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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Captain America - The First Avenger, de Joe Johnston (2011)

Steve Rogers é um aspirante a soldado americano em plena Segunda Guerra Mundial. Rogers é um tipo pequeno e fraco mas, após conseguir entrar para o exército, torna-se no teste humano para um novo programa que pretende criar um super soldado. Após o êxito do programa, Rogers fica mais forte e torna-se num símbolo de esperança e de luta para os soldados americanos. Torna-se no Capitão América.
Este Captain America é o último filme que leva a The Avengers, com estreia marcada para Maio de 2012. O mais americano dos heróis da Marvel tinha, portanto, a difícil tarefa de contar a origem da personagem e de preparar o caminho para o filme que reúne o Capitão, Thor, Hulk e Homem de Ferro.
Graças a uma realização bastante competente por parte de Joe Johnston, que já está em território familiar após realizar Rocketeer, e com um elenco competente muito bem liderado por Chris Evans, Captain America é uma missão bem sucedida: é um filme de aventuras à antiga, apesar das novas tecnologias e da temática F.C., um bom blockbuster e um filme divertido.
Chris Evans é o Capitão América perfeito, Hugo Weaving é, mais uma vez, um vilão à altura, as cenas de acção estão bem executadas e o ambiente muito anos 40 está bem conseguido. Johnston já tinha recriado tal ambiente na perfeição em Rocketeer.
Um bom blockbuster e o caminho está aberto para The Avengers, cujo primeiro teaser pode ser visto no final dos créditos de Captain America.

Classificação:
****

sábado, 9 de julho de 2011

Sessão da Meia-Noite #32

Blade, de Stephen Norrington (1998)

Blade, metade humano metade vampiro, é um caçador de vampiros. Todas as noites, pega no seu arsenal e mata os seres nocturnos enquanto se aproxima do seu verdadeiro inimigo: Deacon Frost, um poderoso vampiro com altas ambições. No entanto, tudo muda para Blade quando salva uma enfermeira da morte certa.
Blade é uma das personagens mais secundárias do universo da Marvel Comics. No entanto, foi a personagem escolhida para ser levada ao ecrã antes das adaptações de comics ficarem tanto na moda. O êxito foi garantido, devido à escolha perfeita de Wesley Snpies como Blade e devido ao facto de termos aqui um filme de acção competente e bem construído, apesar de algumas más decisões a nível de realização, a cargo de Stephen Norrington que, anos mais tarde, estaria por detrás do desastroso The League of Extraodinary Gentleman. Devido ao êxito do filme, a Marvel decidiu levar ao grande ecrã o grupo mutante X-Men (2000) e aqui começou a vaga de adaptações da Marvel ao cinema.
Blade é um bom filme de acção, com um bom argumento e algumas cenas de acção bem conseguidas. Tem os seus defeitos, obviamente, mas é um bom e violento entretenimento. Stephen Dorff acaba por ser um bom vilão e o ritmo que o filme tem encaixa perfeitamente.
Um bom início para uma trilogia de filmes e o verdadeiro início da Marvel Comics no cinema.

Classificação:
***

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Captain America - Novo Poster

O último filme de super-heróis deste Verão é Captain America, o famoso super-soldado criado na Segunda Guerra Mundial. Esta é a terceira adaptação da Marvel deste ano, após Thor e X-Men: First Class.
Aqui vamos ficar a conhecer a origem de Captain America e o filme será ainda a última aventura antes deste herói juntar-se a Iron Man, Hulk e Thor em The Avengers, a estrear em Maio de 2012.
Chris Evans é o protagonista, num elenco que conta com Hugo Weaving, Tommy Lee Jones, Stanley Tucci e Samuel L. Jackson. Joe Johnston (The Rocketeer, Honey, I Shrunk the Kids) é o realizador.
Estreia em Portugal no início de Agosto.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Saga X-Men (2000 - 2009)

Com a estreia do quinto filme da saga de mutates da Marvel, o Movie Wagon decide revisitar os restantes filmes. A prequela X-Men: First Class estreia hoje nas nossas salas e tem sido alvo que boas críticas e apreciada pelos fãs.

X-Men, de Bryan Singer (2000)


Depois da Marvel ter adaptado ao cinema Blade, uma das personagens mais desconhecidas do seu universo, e ter resultados satisfatórios no box-office, foi decidido tentar levar uma franchise mais conhecida ao cinema. Tal honra coube a X-Men.
Num mundo em que os mutantes são descriminados pelos humanos, o Professor Charles Xavier lidera uma equipa de mutantes, os X-Men, para tentarem encontrar um equilíbrio entre as duas espécies. No entanto, o velho inimigo de Charles, Magneto, junta a sua irmandade de mutantes e cria um plano que poderá acabar com a raça humana. Usando a ajuda dos seus alunos e de Wolverine, um mutante canadiano com um passado desconhecido, Charles defronta Magneto.
Realizado por Bryan Singer (The Usual Suspects), X-Men foi o filme que deu início à onda de adaptações cinematográficas dos comics da Marvel (e não só). Apesar de cenas de acção fracas, o filme tem um bom argumento, situando o universo mutante num mundo realista, e com personagens bem desenvolvidas. Sente-se que esta primeira aventura de X-Men é um prelúdio para algo maior. Uma boa adaptação e um bom blockbuster. 

