpenter's The Ward - Trailer

Finalmente John Carpenter está de volta! Apesar de algumas críticas negativas depois da sua estreia em Toronto, ainda em 2010, estou ansioso pelo regresso do mestre Carpenter. Ainda não data de estreia mas aqui fica o primeiro trailer, revelado esta semana:

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #48

They Live, de John Carpenter

Depois do desaire comercial de Big Trouble in Little China, John Carpenter decidiu largar os grandes estúdios e os seus orçamentos e voltou ao cinema independente. Carpenter tinha contrato para mais dois filmes com a Universal e daí surgiram Prince of Darkness, um filme de terror e, no ano seguinte (1988), este They Live, um filme de F.C. e Acção que serve de sátira ao consumismo e à política de Ronald Reagan, o presidente americano da altura. Carpenter acaba por criar uma das mais melhores e mais originais sátiras políticas do cinema. Para além disso, o filme contém uma das mais longas, divertidas e estranhas lutas de sempre, entre Roddy Piper e Keith David.
O filme tem os seus problemas mas nunca se leva (nem deve ser levado) a sério, com uma premissa como estas: um homem descobre que o planeta Terra está a ser habitado por extra-terrestres e que implantaram mensagens subliminares em todo o lado. Os extra-terrestres e as tais mensagens apenas podem ser vistas através duns óculos de sol especiais.
Divertido, cheio de acção e com a marca registada de Carpenter, They Live é um exemplo perfeito da F.C. da década de 80 e um grande filme de culto.

Segunda-Feira voltamos ao cinema de James Cameron, com The Abyss, uma obra de produção difícil mas de grande qualidade.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #40

The Thing, de John Carpenter

Esta obra de John Carpenter é um remake de The Thing From Another World, um filme que já foi abordado na nossa retrospectiva, e é também uma nova adaptação do conto Who Goes There?. Carpenter, grande fã do filme original, cria um filme espectacular, recheado de tensão, com efeitos especiais ainda hoje realistas, um Kurt Russell fabuloso, um filme político e um dos grandes clássicos de culto do cinema.
No entanto, nem tudo foi fácil para a obra de Carpenter. A Universal tinha estrado, semanas antes, E.T.-The Extra-Terrestrial e depois estreou este The Thing, numa altura em que toda a gente estava enfeitiçada pela obra de Spielberg, daí não estarem preparados para ver um extra-terrestre assassino e nojento. O filme foi um fracasso nas bilheteiras e de crítica.
No entanto, o VHS surgiu e o filme foi redescoberto neste formato, criando um culto gigantesco e é hoje considerado um dos grandes filmes do género. Carpenter cria assim mais um filme de culto e uma obra de grande importância, para além de ser um dos meus filmes preferidos.

A F.C. ganhou pontos e popularidade com o filme de Spielberg mas tudo o resto foi fracasso. E é aqui que se insere o filme de Sexta-Feira, Blade Runner.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Retrospectiva F.C. #26

Dark Star, de John Carpenter

Em 1974, um jovem realizador estreou a sua primeira longa-metragem. Com um orçamento minúsculo, John Carpenter apresenta ao mundo Dark Star, um filme que era para ser apenas um filmes de estudante. Dan O'Bannon, que mais tarde escreveria Alien, é o co-autor desta comédia de F.C., bem como um dos actores.
O orçamento pequeno nota-se perfeitamente. Temos aqui uma obra experimental, com meios reduzidos onde destacamos o extra-terrestre assassino perseguido por O'Bannon, composto de uma bola de praia com pés peludos e unhas grandes.
Considerando que a F.C. estava na mó de baixo nas bilheteiras, excepto quando eram filmes protagonizados por grandes estrelas, os restantes filmes eram, na sua maioria, de baixo orçamento e muito experimentais (THX 1138 é um exemplo claro). O público continuava a querer ver filmes mais realistas e crus do que ver aventuras espaciais. Na televisão passavam as repetições de Star Trek, série que começou a dar mais nas vistas depois de cancelada, ainda na década de 70. Aliás, uma série de animação foi criada com as vozes de William Shatner e Leonard Nimoy, para dar seguimento às aventuras da Enterprise. Essas aventuras eram claramente destinadas a um público mais juvenil que era um dos grandes apreciadores da série original. De resto, mesmo na televisão, a F.C. estava em baixo.
Dark Star foi um êxito de crítica mas não de público. No entanto, conseguiu abrir as portas a John Carpenter (e não só) e ganhou estatuto de culto.

