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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Retrospectiva Pixar #10 - Up (2009), de Pete Docter

Finalmente, em 2009, temos o mais recente filme da Pixar, Up.

Carl Fredricksen é um viúvo que vive na sua casa sozinho e triste. Quando Carl é colocado perante uma situação problemática, corre o risco de acabar os seus dias num lar de idosos. É então que decide concretizar o sonho da sua falecida esposa: levar a sua casa para junto duma catarata, no meio das montanhas do Peru. Carl, que sempre fora um vencedor de balões, coloca milhares de balões na chaminé e consegue elevar a sua velha casa, de forma a ir para o Peru. No entanto, não conta com a companhia de Russel, um miúdo asiático e escuteiro que, na tentativa de ajudar Carl numa tarefa, encontra-se no seu alpendre. Juntos, vão para o Peru e embarcar numa grande aventura.
Up, de Pete Docter (Finding Nemo, Monsters, Inc.) é uma das melhores obras da Pixar. Apesar de ser um filme de aventura, com cenas cómicas hilariantes e muito bem imaginadas, o filme é também um tocante relato da velhice, do aproximar da morte e da não concretização de sonhos. O filme acaba por ser um prosuto mais destinado aos adultos mas com uma personagem com quem os mais novos podem identificar-se: o pequeno Russel. O argumento de Up é bastante original e com grandes momentos de cinema e consegue ser uma obra bastante tocante e emotiva (de forma mais efectiva que muitos 'grandes filmes' que tentam tal feito) ao mesmo tempo que consegue ser uma comédia (e que comédia!) e um filme de aventuras (claramente baseado em The Lost World, de 1925, e em vários fiulmes de aventura dos anos 40). As personagens são fascinantes (Carl é um herói bastante improvável mas muito bem conseguido, Russel e Dug, o cão, são hilariantes) e a realização de Pete Docter é exemplar, tudo acompanhado por uma animação exuberante e uma banda-sonora (da autoria de Michael Giachinno) fantástica, que relembra tempos antigos (algo apropriado, num filme onde o protagonista é um idoso) e um elenco de vozes, lideradas por Ed Asner e Christopher Plummer.
Up revela ser um novo risco para a Pixar (a ideia podia afastar muita gente, com um herói improvável e uma, possivelmente, pouco convincente ideia de casa arrastada por balões) mas o estúdio venceu todas as expectativas e criou um dos grandes filmes dos últimos anos. Para além disso, é o primeiro filme da Pixar em 3D (tecnologia essa que acaba por não ser essencial para o visionamento da obra, de forma a não roubar as atenções ao fabuloso argumento) e é o primeiro filme de animação da história do cinema a abrir o Festival de Cannes (e o primeiro filme em 3D a fazer parte do festival). Up é ainda o segundo filme mais rentável da Pixar e, uma vez mais, começam os rumores de que poderá ser nomeada para o Óscar de Melhor Filme (algo mais possível de acontecer este ano, já que as nomeações são agora 10, medida da Academia para ganhar mais audiências e não deixar certas obras de fora, depois do criticismo que recebeu com a falta de WALL.E e The Dark Knight).
Up é um filme essencial e um dos grandes filmes deste ano, sem sombra de dúvida. E um dos melhores da Pixar.

Em 2010, temos a estreia de Toy Story 3, com o regresso de Tom Hanks e Tim Allen. No entanto, até lá, a nossa retrospectiva da Pixar está terminada. Sabemos que deixámos de fora as excelentes curtas-metragens do estúdio mas essas, ficarão para outra altura. Esperamos que tenham gostado e podem deixar as vossas opiniões no sitío do costume.

Retrospectiva Pixar #9 - WALL.E (2008), de Andrew Stanton

Ainda o ano passado, a Pixar decide estrear o seu projecto mais arriscado: WALL.E.

