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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ciclo Harry Potter #2


Um ano após os acontecimentos de The Sorcerer's Stone, Harry Potter regressa a Hogwarths para o seu segundo ano lectivo. No entanto, Harry já havia sido avisado para não regressar à escola, sendo que está em perigo. Ao lado de Ron e Hermione, Harry descobre que a escola está a ser alvo de ataques misteriosos e que o perigo está cada vez mais próximo, enquanto que a ameaça de Voldemort é cada vez maior.
Chris Colombus regressa à cadeira de realização para esta segunda parte da saga Harry Potter. Apesar de ser um filme mais movimentado e mais negro, o aspecto infantil continua muito presente. Apesar disso, The Chamber os Secrets proporciona excelentes momentos de entretenimento e com um combate final interessante. A saga tem aqui desenvolvimentos importantes enquanto as personagens começam a mostrar os seus fortes laços.
O elenco e o argumento continuam a ser dois pontos bastante fortes neste segundo filme. No entanto, é neste segundo capítulo que descobrimos que esta é uma saga cujos filmes não podem ser vistos de forma individual: cada filme depende do facto do espectador conhecer os acontecimentos do filme anterior. Apesar de ser uma boa sequela, The Chamber of Secrets é também um avançar importante duma história que se prolongará ao longo de mais 6 filmes.

Classificação:
***

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Thor, de Kenneth Branagh (2011)

Depois duma atitude insensata para tentar proteger o reino do seu pai, o Deus Odin, Thor fica sem os seus poderes e é expulso do reino pelo pai, indo parar ao planeta Terra. Agora o deus do trovão tem de habituar-se aos costumes terrestres enquanto que, em Asgard, o seu irmão Loki prepara um plano para ficar com o trono do pai.
O actor/realizador Kenneth Branagh deixa as adaptações cinematográficas das obras de Shakespeare para abraçar esta super-produção da Marvel. E se no início pensava-se que poderia ser uma escolha errada, Branagh revelou ser exactamente o oposto: fã da personagem da Marvel desde criança, o realizador consegue trazer-nos uma adaptação competente e um bom entretenimento, sendo este o veículo perfeito para inaugurar a temporada de blockbusters de 2011.
Thor tem os defeitos: um romance algo forçado, a mudança de personalidade de Thor é bastante rápida e, por vezes, o ritmo não é o mais correcto. No entanto, Thor era uma das adaptações da Marvel mais complicadas para cinema, algo que nas mãos erradas poderia ser totalmente patético e que poderia colocar muita gente duvidosa acerca de The Avengers. Nesse aspecto, é de louvar que isso não aconteceu: o mundo de Asgard é muito visual e, por vezes, mais interessante que o nosso mundo. As cenas de acção são competentes e pelo meio temos alguns momentos de humor bem conseguidos. Chris Hemsworth é um bom Thor e um actor que promete mas é Tom Hiddleston que apresenta a melhor interpretação como Loki. Anthony Hopkins é um ilustre secundário, brilhante nos momentos em que aparece, Natalie Portman está competente mas nada mais que isso e Rene Russo regressa ao cinema num papel muito apagado, depois duma pausa de 6 anos.
Thor é um bom blockbuster que, apesar de tudo, poderia ter sido melhor. No entanto, é mais uma excelente produção da Marvel, um bom início de Verão de blockbusters e um excelente prelúdio para The Avengers, que estreia daqui a um ano.
Atenção para a cena final depois dos créditos, uma pequena introdução àquela que poderá ser a trama de The Avengers, e ao cameo de Jeremy Renner, no papel de Hawkeye, um dos elementos da equipa de super-heróis que vamos conhecer em 2012. E sim, o cientista perito em raios gama que Erik (Stellan Skasgard) refere é Bruce Banner, o Hulk.

Classificação:
★★★/5