Sexta-Feira é dia de desportos do futuro com Rollerball, de Norman Jewison, mais um êxito de bilheteira devido à presença de James Cann.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Um Mês de Terror #31

Halloween

E chegámos ao último filme deste especial Halloween que esteve presente no blog durante todo o mês de Outubro. A última obra do especial é precisamente este Halloween, o clássico de John Carpenter que tanto revolucionou o género e ajudou a criar o sub-género Slasher. Carpentar acaba por não filmar a violência na maior parte dos casos, deixando tudo à imaginação do espectador, consegue criar um ambiente muito bom ao filme, cria um vilão do cinema de terror que ficou para a história e revelou Jamie Lee Curtis. Um verdadeiro clássico do terror e um dos meus favoritos.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sessão de Culto #9/ Um Mês de Terror #15

The Thing

Depois da obra original apresentada na semana passada, hoje é a vez do remake realizado por John Carpenter. E que dizer sobre esta obra? Um dos melhores filmes do realizador, uma forte crítica política, um estudo muito bem criado sobre a paranóia, um exercício de tensão e suspense raros e efeitos especiais fantásticos, ainda hoje realistas. O filme foi um flop nas bilheteiras e mal recebido pela crítica. No entanto, com o passar dos anos, foi redescoberto e ganhou um estatuto de culto enorme, sendo um dos maiores filmes de culto do cinema. Um clássico absoluto e um dos meus filmes favoritos!

sábado, 14 de novembro de 2009

Sessão de culto - Inauguração

Hoje tem início esta nova rubrica, a 'Sessão de culto'.
Como o nome indica, esta 'sessão' é dedicada ao cinema de culto, passando por todos os géneros (mas com especial atenção aos géneros de terror e ficção científica, onde encontramos a maior parte dos filmes com este estatuto) e será apresentada todas as Sextas-Feiras.
Sem mais demoras, passamos ao filme que vai inaugurar esta nova rubrica...

Escape From New York (1981), de John Carpenter

Esta obra de John Carpenter ganhou, com passar dos anos, um enorme estatuto de culto (como muitas outras do cineasta). O filme teve um moderado êxito comercial e foi muito bem recebido pela crítica. Com o avançar da década de 80 e com o surgimento do VHS e com as exibições televisivas, um público mais jovem descobriu o filme e conheceu o mítico Snake Plisken, um dos maiores anti-heróis do cinema e uma das grandes personagens de Kurt Russell.

Comentário:
Passado em 1997 (na altura era um futuro próximo, hoje pode ser visto como um passado alternativo), este thriller de acção e ficção científica de Carpenter tem lugar na cidade de Nova Iorque, cidade que agora é uma espécie de prisão e considerada um dos piores lugares do mundo.
Depois do avião presidencial despenhar-se na cidade, a polícia decide recorrer a Snake Plisken, um dos mais perigosos criminosos vivos. Plisken, forçado a aceitar a missão, vai para Nova Iorque com o intuito de resgatar o presidente, juntamente com a valiosa informação que este detém.
Realizado em 1981, John Carpenter apresenta-nos um extraordinário filme de acção, com bastantes inspiração no Western (até temos o grande Lee Van Cleef) e com um dos grandes anti-heróis do cinema: Snake Plisken, muito bem criado por Kurt Russell. Para além disso, Carpenter junta um fantástico elenco (Ernest Borgnine, Adrienne Barbeau, Harry Dean Stanton, Donald Pleasence), com excelentes sequências de acção, uma banda-sonora cativante (da sua autoria) e apresenta-nos uma visão do futuro (na altura) bastante assustadora, com algumas ideias que hoje em dia podem ser muito comparadas com a realidade (por exemplo, o avião presidencial chocar contra uma das torres gémeas).
Uma das melhores obras de Carpenter, um dos melhores momentos de Kurt Russell e um dos melhores filmes apocalípticos já feitos, bem merecedor do estatuto de culto que hoje tem.

sábado, 31 de outubro de 2009

Especial Halloween #11

E chegamos ao fim deste nosso especial. A obra que encerra esta pequena rubrica é Halloween (1978), de John Carpenter.