Num futuro distante, o Planeta Terra encontra-se abandonado. O planeta é agora um 'caixote de lixo' gigante e tem apenas um habitante: WALL.E, um adorável robot que trata e armazena o lixo do planeta. No entanto, após uma nave chegar ao planeta e largar um outro robot (uma robot, para ser mais preciso), WALL.E decide estabelecer contacto, já que passou vários anos e só e precisa de companhia, A robot, EVE, tem uma missão que, eventualmente, levará WALL.E para fora da Terra e para a maior aventura da sua vida.
WALL:E é o projecto mais arriscado do estúdio, entrando no género da animação de ficção científica (que tem sempre resultados desastrosos nas bilheteiras, como foi o caso de Titan AE e Fina Fantasy: The Spirits Within) e é um filme com poucos diálogos, algo que poderia ajudar (ainda mais) a afastar o público. Mas, apesar de todos estes riscos, a obra de Andrew Stanton foi um êxito estrondoso de bilheteira e de crítica, tudo devido à sua originalidade de argumento, excelente realização e animação e um protagonista cativante. WALL.E é, pura e simplesmente, o melhor filme da Pixar, com uma animação ainda mais desenvolvida e uma história adulta e extremamente tocante, com sequências simplesmente mágicas (a dança no espaço entre WALL.E e EVE, por exemplo), tudo ajudado por uma fantástica banda-sonora composta por Thomas Newman (e pela bela música de Peter Gabriel, nomeada a Óscar).
WALL.E foi o vencedor do Óscar de Melhor Filme de Animação em 2008 (e a Disney tentou colocar o filme na categoria de Melhor Filme, algo que , injustamente, não aconteceu) e trata-se de um dos melhores filmes da década e um dos melhores de animação de sempre. Uma obra ímpar e que faz-nos recordar a verdadeira magia do cinema. Simplesmente imperdível.

A seguir:
UP (2009)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Retrospectiva Pixar #8 - Ratatouille (2007), de Brad Bird

Em 2007, a Pixar volta a colaborar com Brad Bird (depois de The Incredibles) para trazerem ao público Ratatouille.

Remy, um adorável rato, separa-se da sua família após uma situação de grave perigo. Sem saber, vai parar a Paris, mesmo debaixo do famoso restaurante de Gustau, um dos mais famosos chefes de culinária do mundo, de quem Remy é um àvido admirador. Depois de algumas peripécias, o pequeno rato acaba na cozinha do restaurante, que já viu melhores dias, e transforma o seu novo empregado, o rapaz do lixo Linguini, na sua nova estrela da culinária. Juntos formam uma dupla improvável e embarcam numa aventura deliciosa, onde residem alguns segredos.

Ratatouille é a terceira longa-metragem de Brad Bird (depois dos fabulosos The Iron Giant e The Incredibles), que também assina o argumento. E nesta nova obra, Bird supera-se de forma exuberante. O argumento é algo de outro mundo (original, hilariante e muitíssimo bem escrito, com excelentes diálogos), a animação da Pixar está num nível totalmente diferente (fantástica!) e a realização de Bird é exemplar, trazendo ao mundo um filme delicioso e uma verdadeira lufada de ar fresco ao cinema actual. Juntando a isso tudo, temos a fabulosa banda-sonora do cada vez melhor Michael Giachinno (lembramos que é o autor da banda-sonora de Lost, The Incredibles e do excelente tema final de Cloverfield: Roar!) e um elenco de vozes extraordinário, onde encontramos Ian Holm e a lenda Peter O'Toole (como o crítico exigente).
Ratatouille deu de volta o Óscar de Melhor Filme de Animação à Pixar, depois de o ter perdido no ano anterior para Happy Feet.
O filme é simplesmente um dos melhores que apareceu nos ecrãs de cinema nos últimos anos, um verdadeiro exemplo de cinema e uma obra deliciosa e absolutamente original. Uma das melhores obras da Pixar, que a partir daqui começa a renovar-se ainda mais...

A seguir:
Wall.E (2008)

Retrospectiva Pixar #7 - Cars (2006), de John Lasseter

Chegámos ao ano de 2006, ano em que a Pixar lança Cars.