★★★★

X2: X-Men United, de Bryan Singer (2003)


Uns tempos depois dos acontecimentos do primeiro filme, um mutante ataca a Casa Branca e o Presidente dos Estados Unidos. Tal ataque poderá ser bastante prejudicial para a comunidade mutante. Para evitar mais ataques do mesmo tipo, o Presidente recorre à ajuda de William Stryker, um homem com um ódio aos mutantes e com uma agenda própria.
Após um ataque à Mansão de Xavier e após este ser raptado, os X-men têm de encontrar o mutante que atacou o Presidente (Nightcrawler) e juntar forças a Magneto, de forma a encontrarem Xavier e evitar o pior. Entretanto, Wolverine descobre que Stryker tem uma ligação muito forte ao seu passado esquecido.
Enquanto que o primeiro filme servia de prelúdio para esta sequela, o segundo filme transforma-se no filme de acção que os fãs desejavam: um filme maior e melhor que o primeiro, onde tudo está em jogo. As cenas de acção são espectaculares e bem construídas, o argumento continua a ser bem desenvolvido, tal como as personagens. Bryan Cox é Stryker, um excelente vilão, Hugh Jackman continua a brilhar como Wolverine, Patrick Stewart e Ian McKellen continuam excelentes como Xavier e Magneto e Singer surpreende todos com uma sequela em tudo superior ao primeiro filme. Um excelente blockbuster e uma das melhores adaptações de comics.

★★★★★

X-Men: The Last Stand, de Brett Ratner (2006)


Uma cura é encontrada, cura essa que permite os mutantes perderem as suas habilidades especiais e tornarem-se humanos. Como esperado, tal cura torna-se algo que irá destabilizar as já melhores relações entre as duas espécies. Enquanto Xavier tenta manter os seus alunos juntos, Magneto junta uma irmandade ainda maior, de forma a poder atacar tal cura e os seus criadores. Entretanto, Wolverine e Storm descobrem Jean Grey viva. No entanto, Jean está mudada e perigosa, sendo agora uma força enorme e destrutiva que poderá fugir do controle de Xavier.
X-Men: The Last Stand foi uma sequela com uma história atribulada: Bryan Singer saiu do projecto para realizar Superman Returns e entrou Matthew Vaughn, produtor britânico (Snatch), cujo único filme que havia realizado era Layer Cake, um filme de gangsters bem recebido pela crítica. Vaughn esteve bastante envolvido na pré-produção do filme até desistir do projecto, devido a diferenças criativas. E aqui entrou Brett Ratner, realizador de Rush Hour e aquele que era a primeira opção para realizar a primeira aventura de X-Men. Ratner entrou no projecto muito em cima da data de início de produção e teve de submeter-se à maior parte das ideias já idealizadas para o projecto, sem ter muito tempo para as desenvolver melhor.
Todos estes aspectos notam-se no resultado final: Ratner já não é, por si só, um grande realizador e opta aqui por uma realização segura. O problema é o desenvolvimento da história e das personagens. Wolverine, o verdadeiro protagonista da saga, deixa para trás o seu passado esquecido, algo que poderia ainda ser bem utilizado, e cria-se aqui uma história de amor forçada entre Wolverine e Jean, algo que estava a resultar nos filmes anteriores (através do triângulo amoroso) mas que aqui é tudo apressado e pouco convincente. Para além disso, temos aqui muitas personagens que acabam por não estar bem desenvolvidas e a trama principal perde-se bastante pelo filme. O pior de tudo é a adaptação duma das mais conhecidas e melhores sagas dos comics: Dark Phoenix. Uma saga histórica no mundo dos comics que aqui, apesar de ter alguns bons momentos, não é bem aproveitada.
X-Men: The Last Stand é o final desta trilogia de X-Men e é um filme que fica muito atrás do resto da saga. No entanto, ainda consegue entreter bastante e as cenas de acção estão bem conseguidas.
O elenco continua em forma, apesar de tudo e temos de dar o braço a torcer e reconhecer a coragem que aqui se teve em matar duas personagens bastante populares e importantes da mitologia X-Men.
Destaque para a presença de Ellen Page como Kitty Pryde.