Em 1978, John Carpenter (acabado de sair do seu êxito Assault on Precinct 13) escreveu e realizou esta obra que seria um marco do terror. A ideia era relativamente simples: um assassino em série matava adolescentes na pequena cidade de Addonfield, na noite de Halloween.
Esta premissa simples foi magistralmente idealizada por Carpenter, criando um filme que seria incontornável e impulsionador do 'Slasher Film', género que consiste num assassino matar várias pessoas das formas mais violentas (e criativas). Halloween consegue ainda uma outra proeza: ser um 'Slasher Film' sem recorrer a violência (apenas no início), nunca mostrando o acto violento e deixando o espectador imaginar. O realizador consegue criar (e aqui está um dos pontos fortes da obra) um ambiente assustador e sombrio, com uma realização fenomenal e uma banda-sonora arrepiante. E, claro está, Carpenter revelou ao mundo Jamie Lee Curtis que, depois deste filme, tornou-se a rainha dos gritos, sendo protagonista de diversos 'Slashers' logo depois.
Um filme obrigatório e um dos melhores filmes de terror de sempre.

Trailer:


Para concluir este nosso Especial Halloween:
Esperamos que tenham gostado desta pequena incursão pelo cinema de terror. Deixámos várias obras de fora mas que não foram, de forma alguma, esquecidas: os clássicos da Universal Studios, outras obras de Dario Argento, Mario Bava, Wes Craven, John Carpenter, Alfred Hitchcock (Psycho e The Birds, verdadeiros clássicos!), entre outros. A nossa ideia consistia em referirmos algumas das mais importantes e influentes obras do terror, especialmente no cinema dos últimos 50 anos. Demos grande destaque a obras de grande culto mas queriamos também destacar verdadeiros clássicos do género e do cinema em geral. Muitas ficaram de fora mas serão mencionadas e comentadas numa outra ocasião. E agora, um bom resto de Halloween...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Primeiras fotos de John Carpenter's The Ward

Depois de oito longos anos sem realizar uma longa-metragem (a última foi John Carpenetr's Ghosts of Mars, em 2001), o mestre do terror regressa ao cinema com este The Ward. No elenco temos Amber Heard (Pineapple Express; The Informants) e o filme, produzido de forma independente, não tem distribuidora e data de estreia marcada.
Estas primeiras fotos não revelam nada, apenas confirmam o regresso do cineasta. O filme, ainda em produção, irá estrear em 2010.
Deixamos aqui o link para as imagens (que já foram removidas de alguns sites).

terça-feira, 25 de março de 2008

E o primeiro filme desta noite é... Big Trouble in Little China - de John Carpenter (1986)

Este filme de aventuras é um misto de vários géneros: aventura (como foi dito), comédia, fantasia, crenças chinesas, magias chinesas, artes marciais, acção. Carpenter realiza um filme memorável, com um Kurt Russel hilariante, crinado uma má (mas excelente) imitação de John Wayne desenvolvendo, assim, um anti-herói que nada sabe fazer: não sabe matar, não sabe lutar, por vezes é cobarde (mas de uma forma subtil, sem o querer mostrar) mas sempre hilariante. A sua verdadeira é ser um fala-barato. O filme na sua altura de estreia foi um gigantesco fracasso, passando apenas três semanas em exibição nas salas americanas e criando um clima de tensão entre Carpenter e a Fox, fazendo com que o realizador se afastasse bastante de projectos para grandes estúdios (os seus filmes seguintes seriam The Prince pf Darkness e They Live, filmes para a Universal mas independentes e o seu próximo filme de estúdio seria Memoirs of an Invisible Man, para a Warner Bros., seis anos mais tarde). O filme foi postriormente descoberto em VHS e em exibições televisivas (tal como acontecera com The Thing, também de Carpenter e com Kurt Russel) e criou, assim, uma enorme legião de fãs, sendo hoje um filme bastante conhecido e apreciado. Um dos grandes filmes de culto do cinema e um filme algo invulgar mas de excelente entretenimento e qualidade. Mais um grande trabalho do Mestre Carpenter. E uma excelente personagem de Russel (as suas personagens mitícas, na minha humilde opinião, são Snake Pliskenn, Stuntman Mike e este Jack Burton). Um clássico!!