Lightning McQueen é o novato das corridas de carros e está prestes a tornar-se o grande vencedor, feito inédito por parte dum novato. No entanto, depois de um aparatoso acidente, as três grandes estrelas empatam na linha de chegada, fazendo com que haja uma corrida de desempate dentro de duas semanas. Mas o inesperado acontece: McQueen desaparece e vai parar a uma pequena cidade esquecida, onde terá de cumprir serviço comunitário, após ter causado alguns estragos. E é aqui nesta cidade que McQueen descobre que há mais do que ser uma estrela das corridas.

Cars é realizado por John Lasseter, criador de Toy Story. O filme tem um elenco de vozes bastante conhecidas, lideradas por Owen Wilson e Paul Newman (este seria o seu último filme). No entanto, apesar destes pesos pesados, Cars acaba por ser o filme mais fraco da Pixar. O seu argumento é algo vulgar e pouco original (no entanto, não é um argumento mau) e as personagens não são as mais carismáticas. Apesar destes defeitos, Cars consegue ainda ser um bom exemplo do tipo de filmes que saiem dos estúdios da Pixar e ser uma excelente animação. Novamente, a nível técnico, a animação está simplesmente fabulosa e a banda-sonora (que traz de volta Randy Newman à Pixar) está bem conseguida. Neste ano, o estúdio perdeu o Óscar de Melhor Filme de Animação para o inferior Happy Feet, de George Miller.
Cars é um bom filme de animação, inferior a todos os outros saídos da Pixar mas, mesmo assim, um exemplo neste campo.
Cars é também o filme do estúdio com mais vozes conhecidas: para além de Wiulson e Newman, temos Tony Shalhoub, Cheech Marin, Bonnie Hunt, o falecido George Carlin, Michael Keaton e cameos de Tom Hanks, Tim Allen, Arnold Schwarzenegger, Billy Crystal, John Goodman e Dave Foley.

A seguir:
Ratatouille (2007)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Retrospectiva Pixar #6 - The Incredibles (2004), de Brad Bird

Em 2004, a Pixar decide experimentar algo diferente e lança nos cinemas The Incredibles.

Bob Parr é um agente de seguros infeliz com a vida, que só vive do passado, altura dos seus dias de glória: os dias em que era o Mr. Incredible, um forte super-herói num mundo recheado de super-heróis. Após vários problemas terem ocorrido e os super-heróis serem banidos, Bob passa os seus dias, juntamente com a sua família, dentro do programa similar ao da protecção de testemunhas. Mas tudo muda quando Bob é contactado para deter uma poderosa máquina. No entanto, cedo descobre que tudo não passa dum plano de vingança que fará com que Bob e a sua família assumam o seu lugar no mundo como super-heróis.
Escrito e realizado por Brd Bird (antigo argumentista de The Simpsons e também do muito substimado The Iron Giant), The Incredibles é uma inteligente e muito bem escrita aventura de super-heróis, onde Bird consegue criar um mundo que junta Indiana Jones, James Bond, Fantastic Four e X-Men tudo num só filme, que destina-se aos mais novos mas especialmente ao público mais adulto. As vozes estão a cargo de Craig T. Nelson, Holly Hunter, Jason Lee, Samuel L. Jackson e do próprio Brad Bird. A animação está fantástica e prova que a Pixar fica cada vez mais desenvolvida neste campo. A banda-sonora, a cargo de Michael Giachinno (Alias, Lost e do recente Star Trek) está soberba, lembrando as partituras de John Barry para os filmes de James Bond.
The Incredibles foi lançado em Novembro de 2004 e revelou-se um enorme êxito de bilheteira e de crítica, como já se esperava da Pixar. Em 2005, ganhou ainda o Óscar de Melhor Filme de Animação. E, dois anos depois, Bird regressaria a colaborar com o estúdio para uma obra fantástica...

A seguir:
Cars (2006)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Retrospectiva Pixar #5 - Finding Nemo (2003), de Andrew Stanton

Cerca de ano e meio após o estrondoso êxito de Monsters, Inc., a Pixar iria aonde nenhum outro filme de animação alguma vez tinha ido, com Finding Nemo.