★★★

X-Men Origins: Wolverine, de Gavin Hood (2009)

X-Men Origins: Wolverine era suposto inaugirar uma série de spinoffs de X-Men, onde seriam reveladas as origens de várias personagens do universo mutante. Como é óbvio, a primeira personagem escolhida é Wolverine, o mutante mais conhecido da Marvel e interpretado pela super-estrela Hugh Jackman.
Logan é um mercenário que, após deixar a sua equipa e o seu irmão Creed para trás, decide levar uma vida normal. No entanto, Creed encontra-o e mata a sua amada. à procura de vingança, Logan aceita o convite de Stryker para fazer parte duma experiência ultra-secreta, de forma a poder matar Creed. Mas Wolverien apercebe-se que há algo por detrás de tudo isto...
Hugh Jackman é a cabeça de cartaz desta prequela/spinoff da saga X-Men, um filme dedicado a Wolverine, aquele que era o verdadeiro protagonista da trilogia X-Men. Pelo caminho, encontramos várias ligações à saga e temos as respostas que procurávamos acerca do passado de Logan.
Apesar dos melhores esforços por parte do elenco (Jackman continua fantástico como Wolverine, Liev Schrieber é um excelente Creed/Sabretootth e Danny Huston está bastante bem como um Stryker mais jovem), o argumento é bastante fraco e as cenas de acção não são das melhores. Temos aqui um filme que acaba por ser mediano, apesar de conseguir entreter. No entanto, a saga e Wolverine mereciam mais e melhor.

★★★

A opinião do Movie Wagon a X-Men: First Class, de Matthew Vaughn, será publicada num post à parte durante a próxima semana.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Thor, de Kenneth Branagh (2011)

Depois duma atitude insensata para tentar proteger o reino do seu pai, o Deus Odin, Thor fica sem os seus poderes e é expulso do reino pelo pai, indo parar ao planeta Terra. Agora o deus do trovão tem de habituar-se aos costumes terrestres enquanto que, em Asgard, o seu irmão Loki prepara um plano para ficar com o trono do pai.
O actor/realizador Kenneth Branagh deixa as adaptações cinematográficas das obras de Shakespeare para abraçar esta super-produção da Marvel. E se no início pensava-se que poderia ser uma escolha errada, Branagh revelou ser exactamente o oposto: fã da personagem da Marvel desde criança, o realizador consegue trazer-nos uma adaptação competente e um bom entretenimento, sendo este o veículo perfeito para inaugurar a temporada de blockbusters de 2011.
Thor tem os defeitos: um romance algo forçado, a mudança de personalidade de Thor é bastante rápida e, por vezes, o ritmo não é o mais correcto. No entanto, Thor era uma das adaptações da Marvel mais complicadas para cinema, algo que nas mãos erradas poderia ser totalmente patético e que poderia colocar muita gente duvidosa acerca de The Avengers. Nesse aspecto, é de louvar que isso não aconteceu: o mundo de Asgard é muito visual e, por vezes, mais interessante que o nosso mundo. As cenas de acção são competentes e pelo meio temos alguns momentos de humor bem conseguidos. Chris Hemsworth é um bom Thor e um actor que promete mas é Tom Hiddleston que apresenta a melhor interpretação como Loki. Anthony Hopkins é um ilustre secundário, brilhante nos momentos em que aparece, Natalie Portman está competente mas nada mais que isso e Rene Russo regressa ao cinema num papel muito apagado, depois duma pausa de 6 anos.
Thor é um bom blockbuster que, apesar de tudo, poderia ter sido melhor. No entanto, é mais uma excelente produção da Marvel, um bom início de Verão de blockbusters e um excelente prelúdio para The Avengers, que estreia daqui a um ano.
Atenção para a cena final depois dos créditos, uma pequena introdução àquela que poderá ser a trama de The Avengers, e ao cameo de Jeremy Renner, no papel de Hawkeye, um dos elementos da equipa de super-heróis que vamos conhecer em 2012. E sim, o cientista perito em raios gama que Erik (Stellan Skasgard) refere é Bruce Banner, o Hulk.

Classificação:
★★★/5

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Já vimos...

Iron Man 2, de Jon Favreau

Uma boa sequela, apesar de inferior ao primeiro filme. Robert Downey Jr. está fantástico somo sempre, com uma excelente química com Gwyneth Paltrow, Mickey Rourke e Sam Rockwell são dois bons vilões (apesar de estarem furos abaixo do grande Jeff Bridges), Scarlett Johansson está competente e as cenas de acção estão bem executadas. Tudo com humor à mistura, numa continuação que não desrespeita de forma alguma o primeiro filme. Se todos os blockbusters deste Verão fossem assim, estaríamos muito bem servidos. Aconselhável, sem dúvida!

Nota: Para quem conheço o Universo Marvel ou está mais dentro do assunto, sabe que com estas duas aventuras de Iron Man, The Incredible Hulk (estreado em 2008) e os futuros Thor (Maio de 2011) e The First Avenger: Captain America (Mai de 2012), a Marvel Studios está a preparar um outro projecto que fará a união de todas (e mais) estas personagens: The Avengers (produzido por Jon Favreau e realizado por Joss Wedon e que estreará em Julho de 2012). Portanto, atenção ao final do filme, depois dos créditos finais, para quem quiser ter um pequeno Teaser do que está para vir.

terça-feira, 30 de março de 2010

O último poster de Iron Man 2

Hoje foi apresentado o novo (e aparentemente úçtimo poster americano) de Iron Man 2, que tem estreia mundial no início de Maio. O poster é ligeiramente diferente do que foi apresentado a semana passada.