Cá vos deixo alguns petiscos: o poster fantástico, um dos trailers do filme e o videoclip dos The Coup de Villes, banda composta por Carpenter himself, Nick Castle (frequente colaborador de Carpenter no seu início de carreira) e Tommy Lee Wallace (outro colaborador do realizador que, por sua vez, realizou Halloween #: Season of the Witch, produzido por Carpenter). Cá estão...


Trailer:


Videoclip dos The Coup de Villes "Big Trouble in Little China", escrita por John Carpenter:

terça-feira, 18 de março de 2008

Halloween - de Rob Zombie (2007)

Após ser adiado duas vezes cá em Portugal (estava narcada para Novembro e depois foi adiado para Janeiro e só estreou agora em Março), podemos finalmente ver a versão de Rob Zombie de Halloween, o clássico de John Carpenter. Sem entrando em comparações com o original (já lá vamos), Zombie apresenta-nos um filme de terror (pela violência) bem melhor que muitos do género, que estreiam nas salas hoje em dia. Comparando com o original, Zombie apresenta-nos a sua visºao de Michael Myers e sente a necessidade de tentar dar uma explicação sobre o que leva Myers a matar tudo à sua frente. E é aqui que encontramos o grande defeito do filme (para além dos diálogos pobres, por vezes): Zombie apresenta-nos um Michael Myers com uma infância triste, tendo uma mãe stripper, uma irmã que o despreza e um padrasto nojento. Ou seja, enquanto que Carpenter apresenta-nos um Myers misterioso, nunca nos dando um motivo para matar a sua irmã (com um plano sequência fantástico, que começa com a camara a descer do céu, como se uma entidade maléfica tivesse caído em Michael Myers, dando assim um aspecto sobrenatural e mistíco à coisa), Zombie apresenta-nos um Myers assassino fruto da sociedade e da sua infância, onde apenas não mata a sua mãe e a sua irmã bebé e que, com o passar dos anos, acaba consumido pelo mal que reside dentro de si. E dando-nos uma justificação, desmistifica a personagem de Michael Myers, acabando por não o tornar assustador e único (algo que Carpenter conseguiu de forma genial, sem nos apresentar motivo algum e criando um ambiente assustador com a personagem e não só) e conta-nos um começo de história numa hora quando Carpenter demorou apenas 5 minutos para o fazer, sem consultas com psiquiátrico e sem maior desenvolvimento do passado de Myers. Zombie apela também à violência e nudez gratuita, caindo assim no habitual filme de terror, com litros de sangue à mistura, enquanto que Carpenter conseguiu provar que se consegue fazer um Slasher movie sem violência e sem nudez (tem apenas uma única cena de nudez e nada mostra), criando um ambiente assustador através dos ângulos de camara, música (também recriada na versão de Zombie, um ponto forte do filme) e do mistério de Michael Myers.
Mas conseguimos ver que Rob Zombie é um fã incondicional do
clássico de Carpenter. Apenas, como fã e como remake, esperava-se mais. Como filme de terror, não é assustador, é prevísivel mas é visionavél e melhor que muita desgraça que aí anda. Simplesmente retirou o mistério de Michael Myers, perdendo assim um grande trunfo. Mas se Zombie decidir fazer um remake de Halloween II, de certo que fará um trabalho melhor, pois conseguiria fazer um remake melhor que o original.



P.S.: Atenção ao elenco do filme, recheado de estrelas de filmes de série B (e Z), como Malcolm MacDonell, Danny Trevo (o Machete e primo de Robert Rodriguez), Brad Douriff (a voz de Chuckie, o boneco assassino), Danielle Harris (a miúda de Halloween 4 e 5, que fazia de sobrinha de Michael Myers), entre outros.


Cá estão dois posters, o americano (e lançado em todo
o mundo) e o alemão.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Masters of Horror - Cigarette Burns - trailer

Em 2005, foi criada uma série: Masters of Horror. Cada episódio era realizado por um mestre do género do terror. Dario Argento, Takeshi Miike, Tobe Hoper, Joe Dante, entre outros. Um dos melhores episódios e uma das melhores experiências dos últimos tempos dentro do género, foi este Cigarette Burns, do mestre John Carpenter. %5 minutos de genuíno terror psicol
ogico e gore. O mestre está de volta. Mas para quando uma longa-metragem? Quem teve a oportunidade de ver este episódio na Cinemateca está de parabéns. Não tive essa sorte, mas o episódio já cá canta, para ver e rever.