Após perder a sua esposa e ter ficado apenas com um filho, Nemo, o peixe palhaço Marlin revela-se um pai-galinha. No primeiro dia de escola, Nemo é levado por um humano e Marlin decide partir à procura do filho, tendo de atravessar praticamente o oceano inteiro. Enquanto isso, Nemo é colocado num aquário, onde faz novas amizades e planeiam uma grande fuga.
Depois da grande inovação em termos de animação de Monsters, Inc., a Pixar decidiu não voltar atrás e desafiou-se a si mesma, tendo agora de criar um mundo sub-aquático credível e extramente realista, o que alcança com grande êxito. A nível de argumento, novamente encontramos algo muito bem escrito, com fantásticas personagens e 'gags' inteligentes e certeiros, algo já esperado vindo da Pixar. O elenco de vozes, lideradas por Albert Brooks e Ellen DeGeneres (com a sua hilariante voz para Dory), estão fantásticas. Willem Dafoe, Geoffrey Rush e Eric Bana são outras vozes conhecidas presentes no filme.
Finding Nemo foi, na altura, o filme de animação mais rentável de sempre (destronando The Lion King, da Disney), que depois foi superado por Shrek 2. A critíca foi unânime e considerou-o um dos melhores filmes do ano. O filme foi também o primewiro vencedor de Óscar na categoria de Melhor filme de animação.

A seguir:
The Incredibles (2004)

Retrospectiva Pixar #4 - Monsters, Inc. (2001), de Pete Docter

Em 2001, a Pixar regressa aos cinemas mundiais com a sua nova longa-metragem: Monsters, Inc..

James P. Sullivan e o seu assistente Mike Wazowski são os dois monstros mais populares da Monsters, Inc., uma empresa sediada num mundo habitado por monstros, que consiste em ir ao mundo dos humanos (aos quartos das crianças, mais precisamente, através de portas que vão dar aos armários), assustar as crianças e, com os seus gritos, dar energia à cidade. No entanto, quando uma criança passa por uma das portas e Sully está no local, o caos instala-se no mundo dos monstros, já que as crianças são consideradas tóxicas. Sully e Mike devem juntar esforços para encontrarem a porta da criança, devolvê-la ao seu mundo e colocarem o seu lar em condições.
Monsters, Inc. é uma animação inteligente e bem construída, com uma enorme crítica às grandes empresas, mostrando que a Pixar consegue criar filmes de animação que cativem o público mais jovem mas que sejam também bastante dirigidos ao público adulto (algo que muita gente ainda não percebeu, infelizmente). John Goodman e Billy Crystal são as duas principais vozes de serviço, acompanhados por James Coburn, Steve Buscemi e Frank Oz, entre outros.
Monsters, Inc. acaba também por serr um filme marcante para o estúdio: a sua animação torna-se mais complexa, especialmente no que diz respeito à personagem de Sully, um monstro azul e peludo, onde deu-se particular atenção ao pêlo e aos seus movimentos (algo feito de forma espantosa).
Monsters, Inc. tornou-se um enorme êxito de critíca e de público e deu finalmente o Óscar a Randy Newman, o compositor das bandas sonoras dos anteriores filmes da Pixar e que era um dos eternos nomeados nos Óscares, mas sem nunca vencer.

A seguir:
Finding Nemo (2003)

Retrospectiva Pixar #3 - Toy Story 2: In Search For Woody (1999), de John Lasseter e Ash Brannon

