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domingo, 18 de dezembro de 2011

Os 5 melhores de... #2

Com a estreia de Mission: Impossible - Ghost Protocol, decidimos rever aqueles que são, na nossa opinião, as cinco melhores interpretações de Tom Cruise.

1 - Magnolia (1999)
 
2 - Eyes Wide Shut (1999)

3 - Minority Report (2002)

4 - Collateral (2004)

5 - Jerry Maguire (1996)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Retrospectiva F.C. #56

Minority Report, de Steven Spielberg

2003. A nova década estava a começar a entrar na euforia dos filmes de super-heróis, especialmente depois do mega-êxito crítico e de bilheteira de Spider-Man, em 2002, ano em que saiu também o segundo capítulo da nova trilogia Star Wars, Attack of the Clones, outro mega-êxito. Já para não falar ainda de outro mega-êxito que foi Signs, o filme de M. Night Shyamalan e Mel Gibson em que é explorada a ideia de invasão extra-terrestre através da realização do realizador. E em 2003, Steven Spielberg regressa à realização e à F.C. com este Minority Report, um dos filmes mais aclamados desse ano e onde o realizador junta esforços com o actor mais rentável da altura: Tom Cruise.
Baseado numa história de Phillip K. Dick, o filme conta-nos a história dum departamento policial que, num futuro não muito distante, consegue prever os crimes de forma a evitá-los, ajudando assim para um menor número de crimes. No entanto, o agente policial mais competente desse departamento prevê o seu futuro, em que será o assassino de um desconhecido, tendo assim de fugir à polícia e descobrir a verdade.
Spielberg pega na ideia de Dick e consulta vários especialistas da área para apresentar um futuro que poderá realmente existir daqui a 50 anos, ao mesmo tempo que cria uma excelente aventura de mistério, onde acompanhamos o protagonista e temos de descobrir a verdade sobre o caso. Ou seja, temos aqui uma aventura futurista misturada com uma história de investigação à antiga onde, pelo meio, somos brindados com alguns momentos de humor negro, cenas de acção e tensão, sempre bem engendrados por Spielberg e companhia.
Minority Report foi um êxito nas bilheteiras e é um dos melhores filmes de F.C. (e não só) da década passada.

Amanhã, vamos para 2004 e vamos acompanhar Jim Carrey numa aventura romântica do apagar das suas memórias em Eternal Sunshine of the Spotless Mind, de Michel Gondry.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Minority Report, de Steven Spielberg (2002)

Num futuro onde os homicídios podem ser vistos com antecedência e impedidos, um polícia do Pre-Crime (unidade policial que lida com a 'tecnologia' que prevê tais crimes) vê a previsão dum homicídio que ele irá cometer muito em breve. Determinado a descobrir quem será a sua vítima e a verdade sobre o seu caso enquanto é perseguido pelos seus colegas, ele embarca numa corrida contra o tempo onde terá de decidir o seu destino.
Minority Report é baseado num conto de Phillick K. Dick (autor do conto que deu origem a Blade Runner, entre outros filmes) e apresenta-nos uma visão do futuro interessante (Spielberg consultou peritos e cientistas para fornecerem uma visão mais clara do que poderemos ter disponível num futuro próximo, previsões essas utilizadas no filme). No entanto, o grande trunfo do filme (para além dos efeitos especiais, do futuro apresentado e do thriller policial por detrás de tudo, muito hithcockiano) é o lado sombrio que Spielberg dá ao filme, utilizando ainda humor negro que não será para todos. E podemos dizer que nunca vimos Tom Cruise assim: para além do excelente desempenho (aliás, todos os actores estão em grande forma), a personagem de Cruise ultrapassa alguns obstáculos inesperados e insólitos.
Minority Report é um melhores filmes de F.C. da década passada, uma referência do género e uma obra de grande qualidade e entretenimento, algo que Spielberg sabe fazer e muito bem!

sábado, 17 de julho de 2010

Knight and Day, de James Mangold (2010)

June (Cameron Diaz) e Roy (Tom Cruise) conhecem-se no aeroporto antes de embarcarem para o avião que irão partilhar. No entanto, depois duma longa conversa, Roy mata a tripulação do avião e June descobre que ele é um agente secreto que decidiu agir por conta própria, indo contra os seus superiores. Decidido a protegê-la, Roy persegue June, certificando-se que ela permanece vida e que descubra a verdade sobre si.
Knight and Day marca o regresso de Tom Cruise ao cinema de acção, neste caso com uma mistura de comédia e romance. Cameron Diaz é a sua companheira de ecrã e acabam por fazer uma boa dupla (no entanto, uma actriz mais talentosa teria resultado melhor). Enquanto que Cruise brilha num papel em que se sente confortável (e ele aqui está bastante bem), Diaz acaba por também entrar no registo da comédia onde já está mais habituada.
James Mangold (3:10 to Yuma; Walk the Line) é o realizador de serviço e, apesar de não ser um trabalho extraordinário, apresenta-nos uma realização sólida e algo clássica, onde cada plano nas sequências de acção mostram-nos o que se passa, tudo ajudado por uma boa montagem (algo que hoje em dia não se encontra tantas vezes, com as câmaras tremidas e montagem ultra-rápida, onde Paul Greenglass triunfou nos filmes Bourne mas que já foi imitado até à exaustão por realizadores menos competentes). Felizmente, Mangold optou por uma realização mais clássica neste aspecto.
O argumento não é nada por aí além, cheio de lugares comuns e diálogos previsíveis. No entanto, acaba por ser competente o suficiente para dar umas boas gargalhadas.
Knight and Day não é um grande filme mas é divertido e resulta num bom entretenimento de Verão, com boas cenas de acção, boas doses de comédia e dois protagonistas que nos convencem e que estão em boa forma. Um exemplo perfeito de entretenimento escapista e um bom filme de Verão. Missão cumprida.