Em 1999, a Pixar apresentou ao mundo a sua terceira longa-metragem: Toy Story 2.
Uns tempos após a sua primeira aventura juntos, Woody e Buzz Lightyear são agora melhores amigos. No entanto, quando Woody fica com um rasgo no ombro, receia que Andy, o seu dono, o abandone eventualmente. Quando um dos seus amigos está em perigo, o cowboy decide salvá-lo e acaba por ser roubado por um ganancioso dono de uma loja de brinquedos, com o intuito de vender Woody. Enquanto Buzz e companhia tentam descobrir o seu paradeiro, Woody descobre as suas verdadeiras raízes.
4 anos depois de Toy Story, a Pixar decidiu regressar ao filme que marcou a sua estreia nos cinemas, criando uma sequela superior e inacreditavelmente fresac, com um argumento inteligente, piadas certeiras, personagens cativantes e referências cinematográficas criadas de forma hilariante. Juntando a tudo isso, temos um elenco de vozes excelente, lideradas por Tom Hanks, Tim Allen e Joan Cusack. A animação está mais desenvolvida que no primeiro filme, como seria de esperar e prova, uma vez mais, que a Pixar evoluía de filme para filme e começa, de obra para obra, a fazer referências aos filmes criados pelo estúdio (neste caso, temos o caso de 'blooper' mostrado durante os créditos finais, que envolve personagens de A Bug's Life)

A seguir:
Monsters Inc. (2001)

Retrospectiva Pixar #2 - A Bug's Life (1998), de John Lasseter e Andrew Stanton

3 anos depois do revolucionário Toy Story, a Pixar apresenta o seu segundo filme: A Bug's Life. A história centra-se numa população constituída por formigas, que têem de trabalhar para alimentar perigosos insectos. No entanto, Flik, uma formiga rejeitada pelas outras, acredita ter encontrado a solução: ir à procura de outros insectos que os possam ajudar. E quando pensa ter sido bem sucedido na sua missão, descobre que os seus salvadores são artistas de circo.
Depois da inovação de Toy Story, a Pixar teve oportunidade de melhorar a animação por computador. E conseguiu, já que esta segunda longa-metragem traz uma melhoria a nível visual. Quanto à história, está bem construída, com os 'gags' certeiros e inteligentes e começando a provar que os filmes da Pixar não são apenas para as crianças. As vozes (Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfus, entre outros) estão perfeitas e dão um mair ênfase à comédia.
Com o seu segundo filme, a Pixar começou a afirmar-se cada vez mais no domínio da animação por computador, com excelentes animações, grandes talentos envolvidos, excelentes argumentos e êxitos de bilheteira e de crítica certeiros, servindo de inspiração para outros estúdios arriscarem na mesma formula (a Dreamworks tornou-se a sua maior rival e um dos seus primeiros filmes de animação por computador foi exactamente Antz, sobre formigas).

A seguir:
Toy Story 2: In Search for Woody (1999)

sábado, 1 de agosto de 2009

Retrospectiva Pixar #1 - Toy Story (1995)

Hoje iniciamos a retrospectiva Pixar, onde passaremos pelas 9 obras do estúdio de animação, que culminará no seu décimo filme, Up, a estrear dia 13 de Agosto entre nós. Começamos, pois claro, com o revolucionário Toy Story, de 1995.

Andy, uma pequena criança, tem uma vasta colecção de brinquedos, dos quais o cowboy Woody é o seu favorito. No entanto, em vésperas de mudança de casa, o jovem faz anos e é-lhe oferecido a mais nova sensação no que diz respeito a brinquedos: o astronauta Buzz Lightyear. Woody, cheio de remorsos por ter sido trocado, inicia uma rivalidade com Buzz, que irá colocá-los em perigo.
Toy Story trata-se da primeira longa-metragem em animação por computador da história do cinema. No entanto, apesar desta novidade que deixaria qualquer um admirado, o argumento e as personagens têem uma grande qualidade e são extremamente deliciosos. A nível de vozes, um momento histórico como este teria de ter a colaboração de uma das maiores estrelas do cinema: Tom Hanks. Junta-se Tim Allen e temos uma dupla de vozes de peso, que encaixam na perfeição nas suas personagens.
Toy Story é um filme extremamente bem executado, a nível técnico e a nível de argumento e realização. O êxito foi estrondoso e deu origem a uma sequela. O filme tornou-se um clássico e é uma verdadeira relíquia da animação actual. Em 2010 estreia o muito aguardado terceiro filme.